Partem sem alarde, Só a solidão persiste — Ausência sem peso.
Preto e branco, dor, Lágrimas na sombra, escondem, Sorriso persiste.
Ventos sussurram, Nas asas da esperança, Sonhos ganham voo.
Nas asas do vento, A esperança floresce, Novos dias surgem.
Nas asas do vento, brota a flor da esperança, alma renascida.
No horizonte azul, A esperança dança leve, Sorrisos brotam.
Obra dos olhos, Mesmo turva a visão, Sente o vento fluir.
Olhos na penumbra, Vislumbram o mundo girar, Vento a sussurrar.
Estrelas nos olhos, Brilho que no peito mora, Luz que a alma toca.
Sorriso nasce, Lágrimas ocultas caem, Força em florir.
Casulo se abre, Asas de cor tocam céus, Voo da alma livre.
“” No escuro do céu A sombra da noite Se veste de véu...””
O entardecer no auge em alto mar a enveredar
Sopra o vento beijando o Ipê perto de você
Pétalas de flor todas de Ipê-branco para o amor
O teu mistério de Ipê-amarelo meu Universo
É Orabutã florindo em ti aqui sempre que sorri
Linda poesia és Ibirapitanga da minha vida
É Pau-Rosado por aqui lindo em flor com toda a cor
Ave poema Sabiá-Laranjeira és brasileira
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