Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Amo võce porque consigo ver nos seus olhos,
a sinceridade e a ternura de uma criança.
Consigo sentir em seus braços,
o meu porto seguro,
consigo apreciar em seus lábios,
o calor da paixão.
Quando fecho os meus olhos,
consigo sentir as suas mãos,
deslizarem pelo meu corpo, como uma.
viagem pelo infinito.
Eu nem sonhava em te amar desse jeito,
quero expressar todo o meu súbito amor.
Sou feliz, por ter conhecido alguém como você,
por isso, lhe desejo de todo o coração,
o amor eterno, o amor sublime, o amor dos anjos
o nosso amor
por que te amo, e não consigo viver sem vôce.
Quanto mais uma coisa é comum a um maior número, menos cuidado recebe. Cada um preocupa-se sobretudo com o que é seu, quanto ao que é comum, preocupa-se menos, ou apenas na medida do seu interesse particular.
Uma gota de leite
me escorre entre os seios.
Uma mancha de sangue
me enfeita entre as pernas.
Meia palavra mordida
me foge da boca.
Vagos desejos insinuam esperanças.
Eu-mulher em rios vermelhos
inauguro a vida.
Em baixa voz
violento os tímpanos do mundo.
Antevejo.
Antecipo.
Antes-vivo
Antes – agora – o que há de vir.
Eu fêmea-matriz.
Eu força-motriz.
Eu-mulher
abrigo da semente
moto-contínuo
do mundo.
E a cada sol um novo recomeço, o fim da escuridão, uma nova oportunidade de alimentar a alma, reafirmar a fé, incentivar paz, agradecer; A cada recomeço a oportunidade trabalhar mais, de reinventar a conquista, de encontrar um novo motivo para alimentar o mesmo amor.
Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim, ficar
Subentendido
Como uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer
Eu acho tão bonito isso
De ser abstrato, baby
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
Que eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
E eu vou sobreviver
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
Meu Doce DeLeite
Uma doce surpresa você...
Com uma calda deliciosa de humor
Uma pitada de sorriso nos lábios saborosos
Que deixa com água na boca os meus
Despertando o meu apetite...
Em minha boca restou
Teu gosto singular
Que tão pouco pude provar...
Vem saciar a minha fome de você
Minha sede de te amar...
Quem tentar possuir uma flor, verá sua beleza murchando. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. Você nunca será minha e por isso terei você para sempre.
No amor ninguém pode machucar ninguém; cada um é responsável por aquilo que sente e não podemos culpar o outro por isso... Já me senti ferida quando perdi o homem por quem me apaixonei... Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém... Essa é a verdadeira experiência de ser livre: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la.
Linda Mulher
Por uma linda mulher eu me apaixonei,
Acho que foi pelo olhar e o sorriso que me encantei
No inicio era bom e a gente ficava
Hoje em dia, ela nem olha mais na minha cara
Se apaixonar por que? se o que vale é viver
Tomei vergonha na cara
E agora não vou me iludir.
Mas uma coisa eu garanto
Ela é demais
E não há quem se apaixone
Beijo caloroso
Corpo gostoso.
E quem sabe um dia a gente se reencontre
Fora isso, só mesmo de longe.
A Fotografia em Plenitude
Cada fotografia carrega dentro de si uma narrativa única. A espontaneidade revela a verdade do instante, a luz natural dá forma e atmosfera, e a composição guia o olhar sem perder a liberdade do momento.
O retrato traduz o que os olhos guardam, enquanto a memória capturada em cada clique mantém vivo o tempo que passou. Perspectiva, cores e sentimentos se entrelaçam, conectando o fotógrafo ao assunto e ao espectador, criando um diálogo silencioso.
A narrativa visual transforma cada cena em história, texturas e atmosfera permitem sentir a imagem, e o movimento imprime emoção. Detalhes pequenos contam histórias inteiras, reflexos e simetria expandem o olhar além do óbvio, e o drama entre luzes e sombras dá profundidade e contraste à experiência visual.
