Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
EXÍLIO
Quando você começar a compreender e aceitar sua companhia.
Quando você entender que não há mal algum em estar contido em sua solidão.
E quando você se locupletar, aceitando que o que importa antes de estar bem com o outro, é estar bem consigo.
Isso é solitude.
Lenitivo à alma.
Respeito é bom e eu gosto, certo? Errado! Respeito é bom e eu exijo. Se te dou respeito não há porque esperar outra coisa.
Pensava que os sentimentos se modificariam com o tempo. Mas não se modifica com o tempo o que há muito tempo se faz algo distante do próprio tempo.
É no silêncio que falamos sutilmente a muitas pessoas que há coisas que não devem inquietar a nossa alma.
Não queremos abrir o nosso coração, pois há coisas dentro dele que nem mesmo nós gostamos... e que, nos envergonham e nos entristecem.
Há fases na vida que a solidão se torna a melhor companhia, não que você queira, mas porque ela é a única que te acompanha.
Parece que não há mais tempo e perdido, sem saber o que fazer, a esperança desaparece e só resta o sentimento de fracasso.
Há duzentos motivos para não se perdoar o inimigo.Porém apenas um motivo para perdoa-lo.E sim, valerá a pena.Porque esse motivo chama-se liberdade.
" Se você acreditar que não há nada que possa ser feito.Isso se tornará exatamente o que é possível fazer."
Seu olhar
Há algumas coisas sobre as quais não falamos
E talvez seja melhor continuarmos sem
Pois, toda vez que nos olhamos
Você com seu olhar incomum me deixa bem
Pude sentir inúmeras vezes seu medo de gostar
Inclusive seu receio em se doar
Nas maneiras mais simplórias de demonstrar
Nem por isso eu deixaria de tentar
Os teus olhos cor âmbar
Me balançam sempre que os olho fixamente
Como se estivesse em alto mar
Ficarão marcados em minha alma eternamente
Não há redenção sem culpa, nem luz sem as trevas do que deixamos para trás. E o homem que nega a saudade é um cadáver ambulante; o que se rende a ela, um fantasma. Resta-nos, pois, o caminho estreito: amar o passado como se ama um morto — com devoção, mas sepultando-o. Pois só na aceitação do efêmero descobrimos que a eternidade não está no que perdemos, mas no que ainda podemos perder... e, mesmo assim, seguir.
Existe um espinho ali, em algum lugar. Ele tá lá, inerte, intocável. Não há pinça que o tire, nem alicate. A tempos que muitos se fingem de vivos.
Há nostalgia que não se refere à saudade do passado, mas sim à carência do que não se tem no presente.
Todo esforço será insuficiente para minimizar as consequências de um relacionamento em que não há amor.
