Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Kamorrista, aprenda: Não há ninguém em sua vida mais importante do que você mesmo e não há amor maior que você.
O homem que rasga a própria palavra já jogou sua honra na lama. E sem honra, não há nada que valha a pena ser defendido.
Se você tem que implorar por atenção, já perdeu o respeito.
E onde não há respeito, um kamorrista não finca raiz.
Tenho me suprido com as migalhas que os pássaros me deixam,
mas, tudo me fortalece...
Não há tempo ruim,
Não há tristeza e nem melancolia...
Tudo passa e, sobretudo, não espero tanto dos outros para a correção deste cenário que canta a real cantiga do além!
Não há mistério no jeito de entender os fatos.
Eles são.
A verdade prepondera no gesto e, principalmente, na falta dele.
Há momentos em que podemos repartir o pão de cada dia, mas, em certas épocas das nossas vidas... não há o que repartir, pois cada indivíduo segue o seu curso e a falta de tempo não possibilita cultivar as amizades.
A grande maioria, está em busca do TER e se esquecem do SER.
Não há sentido cruzar a linha do impossível com a tristeza no coração.
A conquista, qualquer que seja, deve vir acompanhada da sutileza da alegria.
Na lágrima derramada não há resquício de dor... ela já é dor.
As outras que surgem descendo face afora são novas dores.
Mergulho neste arrebol e não há nada mais dignificante do que a possibilidade de sentir estar magnífica obra do Criador.
Criatura imperfeita que sou... resta-me, apenas, agradecer: obrigado Mestre por poder senti-lo em cada linha da minha vida.
Não me impaciento com a sua falta de anúncios.
Não há necessidade de obter paciência, pois o amor não suporta adereços que não condizem com o seu nascimento.
Quando o amor existe ele suplanta toda e qualquer ausência.
Não há cor mais cintilante do que o amor traduzido em seus gestos!
O seu olhar é o som que tranquiliza a alma e orquestra o meu sorriso num eterno suspiro de felicidade.
Persistindo em descobrir um pouco sobre a vida... sei que você é o seu retrato pincelado pelas mãos Divinas.
