Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

Cerca de 840908 frases e pensamentos: Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

Há uma angústia silenciosa que se instala quando se percebe que já não se consegue resolver sozinho boa parte da própria vida. Não é apenas a dificuldade prática que pesa, mas a sensação profunda de invalidez, como se algo essencial tivesse sido retirado sem aviso. A autonomia, antes natural, passa a ser um privilégio distante, e cada decisão depende de terceiros, de permissões, de circunstâncias que fogem ao controle.
Essa condição corrói por dentro. O indivíduo sente-se diminuído, não por falta de vontade ou capacidade intelectual, mas por estar aprisionado a limites que não escolheu. Surge a frustração de querer agir e não poder, de saber o que precisa ser feito e ainda assim permanecer imóvel. A dependência forçada fere o orgulho, a identidade e a dignidade, criando um conflito constante entre o desejo de reagir e a realidade que impede qualquer movimento efetivo.

Não há vendaval que possa tirar você do chão ou desmontar suas estruturas ,se você tiver em si uma tempestade de Fé.
╰☆╮
___________FranXimenes
08*08*2013

Todos nós por algum motivo, acabamos entrando dentro de uma tempestade, não há mérito algum nisso, o grande mérito existe apenas quando você sai ileso dela.

Não há nada mais solitário que uma grande multidão.

O amor não recíproco, é como uma doença que acabou de surgir
Onde, ainda não há remédios para curá-lo
Só resta o tempo criar a cura.

Não tente prever o futuro triste... Por causa de erros do passado e presente... Sempre há uma possibilidade de mudança.

⁠Não há neutralidade diante de uma injustiça, mas sim cumplicidade disfarçada de neutralidade.

⁠Sou eu ,uma mulher adicta que há cinco meses me aceitei sem poder e nem força pra sozinha não sofrer a abstinencia da nicotina.
Que a realidade do que não presta sempre se manifeste a mim,que eu possa sofrer quantas vezes for necessário negando as atitudes que antes me era natural e sem valor.
Meu corpo agradece pelos anos que fumei,enquanto isso a fumaça vai sendo estirpada de dentro de mim aos poucos até não mais existir ..restando apenas uma saudade doente daquilo que se foi mesmo não prestando um dia esteve comigo me apoiando na ansiedade ,nos momentos difíceis e até nos momentos de risos e de conquistas.
Tenho muito respeito pela pessoa que eu era e muito respeito pela substância que me movia.
Hj com Deus ,não dou valor a nicotina e as coisas imprestáveis de antes. APENAS RESPEITO UM PASSADO QUE MORREU.

Há pessoas que carregam uma doença silenciosa: a mentira. Não sentem dor por mentir, mas causam dor em quem acredita.

Não, esta vida não me parece natural.
Há nela uma ordem que não escolhi e à qual, ainda assim, pertenço.
Nasci — e, antes que pudesse sentir o espanto de estar aqui,
já havia uma prova da minha presença.

Um papel declarou meu começo. Eu não.
Outros vieram depois, confirmando etapas.
No fim, outro afirmará que terminei.

É estranho que a existência precise de testemunhas,
como se o simples fato de respirar não bastasse.

Às vezes penso que não vivo, apenas correspondo.
Respondo a chamadas invisíveis,
atendo a expectativas que não formulei.
Sou menos um ser do que uma função em curso.

Pergunto-me se existo
ou se apenas me mantenho em operação.

Meus pais me pensaram antes de me conhecer.
Havia em mim um projeto que não era meu.
Minha mãe me chamava de futuro.
Eu tentava existir no presente.
Cresci entre o desejo deles e a minha própria indefinição.
Hoje não sei se falhei
ou se apenas nunca aceitei ser continuação.

Há em mim algo que resiste.
E, no entanto, todos os dias sou traduzido em números.
Sabem tudo sobre mim.
Não sabem quem sou.

Não me oprimem as paredes.
O que me inquieta é a forma —
a exigência de caber sem sobrar.

Vestimos papéis como se fossem natureza.
Chamamos dever ao que é repetição.
Chamamos escolha ao que já estava traçado.

E corremos —
não sei exatamente em direção a quê.

Dizem que isso é amadurecer.
Talvez seja apenas suportar a própria compressão.

Construímos cidades verticais
e desaprendemos a olhar na altura dos olhos.
Quanto mais alto subimos,
mais abstratos nos tornamos uns para os outros.
Multiplicamos fronteiras:
classe,
crença,
idioma,
convicções herdadas.

A aproximação tornou-se um esforço.
É preciso explicar-se antes de simplesmente estar.

Às vezes imagino um lugar
onde não seja necessário justificar a própria presença,
onde o erro não se converta em identidade.

Não sei se esse lugar existe fora do pensamento.

Não sei se escrevo para confessar
ou para observar a mim mesmo escrevendo.
Há momentos em que me sinto dividido
entre o que sente
e o que analisa o que sente.

Talvez eu seja apenas essa divisão.

Ainda assim, algo em mim não se acomoda —
uma recusa discreta que insiste.

Não sei se há saída.
Mas sei que não aceito ser apenas o que registraram de mim.
Não aceito ser engavetado.

Se não posso abandonar o mecanismo,
posso duvidar dele.
E essa dúvida, por enquanto,
é a única prova que reconheço como minha.

Não sei se posso derrubar os muros.
Mas posso subir —
enquanto não me puxam de volta.

E espiar por cima.

E lembrar, nem que seja por um instante,
que o horizonte não pertence a quem o delimitou.

