Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Mas não dá para viver em paz sem ter um lar digno, um bom emprego, uma locomoção boa de sua casa até o trabalho, hospital, lazer... Acredito que muito dinheiro faz mal a mente, só que pouco, faz mais ainda.
04°01°23
Eu me vi em uma história que não era minha. Que nunca começou. Que ninguém se preocupou em terminar.
As sensações e os sentimentos relacionados à DOR não se resumem tão somente a uma experiência que sentimos na pele, que afeta também o emocional a ponto de nos desorientar.
Essa experiência sempre nos indica que alguma coisa não vai bem e precisa de cuidado.
O Cuidado com a Saúde Mental deve ser uma ação tão importante e presente na vida dos sujeitos quanto o cuidado com o corpo.
Ou seja, da mesma forma que alguém se preocupa em estar bem fisicamente, é essencial que também se preocupe em estar bem emocionalmente.
Vivemos em uma democracia que não lê, não sente, não vê dores e sofrimentos, apenas ícones políticos e ideias de "liberdade";
Fosse o que fosse -
Fosse o que fosse não era tédio
Nas asas loucas do vento
Uma dor sem ter remédio
Um desejo ou um lamento.
Fosse o que fosse não eras tudo
Temos agora a mão fechada
Na verdade não me iludo
Eras tudo sem ser nada.
Fosse o que fosse o coração
Era mais que a dor sentida
E do tédio à solidão
Damos mais sentido à vida.
E afinal este desgosto
Nem uma lágrima me trouxe
Estava em pé mas estava morto
Fosse lá isso o que fosse.
Seja prudente em responder alguém, as pessoas têm sentimentos nas quais não conhecemos e uma frase errada, dita no momento errado, pode causar damos irreparáveis.
Dia 02 de maio de 2022 nasci de novo (para quem não sabe, tive uma crise de asma e uma parada cardio respiratória, fui entubada e fiquei 11 dias na UTI) Mais hoje comemoro minha primeira data de nascimento! Estou muito feliz e grata a Deus por me deixar viver para comemorar esse aniversário ao lado das pessoas que amo! OBRIGADA DEUS!
Hoje comemoro mais um ano de vida! E sou muito grata a Deus por ter me dado mais uma oportunidade de viver esse ano.
Uma das coisas mais inteligentes que um homem e uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se você souber que não sabe algumas coisas. Porque há pessoas que, em vez de ter humildade para saber que não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um sinal de absoluta inteligência.
Quando a gente não pensa, a dúvida permanece uma incerteza. Por consequência, neste caso, morre a “fonte” da existência.
A traição doí por que um pacto e quebrado, uma promessa e quebrada e vasos quebrados não se conserta com cola.
É inerente à natureza humana ter uma tendência a considerar como falsa uma coisa de que não gosta e, ademais, é fácil encontrar argumentos contra ela.
"Felicidade é uma questão de espírito , caso contrário não haveria rico depressivo e nem pobre com alegria."
Uma só voz
Ouça essa voz!
Venha, escuta esse gemido!
Espera, não é um gemido, é um choro...
Passou...silêncio!
Ouça novamente, agora um grito!
Correria abafada, vozes caladas.
Está escutando esse suspiro de dor?
Ou será que tudo não foi um grande mal-entendido?
Aquilo que prefere ser escondido:
Mas por que e por quem?
Será que o medo tem algo a haver com isso?
É que a batalha a que nós pertencemos,
Com muitas vitórias e lutas desde o princípio,
Precisa olhar mais atentamente e incluir a quem não está tendo voz.
A quem esteve aqui desde o início, passando seu conhecimento e coragem.
Na luta feminina com tantas conquistas e batalhas a serem travadas;
Nossa vitória somente será plena,
Quando não houver nenhuma mulher sendo silenciada!
E por fim estivermos ouvindo o clamor de: Marias, Odetes, Rosas, Yaras, Aruanas, Potiras, Flavias, Carolinas, Alikas, Amais, Ashias.
Psiiiii, escuta esse barulho!
Não querem que nós escutemos. Mas, assim como nós já estivemos, elas estão pedindo uma oportunidade para lutar!
Escopos da vida
Mais uma vez; sozinho!
Estive ontem, também; sozinho!
Amanhã não posso estar diferente.
Afinal de contas, todos os meus amanhãs
Serão sempre, sozinho.
Passei pela vida sem ter religião e nem amigos.
Ou talvez tivesse amigos; mas todos, sem religiões.
Não, não tenho arrependimentos!
Estou hoje entre a covardia de ser eu mesmo
E o mistério que é a covardia de não ser ninguém.
