Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
A vida não pode ser mudada em apenas um momento, mas um momento é capaz de mudar o resto de uma vida.
A vida é uma dança
Que para ser bem servida
Tem que ser feita em par
As vezes não é divertida
Pode até ser graciosa
Há quem diga mar de rosa
Bem dançada e bem vivida
joanarodrigues.com.br
Toda crítica deve ter um fundamento, pois, sem argumentos não passará de uma opinião.
joanarodrigues.com.br
O VOLUNTARIADO É UMA MISSÃO MARAVILHOSA!
Não é o que sinto que interessa, mas o que eu posso fazer para melhorar a vida do outro. A gratidão que percebo no olhar de quem se beneficia da minha ação, me basta.
Muitos desejam uma vida boa, mas não esforçam-se para tê-la. Querem que o seu dia seja bom, mas não se dispõem a ter um ato de bondade jdurante o dia. A vida que se deseja é a mesma que se precisa levar. O que você recebe é sempre o retorno do que já ofertou.
O amor não é apenas uma palavra, é o resultado de um conjunto de situações e emoções. Plantio que não se cultiva em apenas uma estação.
As vezes, a gente não tem força para se livrar de uma situação, por comodismo, por falta de criatividade, por falta de coragem mesmo, de enfrentar o novo, o diferente...
Não é pra qualquer um, sair da zona de conforto e dar a volta por cima, é pra quem se ama acima de qualquer situação, e quer se presentear de uma vida melhor.
A potência de uma mulher não é quando ela conhece o amor de um homem... É quando ela se torna mãe, e descobre o significado do amor incondicional.
O poder de uma mulher não demanda da sua formosura ou encantamento, mas, do seu caráter, coração autêntico e alma guerreira.
A mulher não necessita de salto alto para sentir-se grande; pois a sua grandeza está nas atitudes, gestos bondosos e olhares de compaixão.
As mulheres não são todas iguais, embora tenham em comum a força e a capacidade de amar, com um amor tão profundo, que as convertem mais fortes que todo o poder do universo.
Nesse mês de março, mês das mulheres, as reverencio.
DO QUE UMA MÃE É CAPAZ
Ela não abre mão apenas do alimento, em favor dos seus filhos, mas abre mão também do seu bem-estar, e até do próprio futuro. E em muitas ocasiões, até da própria vida.
Ela não dá lugar aos seus sentimentos, mas vive o sentimento de cada filho de maneira exclusiva.
Sequer lembra das suas necessidades, mas vive para suprir as necessidades dos seus filhos.
As suas emoções são colocadas em último plano. O que mais a fere, é ouvir do próprio filho, palavras que a desagradam.
Ela vive cada soluço, cada lágrima, como se fosse um segredo.
E como um milagre de Deus, é capaz de esboçar um sorriso do tamanho do universo, para não demonstrar ao filho o que o seu coração sofre.
A capacidade de reinventar-se é tão extraordinária, que traz tranquilidade, amor, segurança e paz, para o Lar da sua família. Feliz dia, para todas as mães do mundo.
O amor de Deus não floresce em apenas uma estação, mas sim, é constante como o sol que brilha em todas as estações do ano.
O amor de Deus é como uma fonte inesgotável de bondade e compaixão, que se renova a cada amanhecer.
Assim como as estações do ano se sucedem, o amor divino nos acompanha em todos os momentos das nossas vidas.
Sempre guiando-nos e protegendo-nos em cada estação, com sua luz calorosa.
Que possamos sempre nos lembrar desse amor eterno, e nos inspirar a compartilhá-lo com todos ao nosso redor.
Tenho em mim uma fé que se faz luz.
Que não se traduz, pois é um sentir.
É única!
É companhia, permissão, benção.
É leveza, é presença.
E é bem vinda!
