Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Não se pode apressar e nem retardar a chegada do futuro, pois ele é como uma locomotiva poderosa e veloz, que avança inevitavelmente em nossa direção.
Era uma vez um quase-amor...
Desses que não se nomeiam com facilidade, mas se sentem na pele, no peito e até nas pausas da respiração. Um sentimento que nasceu rápido demais, intenso demais — talvez demais para caber nos moldes do que se espera de um amor tranquilo.
Ele chegou como quem não queria nada, mas logo tomou tudo. Fez morada nas conversas, nos olhares trocados, nas entrelinhas não ditas. E ela, mesmo desconfiada, se entregou como quem reconhece uma alma antiga. Havia ali uma conexão que não precisava de explicação. Só existia.
Mas era um laço torto. Um passo à frente, dois atrás. Um carinho de manhã, um silêncio à noite. A ausência dele não era total, mas era constante o suficiente pra doer. Ele aparecia, mas não permanecia. Dizia muito, mas demonstrava pouco. E ela, ainda assim, insistia. Não por falta de amor-próprio, mas porque acreditava — talvez mais do que devia.
Ver o afeto dele derramado em outros cantos era como se olhar no espelho e não se reconhecer. Era se dar conta de que o espaço que ocupava era pequeno demais para o tamanho do que sentia. Ela saiu das redes dele, mas nunca conseguiu sair, de verdade, da memória. Porque amor que marca, marca até no silêncio.
E ele? Ele sentia. Sentia a falta, o peso da ausência dela, o vazio onde antes havia vida. Só não sabia — ou não conseguia — dizer. Talvez porque nunca aprendeu que o amor precisa ser assumido, não disfarçado. Que sentimento escondido vira ferida em quem espera.
No fim, ficaram os dois: ela com o peito cheio de palavras engolidas, ele com a alma carregada de tudo que não soube viver. Não houve briga, nem ponto final. Só um "quase" que doeu mais do que qualquer fim.
Porque há amores que não terminam, apenas se perdem.
E há pessoas que, mesmo indo embora, continuam morando em nós.
Feito eco.
Feito lição.
Feito eternidade disfarçada de acaso.
Eu penso tanto em você… Te quero com uma fome que não se sacia, um desejo que me incendeia por dentro e arde em silêncio. É loucura sentir saudade de um corpo que nunca toquei, mas é teu nome que meus lábios murmuram nas madrugadas quentes, como uma oração proibida. Mesmo sem te conhecer, minha pele já te reconhece, como se teu toque estivesse gravado em mim desde antes do tempo.
Era uma vez um homem que acreditava caminhar só... não por falta de passos ao redor, mas porque havia se tornado prisioneiro de muros erguidos dentro de si. Vivia entre palavras guardadas, olhares desviados e silêncios pesados como correntes. Até que um dia, como um raio de sol que ousa atravessar as frestas da cela, apareceu ela: uma amiga que não se intimidava com o seu estranho jeito de existir.
Ela o chamou de amigo, mesmo quando ele dizia que não sabia ser. Disse que ficaria, mesmo que o mundo partisse. E prometeu que, se um dia os dois se encontrassem sós no destino, ficariam sozinhos... juntos.
Ele a questionou, como quem duvida da própria liberdade, e ela o respondeu com leveza, como quem não tem medo de cuidar... nem de se deixar ser cuidado. Entre perguntas e provocações, entre o medo do amor e a esperança do abrigo, os dois descobriram que talvez a verdadeira fuga da solidão não estivesse no mundo lá fora, mas nos olhos de quem vê a alma e ainda assim decide ficar.
E assim, entre prisões internas e promessas eternas, nasceu uma história onde dois corações, marcados por feridas, aprenderam que não há maior liberdade do que encontrar repouso um no outro.
E viveram... como sabem viver os que ainda acreditam no amor que se escreve devagar.
Seja honesto, mostra o teu coração, mesmo com a voz embargada não consegue uma palavra pronunciar, se rasga, se desmancha, porque ELE JA TE VIU!!!
O que eu tenho hoje? é muitíssimo, não sou uma coitada, é DEUS que me transporta, e as bênçãos é tão grandes que eu nem sei medir, calcular e onde começa, e termina.
Não viva na masmorra emocional, examina a si mesmo, faça uma faxina todos os dias, resolva perdoar, toma a decisão de perdoar como Deus em Cristo perdoou você.
Ande com pessoas que acreditam no que Deus é, e tem pra você, mesmo não ouvindo uma palavra de você, te respeita porque consegue ver e entender o que você carrega.
Sobre você existe uma promessa, e quem te fez a promessa te levanta, e te diz: não acabou, tudo que se realizou até aqui é só o começo do que está por vim.
Não viva sobrecarregado, a vida passa rápido, você é uma alma que tem um corpo, aproveite esse presente, e cuida mais de você.
Toda sorte de males vem do orgulho e da soberba, não deixa o pecado do orgulho ser uma praga na sua vida.
Deus te convidar, te colocar dentro de uma prova, e não te dar explicações,
Deus te convidar a confiar, depender, mesmo que o seu futuro pareça temeroso e desconhecido, Deus diz: dependa de mim, descansar em mim.
O amor é uma decisão; é benigno, é paciênte, tudo suporta, tudo crer, tudo espera,
Não arde em ciúmes, não se ufana, não ensoberbecer, não suspeita mal, e jamais acaba.
O mundo pode parecer uma fábrica de chocolate, mas não se deixe enganar. Submeta-se à vontade do Pai e tenha sua fé firmada na Palavra e em Cristo.