O momento decisivo é o instante que não volta, e cada retrato fala com a alma do assunto, seja ele humano, objeto ou cena. Congelar ou fluir, capturar o contraste e a emoção, tudo se torna uma dança coordenada entre técnica e sensibilidade.
A direção sutil do fotógrafo une todos esses elementos, conduzindo a cena sem perder a autenticidade, transformando cada imagem em registro vivo e inesquecível.
É assim que a fotografia se completa: espontânea, técnica, sensível e consciente, uma arte que toca e permanece.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Existem momentos cruciais em nossas vidas onde deve ser tomada uma decisão, difícil mesmo é quando queremos escolher as duas. São dois extremos tão “apetitosos” aos olhos, porém distintos e impossíveis de serem escolhidos os dois. Pensamos, pensamos e não chegamos a tão desejada escolha, pensamos nas consequências futuras que cada escolha nos proporcionará, aparece o medo, a ansiedade de fazer a escolha errada; perdemos o sono, nos pegamos constantemente buscando um meio de tomar a decisão. Sempre tem uma que nós desejamos mais, mas essa nos parece perigosa, já parou pra pensar que sempre a que queremos mais nos parece a mais insensata? Todos passamos por isso em aspectos e situações variadas. Então pensei bastante e cheguei a “minha” conclusão: “Melhor ser um velho arrependido pelo que fez do que um velho frustrado pelo que não fez.” Quando vivemos uma experiência, seja ela boa ou ruim, sempre dá para ser tirada alguma lição dela, vendo por esse lado, podemos chegar a esse pensamento: Devemos viver, viver é sentir, é ouvir, é saborear, é ver! Se não fizermos essas coisas não estamos vivendo, então por que deixar de fazer algo que desejamos por medo do futuro? Se mesmo errando aprenderemos algo? Já no caso de não escolhermos a que mais nos atrai, ficamos no momento com a sensação de alívio, de que fizemos a escolha certa, que agora estamos com a “consciência” tranquila. Em curto prazo ficamos felizes, porém, depois de algum tempo, nos pegamos com o pensamento: Será que se eu tivesse escolhido a outra opção não teria dado certo? E hoje eu estaria bem melhor? Ó, duvida amarga essa, conheço pessoas amargas de espírito por terem feito a outra escolha e não deixarem o coração falar, por agirem “racionalmente”. Mas desde quando agir sem racionalidade é seguir o intuito do coração? Frustração! Essa é a palavra que maltrata e corrói pessoas tão belas interiormente, mas que em algum momento da vida agiram “racionalmente” A dor da dúvida é pior que a dor do arrependimento. Por isso, “melhor ser um velho arrependido pelo que fez do que um velho frustrado pelo que não fez.”
Eu quero um colo, um berço, um braço quente em torno ao meu pescoço, uma voz que cante baixo e pareça querer me fazer chorar. Eu quero um calor no inverno, um extravio morno de minha consciência e depois sem som, um sonho calmo, um espaço enorme, como a lua rodando entre as estrelas.
O Amor Como Se Revela Para Mim
O amor, para mim, é uma dança silenciosa entre duas almas, onde cada movimento é uma entrega, um entendimento que não precisa de palavras. Ele é um espaço de acolhimento, onde podemos ser inteiros e, ao mesmo tempo, aprender a nos desintegrar nas pequenas partes que nos fazem humanos. É aquele laço invisível que une, mas não aprisiona. É a liberdade de ser, com a segurança de pertencer.
Amar é estar. É cuidar. É perceber o outro nos gestos mais sutis e, ainda assim, enxergar grandeza neles. Porque o amor se revela naquilo que muitos poderiam considerar pequeno, mas que, para mim, são declarações inteiras:
"Deixa que eu resolvo."
"Eu cuido."
"Tô indo aí."
O amor também precisa ser dito. Ele se manifesta no toque, no olhar que sustenta, mas também na palavra que acolhe. Há amor no que é sussurrado ao vento, no que se ecoa no silêncio, no que se escreve para que permaneça. Mas o amor não se limita ao que se fala, ele vive no que se faz. Está no ato de estar perto sem necessidade de presença constante, no tempo dedicado sem ser cobrado, no abraço que cura sem que precise ser pedido.
