Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
"Não julgue nada, você será feliz. Perdoe tudo, você será mais feliz. Ame tudo, você será mais feliz."
Em casos urgentes,
Eu sou uma pessoa teimosa, no passado, futuro e prensente e euvou viver o agora!
Consegui...
Afastei cada pessoa que se preocupava comigo.
Consegui...
Agora ninguém pode me machucar.
É eu consegui ficar sozinha.
Não se sinta culpado por ser rejeitado por alguém. Ouça: Deus há mais de mil anos convida pessoas ao Céu, e ainda assim muitas O rejeitam. Imagine eu e você!
"Amar, viver iludido, estar cheio de razões para sorrir é sempre uma escolha pessoal."
Nofrinho motorista
Ahhhhhh... o amor! É uma antologia de gestos diários, de sem-razões para amar, de incontáveis modos de se apaixonar, de conquistar, dia a dia, o coração e a alma um do outro!
Existem duas razões para amar as pessoas: uma, porque somos filhos de Deus; e a outra, pela compreensão, porque somos irmãos.
Eu Sinto Muito!
Deixe-me aqui, eu não quero ir há lugar algum! Não me digam o que fazer. Estou farto de tanta grandeza alheia! Daqueles que julgam estarem menos loucos que eu. Eu também não suporto a loucura de todos vocês que tentam me convencer de que tudo aquilo que sinto, um dia irá passar.
Vocês não sentem nada!
Eu Sinto Muito!
Óutrem Pessoa
17 de Dezembro de 2015
Há dias de tanta angústia
Que não sei do que ela é.
Não sei se me sobra o sonho.
Não sei se me falta a Fé.
É uma angústia que nasce,
Como de um solo, de mim,
Que parece ser eu todo
Com razão de ser assim.
E esmaga-me toda a alma,
Confunde todo o meu ser
E tudo gira em meu torno
Sem eu o compreender.
Mágoa como um portão velho,
Ferrugem da quinta em fim,
É uma angústia que cai,
Como num solo, por mim…
Não haja medo que a sociedade se desmorone sob um excesso de altruísmo. Não há perigo desse excesso.
Há tantos deuses!
“Há tantos deuses!
São como os livros — não se pode ler tudo, nunca se sabe nada.
Feliz quem conhece só um deus, e o guarda em segredo.
Tenho todos os dias crenças diferentes”...
( Álvaro de Campos [Heterônimo de Fernando Pessoa], (escrito em 9.3.1930), In Poesia, Assírio e Alvim, ed. Teresa Rita Lopes, 2002. (trecho))