Há uma solidão que só conhece quem vive entre dois mundos, pertencendo a tudo e não se sentindo dono de nada.

A mente pode ser uma dádiva, mas torna-se um caos absoluto quando não há domínio sobre ela.

Há uma luz antiga no fundo do abismo,
não chama, mas acolhe.
Quando os pés param à beira,
é a terra que respira sob eles,
lembrando:
nenhum salto é sem mãos invisíveis.
Que o vento venha,
não para derrubar,
mas para sustentar.
Que ele ensine o corpo a confiar
no movimento que não fere.
O erro não é maldição.
É abertura.
Ferida por onde o amor esquecido
retorna ao sangue e faz pulsar o coração.
Que aquilo que sangrou
seja lavado não pelo medo,
mas pelo tempo certo.
Que essa pele nova endureça.
As defesas podem descansar.
Que as muralhas se tornem portais,
que os fantasmas dissolvam seus nomes.
Coragem não é ataque:
é permissão.
Que o amor seja lembrado.
Não como promessa,
mas como presença.
Que o sol não seja negado
mesmo quando a noite ainda pesa.
Que os ossos desaprendam a dor
que não lhes pertence.
Se houver sombra,
que ela seja abrigo,
não prisão.
Que o silêncio não engula,
mas escute.
E ao caminhar,
mesmo sem mapa,
que cada passo seja bênção.
Que o passado não seja apagado,
mas se torne aprendizado.
E que novos e bons caminhos surjam
onde antes só havia medo.
Assim seja no corpo.
Assim seja no fôlego.
Assim seja no agora.

⁠Educadoras

Não há grito de liberdade maior que de uma criança.
Dentro de sua inocência, confronta o mundo com a verdade.
Se irrita com o banal, e valoriza o que de mais puro existe no mundo.
A verdade do coração, transmitida no olhar, no sorriso que gargalha.
Na peça pregada pela simples alegria.
Não há nada de mais espontâneo e cativante no ser humano.
Não há expressão mais literal da verdade.
Dom sem igual, o qual a sociedade tanto luta para domar.
Com suas concepções fúteis de educação.
Afinal crianças não vem para aprender
Vem para ensinar.

Há uma paz que não se aprende nos livros,
nem se explica em palavras humanas;
é a paz que vem de Deus, suave e eterna,
que toca a alma quando o mundo silencia.

Teus olhos não apenas olham,
eles atravessam.
Há neles uma luz que desnuda o mundo
e um silêncio que diz tudo o que a boca não ousa.
Quando me encontro no teu olhar,
entendo que beleza não é forma,
é profundidade.
É alma transbordando sem pedir permissão.
Teus olhos carregam verdades antigas,
dessas que não se aprendem, se reconhecem.
E quem os encara por tempo demais
não sai ileso,
leva um pouco de ti para sempre.
Porque o teu olhar não seduz,
ele revela.
E ao revelar tua alma tão clara,
faz da intensidade
a sua forma mais bonita de existir.

Não há contradição com a existência do objeto a priori; o que existe é uma expansão do sentido.

É uma despedida?




Então… sim...
Há alguns anos, eu me apaixonei.
Não por alguém, mas por um instante.


Foi um sorriso.
E, nele, algo em mim despertou como se sempre tivesse estado ali, adormecido.


Houve um abraço.
E naquele breve contato, eu quase fui inteira.
Como se, por um segundo, eu tivesse pertencido a algum lugar que nunca conheci.


E eu fiquei.
Não ali… mas na sensação.


Porque há encontros que não acontecem no mundo, acontecem dentro.


Sabe essas histórias que acreditamos poder controlar? Eu não controlei.
Mas ele… talvez nunca tenha estado nelas.


E ainda assim, eu insisti em sentir.


Porque sentir, às vezes, é tudo o que nos resta
quando o outro não fica.


Eu soube.
Desde o começo, eu soube.
O adeus já existia antes mesmo do primeiro olhar.


Mas eu quis ignorar.
Quis esticar o tempo…
como quem tenta segurar água nas mãos.


E então houve aquele quase.
O beijo que não veio.
O olhar que, por um instante, disse tudo
e depois… nada.


E ali, silenciosamente, terminou o que nunca começou.


Não houve nós.
Não houve história.
Só um sentir que se expandiu demais
para caber na realidade.


E, ainda assim… doeu.


Porque, por um breve momento,
eu vi em você algo que nem eu mesma sabia que existia em mim.


E talvez seja isso…


Algumas pessoas não entram na nossa vida para ficar. Entram só para despertar algo dentro da gente.


E depois… vão embora.

Inovação de verdade só acontece quando há inclusão. Sem isso, ela não passa de uma invenção.

Ah! O que há de sentir?!


É este amarelo que não cabe nos olhos e transborda,


uma febre de girassóis golpeando o peito até que ele se abra.


Não é o ar que entra, é a própria luz que nos invade,


com o peso de mil borboletas em pânico dentro das veias.


Sentir é o fim da distância.


É ver a flor e não saber onde termina o perfume e onde começa o seu fôlego.


É esta urgência de ser tudo ao mesmo tempo:


a pétala que cai, a asa que hesita, o sol que devora o horizonte.


Há um incêndio silencioso nas cores.


O mundo brilha com uma crueldade bela,


e nós, náufragos dessa claridade,


sentimos o universo pulsar sob a pele como um coração alheio.


O que há de sentir?! Tudo.


O espanto de estar vivo enquanto o tempo desmorona,


e a glória de ser apenas este instante,


dourado,


frágil,


absoluto.