Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Ah! Você parece estar bem melhor hoje


Uma pessoa livre não pode viver reclusa


O sol não se esconde da luz do dia


Levante, respire e sorria

⁠Se não pode ajudar melhor ficar calado, não coloque areia na relação ou na vida de uma pessoa, melhor ficar na sua do que falar alguma coisa que não pode mudar nada relacionado ao assunto mencionado.

Cada pessoa conhece uma versão diferente de nós — porque não somos espelho fixo, somos resposta:
para os pacíficos, oferecemos calma;
para os que são meio arco-íris e meia tempestade, viramos céu nublado ou sol aberto;
e diante de trovões e sombras, revelamos uma agitação urgente, aquela pressa intensa de resolver tudo mesmo sem calma.

⁠⁠⁠Quanto mais iluminada uma pessoa é, mais escuridão ela é capaz de atrair, não pra que ela se torne a escuridão também, mais pra que ela saiba que contraindo a responsabilidade da lucidez e da razão como experiência essencial de seu caráter. Sendo assim ela poderar transmitir a sabedoria como uma luz sagrada capaz de tornar brilhante as fundações da escuridão na insegurança e na ignorância de outros seres.

A consistência de uma pessoa não aparece nos dias fáceis.
Aparece quando ela está cansada, machucada, desacreditada e, ainda assim, continua.
Porque permanecer quando seria mais fácil desistir é uma das formas mais raras de força.

O que leva uma pessoa a brigar por dez reais?

Talvez não sejam os dez reais.

Talvez seja a fome que ninguém viu.
A humilhação que ninguém percebeu.
As portas que foram fechadas.
As oportunidades que nunca chegaram.

Há momentos em que uma pequena nota carrega um peso maior que uma fortuna.

Antes de julgar quem discute por tão pouco, vale lembrar: ninguém mede o valor do dinheiro da mesma forma quando a vida começa a faltar.

Às vezes, a discussão nunca foi pelo dinheiro.

Foi pela dignidade.

A Essência de Ser uma Pessoa Boa


O que realmente nos define como seres de bem não são os discursos bonitos ou as aparências que sustentamos diante do mundo, mas sim as escolhas silenciosas que fazemos quando ninguém está olhando. Ser uma pessoa boa é um exercício diário de autoexame e amor em ação. Não significa ser perfeito ou nunca errar, mas ter a humildade de reconhecer os próprios tropeços e o desejo sincero de corrigi-los. O homem bom é aquele que aprendeu a estender a mão sem esperar aplausos, que ouve com paciência a dor alheia e que se alegra verdadeiramente com o sucesso do próximo. A bondade real é uma conquista da alma que compreendeu a sua responsabilidade diante do Criador e da vida. Ser bom é, acima de tudo, conseguir deitar a cabeça no travesseiro com a consciência em paz, sabendo que, no cenário da nossa existência, escolhemos ser o amparo e nunca o motivo do choro de alguém.

Quando você é uma pessoa boa você não perde pessoas, elas é que perdem você.

Eu não vou apenas repetir o que você diz se isso vai contra a essência de ser uma boa pessoa e de tratar todo mundo com dignidade.

Não permita que o desejo de possuir coisas obscureça o dever de ser uma pessoa melhor.

A nobreza de uma pessoa não está na sua conta bancária, mas na generosidade dos seus atos e na pureza da sua intenção.

A dignidade de uma pessoa não está nos bens materiais que acumula, mas na simplicidade do seu caráter e na pureza da sua alma.

Não é porque o meu amor por uma pessoa é para toda a vida que o meu relacionamento com ela também precisa ser.

Não pretendo ser um modelo de seguir. Apenas ser mais uma pessoa que tenta despertar interesse e inflamar o entusiasmos para a prática dos valores humanos.

benta

Existe um tipo de pessoa que não entra na vida dos outros.

Ela inaugura uma estação.

Antes dela, os dias acontecem como um inverno comprido. As árvores continuam de pé, os carros continuam passando, o relógio continua cumprindo sua obrigação de girar. Mas existe uma diferença silenciosa entre viver e apenas sobreviver. Quase ninguém percebe até encontrar alguém capaz de acender as luzes de uma casa que sempre esteve habitada por sombras.

Foi assim que conheci Benta.

Os olhos mais sinceros que já presenciei em 26 anos de vida.

Bonitas eram as coisas que aconteciam perto dela.

O café parecia mais quente.

As ruas pareciam menores.

Os silêncios deixavam de ser um lugar de abandono para se tornarem um idioma que duas pessoas podiam dividir sem medo.

Ela carregava uma estranha habilidade de fazer o mundo perder o excesso. Como se passasse as mãos sobre a realidade e retirasse todo o ruído que sobrava entre um coração e outro.

