Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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Chloe: Eu quis tanto te ter contado a verdade há mais tempo.
Jimmy: O que eu fiz para você pensar que eu não aceitaria você?
Chloe: Nada. Isto é, eu acho que sempre soube que me aceitaria. Eu é que não conseguia me aceitar.

⁠Há casais que com o tempo se tornam estranhos, mesmo morando sob o mesmo teto.Quase nunca se olham, nem mesmo nas raras vezes em que se falam. E quando se falam há rispidez ou ironia nas palavras.
Possivelmente um deles nunca amou verdadeiramente o outro. E, de tanto desamor de um, o amor do outro desama. A separação definitiva passa a ser a única saída para cessar o autoflagelo emocional dos dois...

Há muito tempo deixei de me reconhecer. Em tantos momentos me enganei sobre mim mesmo, estive errado, caminhei às cegas, girando em círculos como quem procura uma saída que talvez nem exista.

Sinto como se houvesse um muro invisível entre quem eu sou e quem venho sendo. Um muro silencioso, erguido pouco a pouco, que hoje parece alto demais para ser atravessado. É como se algo, ali no meio desse vazio, impedisse o resgate daquilo que um dia foi a minha alma.

E assim sigo, com a estranha sensação de que, em algum ponto do caminho, perdi a ligação de estar verdadeiramente conectado a mim mesmo. Como se eu ainda habitasse este corpo, mas já não encontrasse o caminho de volta para dentro de mim.

⁠Jogar futebol é muito simples, mas jogar futebol simples é a coisa mais difícil que há.

Johan Cruyff
Filosofia Cruyff: as frases do ídolo holandês sobre o mundo do futebol. Globo Esporte, 24 mar. 2016.
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Sei que há amor

Sei que me amas
quando mostra paciência
para comigo mesmo quando
louca, descontrolada.
Quando você não desiste de mim
mesmo quando eu mesma já desisti
Saber que me ama me fortalece
para levantar e lutar
Enquanto houver paciência
Sei que há amor!

⁠Há pessoas que são ajudadas pelos seus defeitos, como outras o são pelas suas qualidades.
sfj,reflexões

Na sabedoria há qualquer coisa de estério.
sfj,reflexões⁠

E onde quer que haja vida, há crescimento.
sfj,reflexões ⁠

Há três espécies de cérebros: uns entendem por si próprios; os outros discernem o que os primeiros entendem; e os terceiros não entendem nem por si próprios nem pelos outros; os primeiros são excelentíssimos; os segundos excelentes; e os terceiros totalmente inúteis.

Até a empatia encontra seu fim.
Há um limite para o perdão, um esgotamento para a compreensão.
Algumas almas não merecem resgate, apenas a colheita amarga do caos que plantaram.
Algumas pessoas não apenas merecem o que sofrem —
mereciam talvez um pouco mais,
só para entender o gosto da dor que sempre serviram aos outros.

O EVANGELHO DOS INFELIZES.
Prefácio.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Há livros que nascem da erudição. Outros, da experiência. Este nasce da dor compreendida.
O sofrimento sempre acompanhou a humanidade como sombra inevitável. Desde as primeiras narrativas do Gênesis até as páginas pungentes do Novo Testamento, a dor não é acidente, mas linguagem. Em Bíblia Sagrada, a aflição aparece não como punição arbitrária, mas como pedagogia moral. No livro de Jó, o justo sofre. Nos Salmos, o coração clama. Nos Evangelhos, o Cristo consola os aflitos e declara bem aventurados os que choram, porque serão consolados.
Contudo, os infelizes sempre foram mal interpretados. A sociedade, em suas estruturas históricas, tende a confundir sofrimento com fracasso. Sob a ótica espírita, tal equívoco dissolve-se. Em O Evangelho segundo o Espiritismo, publicado em 1864, afirma-se que as aflições possuem causas atuais e pretéritas, inscritas na lei de causa e efeito. A dor, longe de ser mero acaso biológico ou injustiça divina, revela se instrumento de reajuste e de ascensão moral.
Este livro não pretende romantizar o padecimento. O sofrimento que embrutece, que revolta, que obscurece a consciência, é sinal de incompreensão. Mas o sofrimento que desperta, que purifica intenções e amadurece o espírito, converte-se em semente de luz. É nesse ponto que os infelizes tornam-se protagonistas de uma revelação silenciosa.
A tradição cristã sempre compreendeu que a cruz não é símbolo de derrota, mas de transfiguração. Em O Livro dos Espíritos, encontra-se a afirmação de que a vida corporal é prova ou expiação. Tal proposição exige maturidade filosófica. Prova implica oportunidade. Expiação implica reparação. Em ambos os casos, há finalidade educativa.
O Evangelho dos infelizes não é um novo texto canônico. É antes uma leitura interior do Evangelho eterno aplicado às almas que caminham sob o peso das lágrimas. Ele dirige-se aos que perderam, aos que foram traídos, aos que experimentaram a solidão moral, aos que se veem incompreendidos em meio ao ruído social.
Historicamente, as grandes transformações espirituais nasceram do sofrimento. A perseguição moldou os primeiros cristãos. A pobreza formou santos. A renúncia edificou consciências. O infortúnio, quando assimilado com dignidade, desvela dimensões superiores do ser.
Sob a análise psicológica contemporânea, reconhece-se que a dor pode produzir resiliência, expansão de sentido e reorganização existencial. A tradição espírita amplia essa compreensão ao afirmar a continuidade da vida e a perfectibilidade do espírito. Assim, o que hoje se chama infelicidade pode ser capítulo necessário de uma história mais ampla que ultrapassa a existência presente.
Este prefácio não oferece consolo superficial. Oferece perspectiva. O Evangelho dos infelizes convida à reflexão severa e à esperança fundamentada. Não há sofrimento estéril quando há consciência desperta. Não há lágrima ignorada quando há justiça divina.
Se a humanidade aprendesse a olhar para os infelizes não como derrotados, mas como viajores em processo de depuração, a ética social seria mais compassiva e a própria noção de êxito seria reformulada.
Que estas páginas sirvam não para alimentar lamentos, mas para transformar dor em lucidez, culpa em reparação e desespero em coragem moral.
Porque o verdadeiro Evangelho não se dirige aos satisfeitos, mas aos que ainda choram, e é na pedagogia da aflição que a alma começa a reconhecer a grandeza de seu destino.

