Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Quer saber? Há sempre um mar diferente para nadar, uma comida diferente para experimentar, uma vodka para provar. Há sempre um por do sol mais lindo para ser visto, pessoas para conhecer, momentos para rir e uma infinidade de oportunidade que vão se escancarar na sua frente. Então não lamente sobre pequenas quedas, falhas, problemas, a vida não é ruim, a vida é maravilhosa e o futuro é uma semente levada pelo vento; a gente nunca sabe onde vai parar.
Há dor de mentira em quem por ora insiste
De ser outra vez uma inventada história.
Em busca de uma falsa glória, quando nada vive
Em torno de uma bela fuga, que se ilude,
E com medo de perder o que nunca teve.
Há cor em tudo que mente.
Há cor em toda essa gente.
E o que não existe luta por uma história,
Quando fora da quimera recalcitrante
Haverá tão só a energia,
Sem a cor angustiante.
Nesse mundo difícil, há poucas coisas que desviam nossa atenção dos problemas da vida. Uma delas é o livro, pois leva o leitor em aventuras, fantasias, a rir, a chorar. Em geral: O faz sonhar.
Algumas pessoas têm o poder de despertar o que há de melhor em nós. Chegam com a leveza de uma brisa e fazem florescer os mais belos sentimentos em nosso coração. Graças a essas almas iluminadas, passamos a enxergar a vida com mais doçura, mais leveza, mais cor...
São os nossos anjos, aqui na terra!
Entre possuidor e possuído há, verbalmente, apenas a diferença de uma letra, o “r” – mas esse “r” fez uma diferença enorme, porque e o “r” da redenção. O possuído é escravo – o possuidor não possuído é remido da escravidão. Quem não sabe possuir sem ser possuído, fez bem em se despossuir de tudo. Mas quem sabe possuir sem ser possuído pode possuir.
Há um caminho Certo para andar
Uma direção a seguir
Mas quanto maias perto parece que mais longe fica
Parece que estou andando em círculos
Voltando ao mesmo lugar de sempre
Só há uma direção a seguir
Mas pareço estar na contra-mão
Lembranças do passado, apenas me fazem chorar
Que bom seria esquecer tudo e nunca mais lembrar
Mas o que possi fazer?
Voltar do zero, recomeçar?
Quantas vezes mais?
Estou cansado
Só Deus pra me ajudar
Retomar a direção
Só ele pode segurar a minha mão
Ja tentei segurar mas nao consegui
Mas quando Ele segura, Ele jamais solta
Sabe, em meio a tantos destroços,
Tantos restos de guerra há uma menina.
Uma menina que
Sabe que enquanto tiver forças,
Forças para lutar a chama de sua esperança
É e será eterna.
Vive cada dia,
E ela vive como pode leva-los,
Entretanto sonha em melhora-los.
Ela tem marcas o suficiente,
Para revelar sua história, mais prefere guarda-la
Em sua memória.
Ela não via a vida passar diante de seus olhos,
E sim seus olhos passarem diante da vida.
Mais o que ela pode fazer?
Está acorrentada a um beco sem saída
Consegue ve-la? Se desmanchar nos problemas
Que você colocou no caminho dela?
Sente-se bem com isso?
Sabe que a machucou?
Ela foi forte, ela suportou todas as dores
E xingamentos ela aguentou.
Ela sou eu.
Há uma pressão da sociedade para que nos tornemos mais falantes para que mostremos "a que viemos" a essa mesma sociedade. Ser falante, supõe-se, seria uma vantagem no mundo, mais específico, no mundo dos negócios ou ambiente de trabalho. Mesmo que você não diga nada novo e apenas repita o que sua chefia lhe disse - ou mandou dizer - apenas com com outras palavras. Mas falar, para muitos, qualquer coisa, é marcar assomo, é uma tentativa de garantir-se indispensável. E ser pacato, de pouquíssimas palavras, é visto como um tipo de deficiência que está ali, não conseguimos enxerga-la. Existe até um certo preconceito contra os quietos. Como se lhe faltasse algo, palavras. Mas será que as palavras estão ali, nessa palração descomedida dos que se deitam a falar demais? Ou melhor, será que quem fala está realmente presente naquele discurso? Muitas vezes se diz bem melhor falando menos, mas concisamente, do que falando demasiadas palavras e vazias. Nas palavras ocas não existe nada.
Há quem diga que a Medicina é uma escolha, mas na verdade é uma grande renúncia. Ninguém avisa, na cerimônia do jaleco, que os seus pais envelhecem, suas sobrinhas crescem e alguma paixão da sua vida se perde. Talvez seja por isso que alguns pacientes me veem como um filho, os pequenos me chamam de "titio" e os mais experientes me tratam como neto. Eu aceito, é a benção da gratidão, o céu amenizando ausências. Mas não há poeta que explique ou doutor que cure a saudade que tenho dos meus pais. É triste não acompanhar o crepúsculo da vida dos meus avós. Prefiro não falar, porque aqueles que compartilham os meus genes estão além das minhas palavras. Saudade, sal da distância
Há uma voz que me percorre as veias
Se apodera de mim, me levanta como se fosse vento
Vai e vem como se fosse mar
Um abalo de ser e ter com tudo e a totalidade
Uma agitação do ambíguo
O que subsiste e o que cessa.
Tenho me perguntado uma coisa já há algum tempo; o problema é que nunca paro para ouvir minha resposta...
Quando você tem uma amiga que conhece há muito tempo e depois brigam, você se sente infeliz e dá vontade de chorar e só pensar nela.
Há mais encanto em uma pequena flor tirada do jardim do vizinho e dada com amor, que num ramalhete de duas dúzias de rosas colombianas sem o menor afeto.
Se for verdadeiro
nunca há obstáculos, barreiras
ou distância...
Apenas uma conexão
sobrenatural entre nossas almas.