"Uma hora, do nada, vem um estalo: isso não combina mais comigo! Isso não faz sentido com a minha versão atual... É a mudança de ciclo te cumprimentando."
sabe porque fala demais como uma criança hulk? porque não é fal de dizer o quanto ganha. não pode que eu faça o mal todo desse mundo. 15 anos atrás não era assim. Que tipo de normal era 15 anos atrás é Não pode que eu faça o mal todo desse mundo
Sobre o escrever,
so posso dizer,
Também pensei que escrevia,
Mas tudo não passou de uma enorme utopia...
Aquando me perdia
em braços que não devia !!!
Uma galinha não teme o que pode acontecer ao seu pinto, não conhece todas as doenças que podem afetá-lo, não está a par de todos os recursos com os quais os homens imaginam poder proteger os seus contra a doença e a morte. E os filhos não constituem para a galinha um sofrimento. Ela faz pelos seus pintos aquilo que lhe é inerente, e fá-lo com alegria; os filhos são para ela uma alegria. E se um pinto adoece, as preocupações dela são muito específicas: ela o aquece e alimenta. E fazendo-o, sabe que faz tudo o que é necessário. Se o pinto morre, ela não se pergunta para que ele morreu, para onde foi; cacareja um pouco, depois para e continua a viver como antes. Mas coisa diversa acontece com as nossas infelizes mulheres, e aconteceu também com a minha, não só quanto a doenças e métodos de tratamento, mas também quanto aos processos educativos e da criação em geral, ela ouvia de todos os lados e lia regras de uma variedade infinita e continuamente mutáveis.
(...) Em dezembro de 1983, nascia uma afável de uma deleitável criança, cuja vida não lhe foi tão propícia aos anseios inocentes de sua inflorescência infância.
Pertencente a uma origem humilde, ele recebeu uma educação doméstica e acadêmica sigilosamente rudimentar, porém, eficaz.
O seu caráter cortês foi moldado precocemente por ironia do destino, deixando-o parcialmente inibido ao seu mundo interior propriamente dito, ou seja, o seu “eu”.
O tempo passou, e naturalmente o menino de olhos claros, a cor da natureza, de cabelos castanhos e de uma estrutura emocionalmente épica, tornou-se num dócil homem sensivelmente inclinado a uma dimensão gerada nos corações poéticos, de seres meramente apaixonados pela arte de escrever.
Apresentando ser um mancebo convencido (o que não era) por ter um semblante austero, era um jovem bem-humorado e eufórico na área da comunicação.
As suas decepções amorosas deixaram o centro das suas faculdades glacialmente petrificadas, no entanto, maduras, sem esquecer que o universo, por um todo, conspirou propositalmente a favor de uma coesão ilibada de sua simplória dignidade masculina.
Mesmo tendo como experiência, diversas desilusões sentimentais, esse probo sonhador, nunca deixou de acreditar na força cândida do casto amor, concebendo assim, uma personalidade definitivamente singular e assaz para uma patente óptica horizontal da sua vital existência.
Aos 19 anos, tornou visível a imagem latente duma película revelação artística no seu desvanecido âmago, da qual se espargiu pelas fronteiras exteriores do universo clássico da literatura coeva.
Anos mais tarde, um ser magnificamente metafísico, chamado transcendentalmente de EL (Deus), une grandiosamente a sua alma ao core de uma linda mulher, que se tornou para ele num límpido baluarte moral e afetivo, pela qual discorre o início de uma triunfante história que não terá um ponto final escrito por mim, mas futuramente pelos seus áureos filhos, que serão eternas e importantes estrelas de uma era não muito distante ou por nobres companheiros, que o auxiliaram com bálsamo no período bélico da sua rústica jornada.
Enfim, esse fidalgo ser não foi nenhuma celebridade, nenhum fenômeno heroico e muito menos um mito greco-romano, ele foi simplesmente ele, Diogo Oliveira, mais conhecido e respeitado carinhosamente pelos seus veros amigos de: macjhogo,
"o escritor".
"Não seja ludibriado pelos holofotes pejorativos de uma geração embriagada no comodismo de sua incúria mental."