O amor não pede mudança, mas naturalmente nos ajustamos ao outro porque queremos caber ali, porque o pertencimento não é imposição, mas um desejo que brota de dentro. E, assim, sem que haja perda, há encontro. Um encontro onde cada um pode ser por inteiro, mas também se permitir ser moldado pelo outro, não por necessidade, mas por vontade de caminhar junto.
E o amor, quando é genuíno, não exige. Ele é. Ele transborda sem esforço, se reflete nas ações e nas palavras, no que se doa e no que se recebe. O amor é esse cuidado que não pesa, essa presença que não sufoca, esse elo que não prende, mas sustenta.
Porque o amor, para mim, é isso: um sentir que não se mede, mas que se reconhece em cada detalhe.
O amor, um encontro de presença, cuidado e pertencimento.
A ESTRELA AZUL
Era uma vez uma estrelinha muito prosa,
toda orgulhosa,
no céu instalada;
até que um dia,
talvez por castigo,
um astro,
fingindo-se amigo,
roubou-lhe uma ponta dourada.
Cheia de revolta,
batendo as mãozinhas,
‘’pelo desaforo! (dizia a chorar)
uma estrela que perde uma ponta
não é mais estrela,
não vou mais brilhar.’’
E a pobre estrelinha,
assim mutilada,
tornou-se problema na constelação;
antipática,
só pensando em si,
como se o mundo
desabasse ali
ao peso de sua humilhação.
‘’Ninguém gosta de mim (gemia a pobre),
só porque perdi minha ponta dourada.’’
E, enxugando uma lágrima comprida,
a estrelinha,
infeliz da vida,
tornou-se resmungona e mal-educada.
Oh! Era uma catástrofe no universo,
uma tristeza na constelação!
Tudo foi tentado,
nenhum resultado,
até chegar a estrela da Conformação.
Esta velha estrela
era mui sensata
e à estrelinha
ela aconselhou:
– Ainda és estrela,
pois tens quatro pontas,
torna bem brilhantes
as que Deus te deixou.
E a estrelinha
pôs-se a trabalhar
ingentemente,
em busca de luz;
só pensando
em ser útil e bela
(que este é o destino de uma estrela).
Ela esqueceu a sua própria cruz.
E nem notou
que sua cor mudara
para um azul brilhante e sem igual:
uma cor linda,
cheia de esperança,
alegre como um riso de criança,
bela como uma estrela de Natal.
E a estrelinha que fora problema,
drama,
tragédia na constelação,
passou a ser motivo
de alegria,
uma bênção de Deus
em cada coração.
O circo
Contorço-me para procurar
no fundo obscuro dos pensamentos
uma forma de libertação de minhas incertezas.
Sinto-me tão leve
Que posso ver meus pés no topo da cabeça.
Agora sim estou solta,
Desenibida e nada pode me conter.
Meus movimentos tão sincronizados
me mostram com clareza a simetria da vida.
Ao ver as bolas caindo
palmo a palmo em minhas mãos entendo que
não podemos realizar duas tarefas ao mesmo tempo,
pois não serão executadas com dedicação total.
A corda bamba de inicio é desafiadora,
Persistência e dedicação são elementos fundamentais
para alcançar o equilíbrio e chegar ao inesperado:
A perfeição.
O sorriso da criança sempre estará estampado
Porque o nariz vermelho e as botas arredondadas
ensinam-me a juventude eterna.
A terapia da movimentação que esse mundo mágico me proporciona
Me faz capaz de me transormar em Panacéia
e alquimista formulando o meu próprio Elixir.
De dançarina, contorcionista, malabarista, equilibrista e palhaça..
Passo por um processo metamórfico
Viro apenas uma menina, que tirou bom proveito dessa fantasia
Atingindo ao processo de plenitude total
E me beneficiando do mais puro êxtase do aprendizado.
Gosto de acreditar na luz de uma justiça, que vence o ódio e a tristeza. A luz de uma justiça que guia todos os seres.
