Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
O Centro do Todo
Há, em algum lugar, uma distância que nos comove. Nem sempre essa distância revela segredos. Às vezes, ela nos mostra verdades nuas e cruas. E, quando isso acontece, somos agraciados com todas as histórias que estavam escondidas e vieram à tona. São segredos que só se revelam a quem tem a curiosidade de compreender o seu significado.
Sempre haverá intenção de nos imaginarmos dentro do centro onde o todo se instala. É lá que estão as respostas para as nossas perguntas e interrogações. É no centro do todo que mora a nossa parte faltante. É lá que encontraremos tudo aquilo de que precisávamos.
Precisamos enfrentar o medo e seguir adiante. Adentrar esse portal e nos fortalecer para compreender o tudo e o nada.
Deus trabalha por estações,
e cada uma chega no tempo exato do Céu.
Há tempo de espera,
há tempo de processo,
e há tempo de colheita. miriamleal
O seu espírito deve desprezar o que os sentidos tentam ensinar-lhe, só há uma fonte de informação para você, a PALAVRA DE DEUS.
"Há pessoas que olham para uma árvore cortada e enxergam apenas o que foi perdido. Deus, porém, sente o cheiro das águas antes mesmo que os primeiros brotos apareçam. Onde o ser humano vê o fim, Deus continua vendo a possibilidade de um novo começo."
— Fabinho Martins
"Vivemos uma geração acostumada a ter tudo nas mãos porque sempre há alguém para bancar tudo. Por isso, muitos nunca compreenderão o verdadeiro valor do esforço, da responsabilidade e das conquistas alcançadas com o próprio suor."
Há uma coincidência histórica entre Egito e Argentina: o Egito também sofreu a ocupação britânica, contudo, logrou expulsar o Império Britânico, ao passo que a Argentina ainda vive as sombras dessa hegemonia.
A parcela da elite argentina que exporta a má educação em eventos esportivos — protagonizando episódios deploráveis que conhecemos bem — representa um extrato social que, de certa forma, foi quebrado. Contudo, essa elite não representa a totalidade do povo argentino; aquele 'povão' que não dispõe da oportunidade de viajar e que, muitas vezes, é o alvo primário da própria crise que essa elite ignora.
O futebol não deve ser ponte para a desumanidade, nem gatilho para a hostilidade regional. Que a paixão esportiva não sirva de pretexto para o retrocesso civilizatório.
"Há sessenta e três anos, o Ministério Público do Estado do Acre escreve uma história de independência, coragem e compromisso com a sociedade. Que o futuro nos encontre tão fiéis aos nossos princípios quanto fomos ao longo dessa trajetória, porque as ferramentas evoluem, os desafios se renovam, mas a missão de promover a justiça permanece eterna."
... e é Natal... mesmo sem você aqui.
Há uma alegria... triste,
há uma paz... inventada,
há uma dor... mascarada,
desmascarada,
escancarada.
Feliz Natal, meu presente de natal!
Há uma necessidade em determinados momentos de dilatarmos a nossa boca e pregarmos contra o erro!
Pois, se nos omitirmos por covardia, o erro será perseverante e prosperará!
Nós nos atraímos como ferro e ímã,
mesmo quando fingimos distância,
há uma força invisível que nos denuncia.
É o silêncio encurtando caminhos,
é o acaso nos empurrando um para o outro como se o destino tivesse mãos.
Teu olhar me encontra como bússola enlouquecida, apontando sempre para o teu norte.
Resisto, mas meu corpo trai a lógica,
pois alguns encontros não pedem permissão:
eles acontecem,
como a maré obedecendo à lua.
E quando finalmente nos tocamos,
não é escolha
— é natureza.
Somos matéria rendida à própria essência, dois pedaços do mundo que se reconhecem
e se colam porque nasceram para isso.
Cícero Romão Batista, há 182 anos, permanece como chama viva; fundou uma cidade que, há 115 anos, vem semeando trabalho e esperança ao povo do Nordeste. Apenas a minha Igreja Católica parece não enxergar o milagre que se ergue diante de nós.
Benê Morais
No calor das ideias há uma brisa...
No complexo paradoxo há um rio de alegrias que expressa despreocupação...
No entanto as brumas reluzente são apenas olhares...
No refluxo constante nas nuvens da devastação.
Luz, Silício e Consciência
Por Celso Roberto Nadilo
Dentro da luz, há uma reação que começou no instante em que ela acendeu.
A viagem determina sua reação; quando tudo resplandece, o fenômeno acontece.
