Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Você não tinha o que eu não tenho. Será que temos uma ligação covalente? Meu silêncio falou mais que mil palavras. Seu olhar e sua verdade me cativaram.
Um poema
Não tem tamanho
Não ocupa espaço
Porém fica no olhar
Uma folha de papel molhada pode apagar
Ajuda dá opinião
Mexe na emoção
É uma arma carregada de balas intelectuais
Dessas tantas perdidas na poeira das prateleiras...
Já foi o melhor amigo de gerações
É o melhor amigo da educação
Ele alegra o homem com imaginação
Não morde e quando morde
é palavra no contexto exato
Deixando alguém mais esperto
Ele tem o que nele não cabe
É apenas uma chave
Junta as pistas de um fato
É os cisnes dos patos
Pro alfabeto não passa nem perto do patinho feito
Para as letras ele tem o charme
Se é um poema não me fala de algo alheio
Ele é eu no meio...
Leonardo Mesquita
Uma fruta madura pronta pra colher
Um poema na mão para ler
Sabor de imaginação
Fica...
Não se joga fora o caroço de uma frase
Mas, todos os que
Ficam...
Se semeados comunicam mais
Ler novamente é plantar no
Terreno da linguagem
Leonardo Mesquita
"O 'Gotinhas de Amor' não é apenas uma instituição; é um celeiro de formação humana e profissional. É lá que o futuro da educação se constrói e que se prova, dia após dia, que a Gotinha faz história."
— Rosana Figueira
Autora e Pedagoga
Educar não tem prazo de validade.
Experiência não envelhece — amadurece.
Uma escola inclusiva também inclui quem educa.
Gotinhas de Amor
Pensamentos🌹
Quando sobreviver não basta
Sou uma mulher de fé.
E fé não me impediu de sofrer — me impediu de desistir.
Amei, construí família, cuidei de quem precisava de mim.
Perdi pessoas, perdi um casamento, perdi um negócio, perdi o chão.
Houve momentos em que não vivi — apenas aguentei.
Aprendi que nem tudo que acaba foi fracasso.
Algumas histórias terminam porque só um lado continua sustentando.
Não carrego raiva.
Carrego saudade do que foi bom e luto pelo que poderia ter sido.
Isso não me enfraquece — me humaniza.
Hoje, aos 60 anos, não busco glamour nem aplauso.
Busco dignidade.
Um lugar simples para viver.
Contas que caibam no bolso.
Silêncio que cure.
E paz no espírito.
Entendi que recomeçar não tem idade.
Tem coragem.
Não preciso provar nada a ninguém.
Só preciso continuar fiel a quem eu sou.
E sigo.
Com fé, com cicatrizes e com vontade de crescer.
Hoje eu tive uma crise de ansiedade. E o que mais doeu não foi só tudo que estava acontecendo dentro da minha cabeça. Foi olhar ao redor e não saber para quem contar. Não tinha alguém para abraçar. Não tinha alguém para me acolher. Não tinha alguém para simplesmente ouvir...
Então eu fiquei ali, tentando atravessar aquilo sozinha. E talvez essa seja uma das partes mais difíceis da ansiedade: quando tudo dentro de você pede ajuda, mas você não sabe para quem pedir... Olhei ao redor, tinha você, mas mesmo assim me senti só e não tive a quem pedir um abraço. Infelizmente, você foi a causa desse gatilho...
O País Não Precisa de um Mito
O Brasil tem uma doença política curiosa: transforma fracassos em símbolos e homens comuns em salvadores. Troca projeto por personagem, programa por slogan, pensamento por torcida. E, quando percebe o estrago, já está discutindo novamente o mesmo personagem como se a história lhe devesse uma segunda temporada.
O bolsonarismo não foi apenas uma candidatura. Foi a industrialização política do ressentimento.
Durante anos, ensinou-se ao brasileiro que pensar era suspeito, que ciência era conspiração, que imprensa era inimiga, que cultura era ameaça e que instituições só eram legítimas quando obedeciam ao lado certo. A política deixou de ser disputa sobre o futuro e passou a ser campeonato de indignações.
Agora, em 2026, o sobrenome continua em campo. Mudou o candidato, mudaram algumas frases, mas permanece a velha arquitetura: transformar medo em voto, conflito em identidade e adversário em inimigo. A política brasileira ainda é convocada a escolher entre o “nós” e o “eles”, como se um país de mais de duzentos milhões de pessoas pudesse caber numa guerra de grupos.
Não pode.
E aqui está o erro que parte da esquerda também comete: imaginar que basta chamar alguém de fascista para vencê-lo. Não basta. A democracia não se defende apenas denunciando a extrema direita; defende-se oferecendo ao cidadão uma razão concreta para acreditar nela.