" Contudo, há distinção entre a mágoa que paralisa e a lágrima que purifica. A mágoa é apego à ferida. A lágrima é reconhecimento da ferida. A primeira endurece. A segunda humaniza. Quando a lágrima é secreta, ela dialoga apenas com Deus e com a própria consciência. Torna-se oração silenciosa. "

"Há dias em que o mundo pesa, mas a alma, quando educada na esperança, sustenta o próprio mundo."

"Há dias em que o mundo pesa, e a existência parece inclinar-se sob o peso invisível das responsabilidades. Contudo, a alma que se educa na esperança descobre que não carrega apenas o mundo, mas sustenta-o com a própria luz interior."

Todo mal é efêmero quando há fé!

Ponto de Luz: a Felicidade

Ei, menino,
sem te avisar, te amei demais.
Há momentos em que a vida é um mistério.
Com luz, saúde e privilégios, ela se torna excitante.
Sem luz, nas trevas, mesmo com muita dificuldade, procuramos espaços e, às vezes, encontramos apenas becos e escuridão.
É uma luta entre erros e acertos.
O cansaço cancela o ânimo, e a tristeza se instala.
Ei, menino,
enxuga os seus olhos.
Não permita que nada te abale.
Muitas vezes, um ponto de luz traz a transformação que desejamos.
Espaços iluminados se abrem à nossa frente, e aqueles olhos que quase desistem passam a sorrir — um sorriso que chega à alma.
O êxtase toma conta, e o nosso mundo volta a se colorir, provando que existe o hoje, com todas as suas batalhas, para que o amanhã continue a existir: mais vivo, mais pulsante.
Que lágrimas de alegria e felicidade
sejam o combustível existencial neste mundo que muitos não entendem e apenas julgam.

Bora, gente… ser feliz!

" Admiro este seu jeito de falar do amor, ha tanta ternura em seu olha, este sorriso doce de menina em corpo de mulher me alucina. Quem dera eu poder te amar em uma noite de luar".

Há feridas difícil de serem curadas
dentro de você, é por isso que Deus
em sua doce bondade, nos presenteou
com os anjos que chamamos de Amigos.

Há um poder silencioso em reconstruir-se longe dos olhares curiosos. Hoje, celebro a mulher que sou e a paz que conquistei, deixando que o meu sucesso faça o barulho que eu não preciso fazer.
Feliz Dia das Mulheres
para quem sabe o valor do próprio segredo

Há feridas em mim
Que um amor deixou:

Ouve tantas partidas
Em meu olhar
Que nem as lágrimas
Mais profundas
Conseguiam evaporar.

Ouve tantos suspiros
Em meu coração
Que nem o ar
Ala Katrina
Em meus pulmões
Eu conseguia controlar.

Ouve tantos dias
Que pareciam noites
Em minha cama
Que ao me ver chorar
Já não conseguia mais suportar.

Triste, triste mesmo:
Triste não é o grito da partida
Mas sim, o silêncio da solidão!