Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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O Problema é Amar a Pessoa Errada.

Inserida por KamillaMoreira

⁠Amar é ⁠colocar-se no lugar da pessoa, em vez de julgá-la.

Inserida por KamillaMoreira

⁠É possível amar a Pessoa Certa e ainda assim se apaixonar pela pessoa errada. A paixão e o amor são sentimentos distintos, e a paixão pode surgir de forma inesperada, mesmo quando já existe um relacionamento estável e satisfatório.

Inserida por KamillaMoreira

Amor eterno amor! Como é bom amar a pessoa certa mesmo nas horas incertas! Adoro passear com a Leonice Santolin, minha esposa há mais de 43 anos!!!

Inserida por luizborgesdosreis

⁠Como é bom amar a pessoa certa mesmo nas horas incertas!

Inserida por luizborgesdosreis

⁠⁠Amar é isto: quando beijas a pessoa que amas, o teu coração sente que está em casa.

Inserida por JoniBaltar

⁠E o ser humano tem a maluquice de achar que aquilo que ele não consegue compreender possui uma importância maior, mas não se aprofundam nesse conhecimento. Apenas ficam na superfície da ignorância.

Inserida por RuiMiguel

Padre e Egoísmo não podem andar juntos... Padre Egoísta é uma Aberração !... " ( Pode-se estender a qualquer pessoa que cumpra uma função de fazer a outros se aproximarem das Esferas do Divino... __ Cercadas, cheias e comunicantes de um AMOR __ que renova, une e amplia sempre!... Sem ferir... sem humilhar... sem aprisionar... sem __ ...MATAR.. ( Pensamento, Corpo, Coração ou Alma !... )

Inserida por RITAMENINAFLOR

Já pensou em se valorizar hoje? Você merece uma autovalorização. Reflita sobre suas batalhas, que ninguém vê. Se admire. Se admire todo o dia pois você está vivendo e pode realizar.

⁠Tudo que move vive,
Nem sempre dizer é certo
(“Maria ele morreu em movimento?”)
“Sim! Por uma bala dura
Que saiu de um canhão
Do homem da viatura pública que solta:
Bang, bang, bang”
(“como assim Maria?”)

Inserida por mariaia

⁠Ter uma máscara é a maneira que dispomos para disfarçar as nossas
vulnerabilidades ou exponencial as nossas forças para sermos mais
admirados ou amados.

Inserida por RuiMiguel

⁠Quando você tenta seguir opiniões alheias, simplesmente deixa de
viver. Mas uma coisa é certa. Aliás, duas coisas são:
– Ninguém muda.
– Quem ama não trai.

Inserida por RuiMiguel

A tragédia da dicotomia razão e emoção é quando uma trai a outra. Celeumas de uma vida.

Inserida por f_fidelis

Não sei de tudo e de nada sei,
Mas sei que do tudo que ainda não sei, tenho muito para saber.

E se não sei, finjo saber.
Por capricho, talvez.
Ou seja a insensatez, do porquê, do querer, do saber.

Mergulho nas dúvidas, com o apetite voraz.
Quero saber sempre mais.
E ninguém precisa saber,
Que eu não sei se querer é pior que saber,
Basta apenas pensar, basta só inventar,
Iludir, enganar, que ninguém vai notar.

Quando o tempo passar,
Quando tudo voltar, assumir seu lugar.
Certamente estarei, rodeado de certeza,
Conhecedor por clareza,
Que com toda a certeza, a mais certa que sei,
Que por fim nada sei e nem quero saber.

Porque eu sou do tamanho do que vejo E não do tamanho da minha altura.

(Do Livro do Desassossego - Bernardo Soares – Fonte: Domínio Público)

Inserida por portalraizes

A paixão dela sempre foi a alma. A mente, não o corpo.

Inserida por pensador

Você ainda precisa de tempo para se encontrar. Não precisa que eu te espere. Você precisa ser completamente livre.

Inserida por pensador

⁠Não culpe os ventos; são eles que possibilitam a contínua dança das flores. A chuva, além de lavar o ar e reviver o chão, é água que conta história. O escoamento das águas, sempre ignorado, é como o leito de um rio que sonha. E o luar, esse é o poeta dos mares, que escreve versos nas marés e determina suas próprias beiras e bordas. A natureza é fúria e afeto, início e fim. Importante para nós é aprender a viver em harmonia com os segredos das árvores e das pedras, pois quando o assunto é o meio ambiente, a única opção além de coexistir é desaparecer.

Inserida por Epifaniasurbanas

Soneto de Intimidade

Nas tardes de fazenda há muito azul demais.
Eu saio às vezes, sigo pelo pasto, agora
Mastigando um capim, o peito nu de fora
No pijama irreal de há três anos atrás.

Desço o rio no vau dos pequenos canais
Para ir beber na fonte a água fria e sonora
E se encontro no mato o rubro de uma amora
Vou cuspindo-lhe o sangue em torno dos currais.

Fico ali respirando o cheiro bom do estrume
Entre as vacas e os bois que me olham sem ciúme
E quando por acaso uma mijada ferve

Seguida de um olhar não sem malícia e verve
Nós todos, animais, sem comoção nenhuma
Mijamos em comum numa festa de espuma.

Vinicius de Moraes
Antologia poética

Sei que há um prazer violento que se chama gozar. Adivinhei-o noutros tempos, num momento de embriaguez...é quando a alma se conhece a si própria.