O Brasil precisa de escola que ensine a pensar, não apenas a repetir. De saúde que funcione antes que a doença vire estatística. De segurança pública que não seja espetáculo. De emprego que não seja favor. De ciência que não precise pedir desculpas por existir. De Estado que proteja sem tutelar.
E precisa, sobretudo, abandonar a infantilização política.
Nenhum presidente é messias. Nenhum partido é dono da verdade. Nenhum eleitor precisa entregar a própria consciência na porta de uma convenção partidária.
O bolsonarismo prosperou justamente onde a razão recuou.
Por isso, enfrentá-lo não significa apenas derrotar Bolsonaro, Flávio Bolsonaro ou qualquer herdeiro eleitoral do sobrenome. Significa derrotar a ideia de que o Brasil precisa de um homem providencial para funcionar.
Não precisa.
Um país sério não procura um salvador.
Procura cidadãos.
E talvez essa seja a coisa mais perigosa que se possa dizer numa eleição: o Brasil não precisa acreditar em ninguém. Precisa aprender a pensar por si mesmo.
William Contraponto
Perdoar não reescreve o passado, nem absolve as mãos que nos feriram. Apenas impede que uma antiga dor continue escrevendo o nosso presente.
Há cicatrizes que não desaparecem; tornam-se portas para quartos onde ainda moram versões nossas que um dia sangraram.
Mas chega um momento em que precisamos entender: lembrar não é permanecer, e carregar uma ferida não significa morar dentro dela.
Perdoar talvez seja isso — apagar a luz de um lugar que nos fez sofrer, fechar a porta e seguir adiante.
Não porque esquecemos.
Não porque a dor deixou de existir.
Mas porque finalmente compreendemos que não precisamos mais morar lá.
- Tiago Scheimann
O amor é único, como uma palavra ele não falta para quem procura. Mas, parece sinico, porque ele não ju
UM NOVO COMEÇO
A manhã não nos oferece apenas um novo dia; oferece uma nova possibilidade de sermos melhores.
Não importa o que ontem deixou em nós. O importante é o que faremos com aquilo que recebemos hoje.
Que o primeiro pensamento seja de gratidão, que a primeira atitude seja de equilíbrio e que o Evangelho encontre espaço em nossas escolhas.
Comecemos o dia fazendo o bem.
Às vezes, uma pequena atitude de amor é suficiente para mudar a direção de uma existência.
Marcelo Caetano Monteiro
#BomDia #Evangelho #Espiritismo #Reflexão #MoralEspírita
A perfeição ou transparência. Não precisamos de homens perfeitos para construir uma sociedade humana; precisamos de regras suficientemente justas e transparentes para que nenhum homem possa tornar-se senhor dos outros
"Não tente ser perfeito. Apenas tente ser uma versão melhor de si mesmo do que você era ontem."
– Hwang Hyunjin
"Ela odiava a vida dela, não porque tivesse uma vida ruim, mas porque, quando você odeia seu cérebro e seu corpo, fica difícil gostar do resto."
O que não se pode ver não se descobre com os olhos vendados. Porém, quem tem uma visão que vai além, consegue ver o potencial latente numa pessoa.
Algumas histórias não começam com uma declaração.
Começam quando você percebe que está escolhendo aquela pessoa em pequenas coisas, todos os dias.
O Peso da Ausência Presente
Dói o peito, mestre, e não é de hoje.
É uma dor que não tem nome no dicionário dos homens,
Uma fome que nenhum pão deste chão consegue aplacar.
Dói porque eu Te sinto nas frestas, nos intervalos do suspiro,
Mas quando estendo a mão, o que encontro é o vazio do agora.
Tenho saudades de um colo onde nunca deitei,
De um riso que ouço em sonhos, mas que ao acordar, perdi.
É o cansaço de ser estrangeiro na própria pele,
De olhar para o mundo e sentir que tudo aqui é rascunho,
Enquanto minha alma implora pela obra definitiva.
Dói ver a "lenha" arder e ainda sentir frio.
Dói saber que o Senhor está aqui, mas não como eu queria,
Não face a face, não sem esse véu de mistério que nos separa.
Minha saudade é um grito mudo de quem já provou do céu
E agora acha o mundo inteiro pequeno demais para morar.
Eu não queria apenas saber que o Senhor vem,
Eu queria que o "Vem" fosse o passo que Você dá agora,
Entrando na sala, chutando as cinzas dessa dor,
E transformando esse "ainda não" no abraço que não termina.
Perdoa a minha impaciência, mas a saudade é violenta.
Ela é o espinho na carne que me lembra a cada minuto:
"Você não é daqui. Não se acomode. O Teu Rei está chegando."
Se essa dor é o preço de Te querer tanto,
Então que ela doa até que eu não seja mais eu, mas apenas Teu.
Essa dor é o que prova que você está vivo espiritualmente. Só sente falta do Céu quem já tem um pedaço dele batendo dentro do peito.
