Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
A culpa é sua
Nada existe por acaso.
E sim, há destino que
traz coisas boas e ruins.
Dependendo do que escolher,
então você o culpa.
Nem todo mundo consegue
assumir seus próprios erros.
Há noites que são cruéis com minha consciência, por simples fato de eu ter deixado de fazer aquilo que eu mais desejava
Nade contra a maré,
sinta o que há no fundo.
Poucos sabem o que nós queremos,
mas muitos sabem o que querem que não alcançemos,
e talvez, queiram te afogar.
Nade conta a maré, a onda é essa.
Queria ser o que há de melhor em sua vida. Queria ser o despertar do sol que te acorda, o sono que te faz dormir ou quem sabe a expressão de tua própria vida. Qeria ser a brisa que te acaricia e o sol que te bronzéia. Queria ser a mais linda constelação, te guiar pela minha imaginação e viajar rumo ao teu coração. Enfim... Queria ser o teu 1° Amor, a tua 1° Paixão ou quem sabe: tua primeira obsessão.....
Ap inves de olhar para tras e ver o quer perdeu,continue seguindo e frente e veja o que ha de conquistar.
Um dia disseste que vinhas. Eu acreditei.
Um dia disseste que vinhas. Eu esperei.
Um dia, há muito tempo, num adeus sofrido,
disse-te que te ia sentir a falta.
Disseste que não. Mas sabias que sim.
Quis saber se seríamos amigos de verdade para sempre.
Disseste que sim. Mas sabias que não.
Um dia....ainda no tempo dos segredos,
quando até as esperas faziam sentido.
E eu esperei.
Que viesses.
Contei os segundos que se tornaram minutos,
que galgaram o tempo e se transformaram em horas.
Horas moles, como todas as de quem espera.
Como se o tempo corresse tão devagar para nós, que esperamos.
As horas viraram dias...
e eu nem reparava que a Primavera
já tinha iniciado a sua transformação.
Distraida por esperar por ti.
Ou esperava por nós.
Nós que nunca o fomos
e eu que só queria sermos capazes de sermos nós.
E a Primavera tornou-se Verão.
E os dias viraram longos
e as noites que nunca mais terminaram.
Sempre à espera.
Já não havia pôr do sol,
nem bosques encantados,
nem vales, nem montanhas,
nem principes...
já não haviam palavras
nem letras nem poemas.
Já não havia uma chuva miudinha...
já não havia um farol nem ondas no mar.
Tudo mudou
enquanto eu remoía em mim
um sentimento, devagarinho.
Fiz tudo errado.
Tive coragem. Liguei.
Tu não vieste.
Nem nesse dia, nem nunca mais...
E eu acreditava que um dia...um dia...
Hoje já não acredito.
Não posso. Não consigo.
As palavras, por si só, de nada valem....
e eu queria tanto acreditar outra vez!
Como quis acreditar um dia, em ti.
E nessa busca para te acreditar,
passou a Primavera...
E eu à tua espera...
quando tu já eras ausência.
Esperando que fosses embora sem partires,
que te guardasse para sempre em mim.
Já sem doeres.
Um dia que sem nada ter, te quis.
Faz um dia uma eternidade...
Um dia que me perdi algures em mim.
E mesmo assim perguntei:
- Ainda gostas de mim?
Disseste que sim.
Hoje eu sei que não...
Há quem diga que sou bobo, por já ter sido passado para trás diversas vezes.
Sou bobo, inocente, pois minha moral é idônea, e não enxerga o mau por não praticá-lo e não conhecer suas faces.
E até que eu descubra uma forma de me tornar mais esperto sem precisar praticar o mau, sentirei-me mais feliz sendo bobo.
Há tantos modos de se viver. Há tantos jeitos de ver, de sentir. Há dias ensolarados, há dias chuvosos. Mas o que eu gosto mesmo é do dia nublado. Onde o sol não ameaça de forma violenta, nem a chuva planeja fazer uma visita. O clima que eu mentalizo, talvez não exista. Ou talvez, eu viva nele em outra dimensão. Gosto do tempo nostálgico. Pôr-do-sol, vento forte, céu laranja, poderia ser o meu chamado “dia” perfeito; céu escuro, raios, trovões, por sua vez, poderia ser chamada de “minha noite”. Crio muitos universos, personagens. Sou protagonista, sou coadjuvante, sou figurante. Sou rainha, princesa, plebéia e mutante. Tenho tantos ‘eus’ guardados dentro dentro de uma personalidade complexa, vivendo histórias que muitos homens, talvez, sejam incapazes de compreender. História que só eu conheço, com detalhes que ainda desconheço, detalhes expontâneos que dão vida a cada ‘ser’. Sou tão desligada, desastrata, inquieta e impaciente. Não é por mal. Podes não ter se dado conta, mas é nessa hora que governo meu universo telepaticamente. O universo que conspira a meu favor e que me faz crer que, o que eu tenho e o que sou, são frutos da minha lei, da minha crença, do meu modo de viver, da minha maneira de sentir, do meu ver…
Há pessoas que nascem exclusivamente pra serem nossos amigos, mesmo a gente insistindo que eles sejam algo mais.
E ele está mais longe do que eu esperava, há 130 km longe de mim. A sensação que eu tenho é que quanto mais o tempo passa, mais longe fica, o nome disso é saudade!
É por isso que meus olhos ofuscam o brilho da lua, é porque mostro a você só o que há de mais belo em mim e, em tempo nenhum, deixo transpor aquele capricho que tenho de caminhar cada vez mais rápido até meu paraíso particular.
Há o silêncio.
Entrementes, ouço a estridulação de ortópteros. Porém, o barulho do silêncio é o que mais incomoda.
