Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Um belo dia...
Um belo dia...
Há alguns tempos atrás....
Já faz quase 20 anos...
Uma semente foi plantada...
Dois corpos se estremeceu
Os passarinhos...
Faziam parte da orquestra...
Gorjearam com alegria...
Anunciava ali...
Um amor de vendaval...
Após o mês de Carnaval...
O ato aconteceu
As nuvens se armaram nos céus...
Cobria o telhado de um encontro...
O céu se abriu....
Os pássaros cantavam na colina...
No geral....
Ninguém nessa época sofreu....
O sol que cobria de amor....
O nosso passado morreu
Ainda me recordo....
Daquela grande decisão....
Eu não queria mais ser....
O Mestre da ilusão....
Ser chefe pra mim....
É ancorar nos braços da minha amada...
Mas o que faltou....
Algo me desiludiu....
Os anos se passaram....
Deus me chamava...
"Vem cumprir sua missão"...
Foi por vontade própria....
Deixei a morte de lado....
Me fiz de homem da paz...
E esqueci toda perturbação...
Com essa atitude....
As trevas ficou abalada....
Todo lamento esqueci....
Agora...
Me vejo no destino certo...
Por ser assim....
Não roubei meu tempo perdido....
Sou de fato brasileiro....
Saudades foi um tom...
Colorido e em minha alma hospitaleira...
Não sei se meu nome ficará na história...
Se ficar...
Que seja então uma recordação
Seu sorriso me cativou....
Essa vitória não é só sua....
Ela é também minha...
Aos teus beijos me entreguei....
Não paguei aluguel....
E muito menos deixei um calção...
Com sabedoria estamos aqui...
Seremos agora a revolução...
Depois disso tudo...
Somos a própria dominação....
Pegue também aqui...
Segure firme em minhas mãos....
O teu doutor voltou....
Dois corações unidos....
Deus por sua caridade...
Amparou esse casal....
Somos nós...
Eu e tu....
Nossos braços são fortes...
Vamos viver em paz...
E pra toda nossa eternidade
Autor Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
No mundo há uma montanha.
Ruidosa na planície.
Perturba o horizonte.
Se domino a montanha,
Murmúrio baixinho
Para não perturbar o mundo.
Destino? É quando você é destinado á cumprir uma missão. Há coisas que serão inevitáveis, se você foi escolhido, sejam coisas boas ou ruins. Tudo é uma lição!
Diáfano Impreciso
Entre o meu ente e o teu ente,
Há uma colisão, um encontro de um só ser.
Acordo de duas almas qualitativamente
Que se encontram por prazer.
Do lado de um fado, há um lado!
Do fado ao lado, outro fado!
Do lado da fronteira, há uma asneira!
Ao lado da asneira, outra fronteira!
Uma reza,
Rotina
E rotineira!
Entre os entes há as mentes.
Há o sentido figurado,
Onde o meu coração,
Foi começado,
E o teu... foi destroçado!
A ambígua maneira de dizer,
Em suma o que acontece:
É que o teu ente quis viver;
O meu ente, ao que lhes parece,
Fez da curva, reta, não quis ser!
Um ente foi para o que veio!
Outro ente veio para o que foi... ser meio!
Ao lado do que padece, há um que se estabelece!
Do lado do um que se estabelece, o outro, de si... se esquece!
É uma escuridão.
Diáfano turvo,
Que enlouquece!
Entre o teu ente e o meu ente,
O que não colide passa ao lado.
Passa sem comum e repete concomitantemente
Que o prazer não foi encontrado!
Dois lados esburacados,
No meio da fronteira.
Dois soldados,
No meio, uma trincheira,
Onde as munições são fados!
O prazer... é a asneira,
E o ente,
Dois corações despedaçados!
O círculo é laranja.
O traço é eufemismo.
O polígono é o que se arranja,
E o dormir,
É o que da vida...
Se esbanja!
Moça
Há de surgir um girassol no jardim,
cada vez que você sorrir.
Há de surgir uma borboleta,
cada vez que seu coração fizer uma gentileza.
Há de surgir um sol, cada vez que as lágrimas inundar sua alma.
Há de surgir um novo jeito de olhar, cada vez que um horizonte tiver que inventar.
Há de surgir uma nova idéia, cada vez que o desânimo querer te devorar.
Há de surgir doçura na alma, cada vez que se encontrar um pouco amargurada.
Há de ter a ousadia do luar;
Que treme tocando o mar.
Transborda no olhar, a pureza da alma.
E encanta dando lugar ao sol.
Ah, moça...
A vida é você que dita;
Faça chuva ou faça sol.
Sempre há de ter outro dia!
Poema autoria #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 29/09/2020 às 14:35 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
O diagnóstico da superlotação carcerária ,no Brasil , constatou que ,há uma hemorragia interna que exterioriza suas circunstâncias na sociedade .
Quem há de fazer um maior genocídio: Um maldoso homem com uma arma ou um maldoso homem intelectualmente capaz de usar sua sabedoria para o mau?
Uns vivem suas vidas sem postar em redes sociais, uns vivem e postam mas há que vive postando uma vida que não é sua realidade.
Hipocrisia moderna!
contando o tempo
que foi perdido
mas que há sempre
uma chance
uma esperança
e fé
para (re)começar!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Há tantas coisas no mundo,
E uma delas sou eu,
Dou um mergulho profundo,
Dentro dos pensamentos meus...
Eles gritam e eu escuto,
Eles estão no breu,
E sinto a escuridão como véu,
Embora saiba que lá no fundo,
Há uma luz que dura segundos.
Eu me encontro e me desencontro,
O meu céu é repleto de adeus,
Eles gritam! Eles gritam!
Eles não são seus,
Eles são meus,
E sei que cada um tem o seu,
O mundo dentro do submundo,
Não consciente, no fundo...
Sombras anseiam por liberdade,
O grito escondido deseja ser ouvido,
Na mesma medida nega-se a verdade,
Quando se nega este grito...
O mundo barulhento silenciado,
Guardado por um terrível soldado,
Que tem como arma quem está do outro lado...
E na escuridão barulhenta
Fica acorrentado, vendado amordaçado...
Gritando em silêncio,
Em cada canto que há naquela sala...
Naquele mundo profundo.
Silêncio Barulhento - J.O.JORGE
"Quando um homem entender o poder que há na preservação de uma mulher, ele ganhará a presença de todas as mulheres possíveis, mas a esta ele verdadeiramente preservará com seu fiel coração."
Quando falo o que quero há necessidade ao entendimento da escuta exigir uma resposta, devo está preparada para tal, uma vez que nem sempre quero uma opinião a respeito de algo, nesse momento só queria ser ouvida.
Há uma parte de mim que pensa que talvez continuemos existindo em um lugar, mesmo depois que o deixarmos.
