Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
O verdadeiro poder não está em mudar o mundo, mas em não deixar que o mundo mude aquilo que há de mais puro em você.
“Aprenda a não desistir. Há caminhos que só revelam sua beleza a quem decide dar mais um passo.” - Os`Cálmi
Há pessoas que voltam iguais, mas nós já não as provamos com a mesma boca. O tempo muda o sabor de quase tudo.
Não há colheita sem água.
Não há crescimento sem tempestade.
Aprendi assim:
é nas tempestades da vida que a gente floresce.
Há convites cuja recusa não é ausência, mas um refinado exercício de lucidez.
Às vezes, a melhor companhia é o silêncio escolhido, longe dos ruídos que já não acrescentam paz à existência.
Um vinho seco, a lua suspensa no infinito e a serenidade de não precisar estar onde a alma não deseja permanecer.
Há uma elegância quase filosófica em afastar-se, por vontade própria, de tudo aquilo que perturba o espírito.
Nem toda solidão é vazio; algumas são territórios de reconstrução, discernimento e liberdade.
Porque amadurecer também é compreender que presença não significa pertencimento, e distância nem sempre significa perda.
Existem noites em que contemplar a lua vale mais do que frequentar ambientes onde precisamos diminuir a nós mesmos para caber.
O silêncio, quando voluntário, reorganiza pensamentos que o excesso de vozes costuma dispersar.
E assim, entre um gole e outro, descobrimos que preservar a própria paz também é uma sofisticada forma de sabedoria.
Afinal, há recusas que não nos afastam da vida — apenas nos aproximam de nós mesmos.
Não há satisfação maior que perceber que com um gesto simples, podemos mudar e salvar a vida de alguém.
Existem: limites de velocidade, limite no cartão, limite para beber! Só não há limites para a estupidez!
Há pessoas que não nos matam quando partem; apenas nos deixam esquecidos no tempo. Enquanto esperamos um retorno que nunca virá, vamos enferrujando em silêncio, como um velho portão que ainda acredita ouvir os passos de quem já escolheu outro caminho.
enitnatsnoC oãoJ
Se for recíproco, se entregue.
Se for recíproco, entregue-se de corpo e alma. Não há nada mais bonito do que a reciprocidade, quando ambos se permitem mergulhar de forma genuína no sentimento, na confiança e na cumplicidade. Se o que você oferece é acolhido com o mesmo carinho, deixe que o amor, a amizade ou qualquer laço que estiverem construindo floresça sem medo.
Entregar-se, quando o outro também se entrega, é criar uma conexão verdadeira, onde a troca de energia, respeito e afeto se fortalece dia após dia. Não há espaço para dúvidas quando o caminho é de duas vias, então deixe as inseguranças de lado e permita-se viver intensamente tudo o que a reciprocidade tem a oferecer.
Porque, no final, o que realmente vale é viver o que é mútuo e sincero, onde ambos se nutrem e crescem juntos. Se for recíproco, abrace essa oportunidade e entregue-se com a certeza de que está construindo algo especial e duradouro.
Olhos de Universo
Cada corpo tem seu jeito, cada mente, seu universo secreto. Não há linha reta, não há molde, há caminhos que brilham sem alarde.
O que alguns chamam de limitação, é só a porta para outra percepção. Osom, o toque, o gesto, o olhar, todos têm formas de amar.
Não é sobre o que falta, mas sobre o que transborda, a coragem, a força, a vida que em cada ser se mostra.
Respeito não é favor, éreconhecer que cada pessoa tem direito de ser, de existir, de voar, de sonhar.
Tempo Passou
Não há mais tempo para mim
Não há mais tempo para o declamar da poesia
Para a paixão que é realista
O tempo passou de duas formas: a do ser e a do fazer
Não há mais tempo para ser quem sou
Nem para fazer o que deveria ter feito
Aliás, foi feito
Mas era tarde
Não há domínio maior do que aquele de si mesmo, de seus afetos, que se torna o triunfo de sua vontade.
Não há nenhuma objeção normal à existência do Ser, porque não aceitá-lo seria afirmar o Nada absoluto, o qual já estaria negado pela própria afirmação que dele se fizesse.
Não devemos desanimar se há certa monotonia na vida. Somos hoje tão solicitados para a diversidade, que toda repetição nos parece roubar uma possibilidade de novidade. No entanto, a própria novidade acaba por nos cansar, porque temos uma capacidade limitada para o sempre-novo.
"Para quem não me compreende: 'Não há dinheiro que valha a minha privacidade, o meu sossego, a minha paz!"
