Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Há qualquer coisa em nós que está por cima e por trás de todas as idades e com todas as idades vai brincando.

Há pessoas que ganham muito em ser lidas, e perdem tudo em ser tratadas: escrevem com estudo e vivem sem ele.

Há quem atribua ao seu valor aquilo que deve à sorte.

Há muita gente que procura apadrinhar com a opinião pública as suas opiniões e disparates pessoais.

Há benefícios conferidos com tal rudeza e grosseria que de algum modo justificam os beneficiados da sua ingratidão.

Há muitos homens reputados infelizes na nossa opinião, que todavia são felizes a seu modo, segundo as suas ideias.

Há máquinas de felicidade dispendiosas, que funcionam com enorme desperdício, e há outras econômicas, que, com as migalhas da sorte, criam alegria para uma existência inteira.

Joaquim Nabuco
Obras completas: Pensamentos soltos, Volume 10, Página 141, Joaquim Nabuco - Instituto Progresso Editorial, 1949
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Há muitas espécies de ciúme; o mais raro é o do coração.

Há mais loucos do que sensatos, e até no próprio sensato há mais loucura do que sensatez.

Há pessoas cuja vaidade interfere em tudo quanto fazem, mesmo nas leituras.

Nunca há suficientes circunstâncias atenuantes para os crimes dos pobres.

Para se executarem grandes coisas, há que viver como se nunca devêssemos morrer.

Se há homens cujo ridículo nunca se tornou evidente, é porque nunca procurámos bem.

Há duas coisas que a experiência deve ensinar: a primeira é que é preciso corrigir muita coisa; a segunda é que não se deve corrigir demais.

A morte, que há-de vir para todos, chegará nobremente se dermos as nossas posses e a nossa vida para ajudar os homens a viverem.

Há por vezes tolos com graça, mas nunca com juízo.

Nunca se expõe mais a vida do que quando há mais vida a perder.

Só a instituição durável fez subsistir o que há de melhor em nós.

O mais profundo duma palavra é o que há nela de sagrado. Deus tê-la-á dessacralizado quando com ela criou o mundo. Mas nós sacralizamo-la de novo quando o recriamos com ela.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, Bertrand, 1992

Há invejosos que parecem de tal forma acabrunhados pela nossa felicidade que até quase nos suscitam a veleidade de os lamentar.