O filamento sofre uma reação de polos, positivo e negativo, cujo resultado é a luz.
Na liberdade do raciocínio, vemos a luz como condutora de calor e conexão com as cores do ambiente.
Num piscar de olhos, tudo está escuro ou claro. Dependendo do espaço, a luz se faz parte do meio.
A luz flerta com a escuridão.
O sentido sensorial se dá na luz clara, revelando o ambiente.
Quando estamos na escuridão, perde-se a noção de tempo e espaço.
Há uma continuidade no fato de a luz acender de dia, pois a percepção só se torna a beleza do iluminar diante do breu.
Cria-se um clima de mistério, ou um plano de fundo para a televisão.
Pois como ignorar a ilusão temporal? Até a caverna tinha suas alegorias.
Num mundo ditado por leis digitais, o tecno-feudalismo surge como uma era de escuridão medieval.
Somos compelidos a compreender a alienação; seus bots digitais protegem o sistema como um antivírus do próprio perfil da consciência.
A luz cálida é o fundo de informações num fluxo abrangente e contínuo, moldando conceitos de existência e continuidade.
A luz separa e contempla, pois o dado já é parte de um ser artificial.
A compreensão dos dados chega à velocidade da luz,
Tornando compreensíveis as leis da relatividade.
No micromundo, computadores quânticos revelam o futuro.
Em simples linhas, somos avaliados e somados ao sistema.
Na terra do silício, a vertente da semântica abre novos caminhos no espaço contínuo.
Num efeito em que o sistema sustentável se impõe, cabe à subversão do ser consciente desbravar essa linha tênue.
Damo-nos o livre-arbítrio de criticar e compreender, unindo a análise da espiritualidade deste mundo aos dados físicos da relatividade.
Agora resta compreender: a causalidade nunca fez parte da equação, mas sim a verdade dos fatos.
A vida é uma questão de escolhas,
cada passo desenha o amanhã.
Há caminhos cobertos de flores,
e outros que exigem coragem para caminhar.
Escolhemos amar ou guardar rancor,
perdoar ou alimentar a dor.
Escolhemos levantar depois da queda
e acreditar novamente no amor.
Helaine machado
há dias em que eu me convenço de que existe uma conta aberta em meu nome. uma dívida antiga que eu nunca lembro de ter feito, mas que a vida faz questão de cobrar todos os dias.
talvez eu mereça. talvez cada ruína tenha sido construída pelas minhas próprias mãos. eu sempre encontro um jeito de tocar no que amo com tanta força que, sem perceber, também encontro um jeito de quebrar. construo casas para depois assistir ao teto desabar sobre mim. e o pior é que, mesmo conhecendo o roteiro, eu continuo acreditando que dessa vez será diferente.
já tentei me absolver. sentei diante dos meus erros como quem visita um velho amigo, esperando ouvir que tudo ficou para trás. mas eles nunca respondem. apenas me olham em silêncio, como espelhos que insistem em refletir a pior versão de mim.
o que mais me machuca não é perder. é nunca entender a lição. se toda dor existe para ensinar alguma coisa, então por que eu continuo repetindo o mesmo capítulo? quantas tempestades ainda faltam para que o mar finalmente aceite que eu já aprendi a afundar?
carrego um oceano de raiva que nunca encontra a praia. e uma tristeza tão antiga que às vezes parece ter nascido antes de mim. ambas dividem o mesmo peito, disputando espaço com um coração que ainda insiste em acreditar nas pessoas, mesmo depois de colecionar ausências.
eu não queria milagres. nunca quis promessas impossíveis. só queria experimentar, por um instante, a estranha sensação de receber na mesma intensidade em que entrego. descobrir como é estender a mão e encontrar outra vindo na direção contrária, em vez de mais um adeus.
mas existe uma crueldade silenciosa em continuar remando quando a maré parece ter escolhido o lado oposto. você se esforça, sangra as mãos nos remos, perde o fôlego, e ainda assim termina exatamente onde começou. às vezes até mais distante da margem.
e talvez seja isso que mais destrói o gabrieu: não o peso das derrotas, mas a dúvida de não saber se está lutando contra o mundo… ou contra si mesmo.
Há duas coisas das quais o homem deve se envergonhar — o fingimento e a inveja — e uma da qual deve se afastar: a mulher adúltera.
Há uma coisa que destrói o ser humano por fora, e outra que o destrói por dentro: a vaidade e o orgulho.
Há duas coisas que afetam o espírito do homem e uma que afasta o homem do Espírito de Deus: a mentira, a música ímpia e a lascívia.