Algumas pessoas chegam oferecendo promessas.

Benta oferecia paz.

E isso era infinitamente mais perigoso.

Porque promessas quebram.

Paz vicia.

Passei tempo demais acreditando que anjos tinham asas.

Depois percebi que talvez eles apenas saibam permanecer quando ninguém mais consegue.

Ela nunca precisou salvar ninguém de incêndios, tempestades ou guerras.

Bastou existir.

Há pessoas que nos dão conselhos.

Outras nos dão coragem.

Ela me devolveu uma versão de mim que eu desconhecia.

Na presença dela, eu não precisava fingir ser forte. Não precisava vencer discussões imaginárias, provar inteligência, esconder as rachaduras ou construir personagens. Pela primeira vez, existir parecia suficiente.

E isso me assustava.

Porque quando alguém nos enxerga sem as armaduras, sobra apenas a responsabilidade de não ferir aquilo que finalmente encontrou descanso.

Nem sempre consegui.

É estranho perceber que o amor também pode carregar culpa.

Não aquela culpa dramática dos romances.

Uma culpa silenciosa.

A de olhar para trás e pensar que algumas mãos aparecem apenas uma vez na vida para nos tirar da água.

E nós, ainda aprendendo a respirar, acabamos soltando exatamente a mão que nos mantinha na superfície.

Às vezes imagino que Deus distribui milagres de maneira discreta.

Não em igrejas.

Não em profecias.

Mas em pessoas.

Pessoas que aparecem sem anunciar a própria importância.

Que entram pela porta como qualquer outra.

Que riem de coisas pequenas.

Que bagunçam os cabelos com o vento.

E só depois de irem embora revelam que sustentavam um universo inteiro sem nunca terem dito uma palavra sobre isso.

Benta era assim.

Nunca precisou dizer que era luz.

A escuridão fazia esse trabalho por comparação.

Existe uma rua dentro da memória onde ela continua caminhando.

Não envelhece.

Não se despede.

Não pede que eu a siga.

Apenas continua andando, enquanto tudo ao redor floresce com a delicadeza de quem nunca soube que estava realizando um milagre.

Talvez seja por isso que algumas lembranças doam tanto.

Não sentimos falta apenas de uma pessoa.

Sentimos falta daquilo que éramos quando alguém nos fazia acreditar que o mundo ainda tinha um lugar reservado para a esperança.

Benta nunca foi uma casa.

Casas podem ser reconstruídas.

Ela foi horizonte.

Você pode atravessar continentes inteiros, aprender novos idiomas, dormir em outras camas, conhecer outros rostos.

Ainda assim, em algum momento do dia, seus olhos procuram exatamente aquela linha distante onde o céu parecia tocar a terra.

E então você entende.

Existem pessoas que passam pela nossa vida para serem amadas.

Outras, para serem esquecidas.

Mas há uma categoria infinitamente mais rara.

Aquelas que nos libertam de nós mesmos.

Que chegam quando tudo dentro parece um labirinto sem saída e, sem perceber, derrubam uma única parede.

Não mostram o caminho.

Elas se tornam o caminho.

E mesmo quando já não estão mais ali, seguimos andando por causa da direção que deixaram.

É por isso que nunca consegui pensar em Benta como uma ausência.

Ausências pertencem ao tempo.

Ela pertence ao que existe antes das palavras.

Àquela sensação inexplicável de encontrar abrigo sem precisar entrar em lugar algum.

Se algum dia me perguntarem qual foi o melhor sentimento que experimentei, não responderei com felicidade.

Felicidade é breve.

Direi que, por um instante impossível da vida, conheci alguém cuja simples existência fazia o mundo parecer menos pesado.

E desde então passei a desconfiar que certos anjos aceitam viver entre os homens apenas para lembrá-los de que a salvação, às vezes, não desce dos céus.

Às vezes ela sorri.

E atende por um nome que ninguém mais compreenderá.

Benta.

Lembre-se de uma coisa: uma relação saudável não acontece quando uma pessoa salva a outra. Ela acontece quando duas pessoas, cada uma carregando a própria história, escolhem caminhar juntas. Você merece ser escolhida pelo que você é, e não pelo quanto consegue suportar ou resolver a vida de alguém.

Todo mundo ama uma pessoa livre, até descobrir que não consegue aprisioná-la.

"Quando uma pessoa agrada alguém por obrigação, Ela não é feliz, principalmente se a obrigação é recorrente".

O que uma pessoa não é capaz de fazer em nome da paixão? Torna-se cega a qualquer tipo de consequência.

Amigo não é saco de pancadas, amigo é uma pessoa especial que nos ajuda a minimizar os sofrimentos e compartilhar as alegrias.