Ainda que para isto; eu me torne subitamente alguém.
Tenho vivido de fronte à tantas portas,
Portas que ninguém mais consegue passar...
Que não passam, porque diante de mim nada passa.
Estou indiferente a mim mesmo.
Porque tudo aquilo que não posso ser
Hoje eu sou!
Mas sem pais.
Ah, se ao menos tivesse um pai.
Se ao menos tivesse um pai, teria os ombros mais leves.
Como um pássaro carregado pela mãe.
Estou sozinho, sendo um bonifrate imaginário, sem imaginações.
Sem imaginações, porque na minha vida nada muda.
Nada melhora e nada piora, nada é novo!
Tudo é velho e cansativo, com a minha alma.
Sou um escritor que faz versos que não são versos.
Porque se fossem versos, teriam melodias e métricas.
Ah, escrever, sem versos e métricas, como a vida.
Ao passo que os meus não-versos prosseguem,
A inabilidade caminha rumo ao meu coração.
Este castelo fantasmagórico, este lugar de terra cinza.
Tudo na minha literatura é velho e cansativo.
Como o autor deitado em uma cama esticado como uma cuíca.
O silêncio do meu quarto fatiga os ouvidos do meu coração.
A minha vida é uma artéria atulhada de lembranças solitárias.
Lembro-me que ao nascer...
O médico olhou-me aos olhos e parou de súbito.
Caminhou pelo quarto e sentou-se em uma cátedra.
Ergueu as mãos ao queixo, apoiou-se fixamente sobre ele.
E ficou ali a meditar profundamente.
Passou-se o tempo e tornei-me infante.
Subi ao céu, observei o mundo e aconteceu;
Deitei o mundo sob os meus ombros.
Depois desci ao pé de uma árvore e adormeci.
Quando acordei estava a chorar de arrependimento.
Na casa que eu morava, já não havia ninguém.
A minha mãe diziam ter ido ao céu; procurar-me!
Não tendo me encontrado, tratou logo de nunca mais voltar.
E por lá ficou, e nunca mais a vi.
Nunca soube por que o destino inóspito lhe tirou a vida...
Se o altruísmo materno é a metafísica de toda a essência
Ou se abúlica vivência é pela morte absorvida,
Não seria à vossa morte um grande erro da ciência?
Talvez um pai!
- Meu pai perdeu-se nos meus ombros,
Era um fardo que eu sustentara sem nunca tê-lo visto.
Todos os meus sonhos e ambições nasceram mortos.
Descobri que a alegria de todos; era o mundo sob os meus ombros.
Olhavam-me e riam-se: Apontavam-me como a um animal.
Quando resolvi descer o mundo dos meus ombros,
Percebi que a vida passou; e nada de bom me aconteceu.
Não tive esperanças ou arrependimentos.
Não tive lembranças, culpas ou a quem culpar.
Não tive pais, parentes e nem irmãos.
E por não tê-los; este era o mundo que eu carregava aos ombros.
Este era eu.
Sozinho como sempre fui.
Sozinho como hoje ainda sou.
Um misantropo na misantropia.
Distante de tudo aquilo que nunca esteve perto.
Um espectador que tem olhado a vida.
Sem nunca ter sido percebido por ela.
A consciência dos meus ombros refletida no espelho
Demonstra a reflexibilidade desconexa de quem sou.
Outra vez fatídico, outra vez um rejeitado por todos.
Como a um índio débil que o ácido carcomeu.
Ah! Esse sim; por fim, sou eu.
Eu que tenho sido incansavelmente efetivo a vida.
Eu que tenho sido o fluídico espectro de mim mesmo.
Eu que tenho sido a miséria das rejeições dos parentes.
Eu que tenho sido impiedoso até mesmo em orações.
Eu que... – Eu que nunca tenho sido eu mesmo.
Ah! Esse sim; por fim, sou eu.
Ouço ruídos humanos que nunca dizem nada.
Convivo com seres leprosos que nunca se desfazem,
Desta engrenagem árida que chamamos mundo.
Ah, rotina diária que chamamos vida.
Incansáveis restos de feridas que sobrevivem,
Nesta torrente da consciência humana.
Eu me tornei uma robô. Mas não apenas uma robô – uma espécie de criança-robô. Eu estava tão infantilizada que estava perdendo pedaços do que me fazia sentir eu mesma.
Uma coisa eu digo, não crie sentimentos por mim, se for criar que seja de ódio, porque pelo menos cê vai superar suas expectativas.
Amores não superados são como pedriscos no sapato. Não é uma dor insuportável, mas é um incômodo recorrente. Às vezes, caminhar descalço por um tempo é uma boa escolha.
