Hábito
Tenha o hábito de viver um dia de cada vez.
As coisas não é como vc quer mas, como Deus quer tenha mais Fé que tudo vai dar certo.
Substitua o hábito da maldade pelo exercício diário da benevolência; a mudança na sua vida será notável e profunda.
Como esses profissionais não têm o hábito de falar sobre as coisas de Deus e seguem visões contrárias aos princípios cristãos, eles falham ao lidar com quem professa a fé.
Ser nobre é cultivar a compaixão como hábito, transformando cada atitude em um gesto de respeito pela vida.
"Quem alimenta o hábito de prejudicar os outros acaba por transformar o próprio coração em uma prisão de amargura."
"O maior inimigo da sua evolução não é o mundo lá fora, é o seu hábito confortável de aceitar menos do que você merece."
Muitos não estendem a mão por pura falta de costume, ignorando que o bem é um hábito que se cultiva diariamente.
O hábito de julgar quem precisa de ajuda serve apenas como desculpa conveniente para não praticar a caridade.
O hábito de procurar defeitos em quem pede ajuda é apenas um disfarce para justificar o egoísmo e a inércia.
O hábito de criticar quem pede auxílio é um escudo confortável usado por quem não tem coragem de repartir o que possui.
O hábito de justificar a falta de solidariedade com o cinismo apenas revela a pequenez de quem tem medo de amar de verdade.
O hábito de transformar a dor alheia em espetáculo nas redes sociais, sem mover um dedo para ajudar de verdade, revela a hipocrisia moderna.
Quem cultiva o hábito de reclamar de tudo, mas nunca faz nada para aliviar o fardo de quem sofre, vive de aparências e vazio moral.
O hábito de procurar desculpas burocráticas para não ajudar quem sofre é a forma mais polida que o egoísmo encontrou para se esconder.
O hábito de relativizar a miséria alheia para justificar o próprio conforto é uma forma covarde de anestesiar a própria consciência.
O Vazio Suspenso
De repente, o ar vira chumbo e os pensamentos se tornam avalanche.
Habito a fronteira exata entre o caos e a ausência.
A crise invade sem pedir licença: o peito colapsa, o mundo se complica em segundos e a mente vira vórtice.
É o passado que ressurge, desenterrando memórias sepultadas apenas para me assombrar.
Para sobreviver ao terror que ninguém vê, quando a pressão interna ameaça me desintegrar, eu fujo para dentro.
Arquitetei uma porta secreta na minha própria cabeça; furei uma fenda no meu consciente.
Cruzar essa brecha é o meu único refúgio.
Um cômodo de brancura estéril, um espaço de brancura absoluta e vazio suspenso.
Onde não há som, peso, tempo ou julgamento.
Flutuo no nada apenas para não ter que ruir do lado de fora.
Enfim imune à dor da minha própria existência neste terror infinito.
___ John Rabello de Carvalho
@j.rabello.c_888oficial
#jrabellodecarvalho
