Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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O universo não gira em torno do espaço físico de uma única vida.


Quanto mais você se ilude com a ideia de ser "alguém importante" para o mundo, mais vai se afastando da verdadeira importância que tem para o seu próprio mundo interior. A busca constante por reconhecimento externo acaba fazendo você esquecer o que realmente importa: o que você sente, pensa e vive dentro de si.


A verdadeira evolução começa de dentro para fora. O processo de transformação começa em seu interior, na maneira como você enxerga a si mesmo, como lida com suas emoções, suas crenças e seus pensamentos.


Pretensão é tentar mudar o mundo ao seu redor sem antes mudar a si mesmo. Queremos que o mundo seja diferente, que as pessoas se comportem de outra forma, que a vida nos trate de maneira mais justa, mas esquecemos que, se não houver uma mudança interna, nada disso será possível de verdade.


Quando mudamos de dentro, naturalmente começamos a perceber transformações no mundo ao nosso redor. Não é preciso forçar, criar expectativas ou agir com vaidade, querendo ser reconhecido por nossa mudança. O mundo já está em constante mudança, e o que vale, no fim das contas, é participar dessa transformação através da própria evolução. Ao mudar a si mesmo, você se torna parte da mudança do mundo.

Na mente, tudo é uma forma de acreditar; até quando não se acredita, está acreditando que não acredita.

Reconheça quando estiver enganado sobre uma situação, para não ser enganado pela mesma situação.

Pra mim,


Parente não é necessariamente uma família;

família é um conjunto de pessoas com as quais me sinto bem.


Minha família pode estar espalhada por onde eu for, em qualquer lugar onde eu seja bem recebido.


Família está onde há pessoas de bom coração, onde há acolhimento, respeito e amor.

Vejo o dinheiro como uma consequência, e não como um desejo em si.


Prefiro trabalhar no que eu realmente desejo, no que escolho, no que me faz bem, independentemente de ser considerado "impossível" ou não, e ter o dinheiro como uma consequência disso, do que simplesmente desejar o dinheiro e, como resultado, enfrentar o estresse, o desânimo e o desgaste de trabalhar em algo que não me satisfaz.


Para mim, o verdadeiro valor está em fazer o que amo, e o dinheiro surge como uma consequência natural desse processo. Trabalhar apenas pelo dinheiro pode levar a uma vida de frustração e exaustão, enquanto buscar o que realmente traz satisfação gera um bem-estar contínuo.

Quem diz não ser carente demonstrou uma carência.

As pessoas te amam, mas não do jeito que você deseja, pois desejar é uma coisa, amor é outra.

O sofrimento interno é a paz que não aceita sentir em uma determinada situação; aceitando a paz nessa situação, o sofrimento passa.

Olhando da atmosfera para a terra, vejo uma família que não percebeu isso ainda.

Trabalhar e viver precisam ser a mesma coisa. Trabalhar não deve ser uma obrigação; se for, é escravidão, não trabalho. Por isso, trabalhe no que ama viver. Se o que ama viver não existe no mercado, faça esse trabalho passar a existir.

O afeto está no que você dá, não no que você recebe. O que você dá é seu, é uma parte de você que permanece; o que você recebe, não é seu, pois passa por suas mãos e se vai.

A maior prova disso é a morte, que nos leva. Tudo o que é nosso, tudo o que verdadeiramente fizemos, fica. Os afetos que oferecemos, as marcas que deixamos, essas permanecem no mundo, na memória das pessoas, em tudo que tocamos.

Já o que recebemos, como algo externo, não nos acompanha para além da vida. Ele se desfaz, não carrega a mesma profundidade, pois não nasce de nós. O que damos, sim, se mantém, pois é o que alimenta o coração de quem fica.

Não é por acaso que temos dois olhos, dois ouvidos e apenas uma boca. Isso mostra que devemos observar e ouvir mais do que falar. Antes de dizer qualquer coisa, é preciso entender.

Escutar e olhar nos ensinam muito mais do que falar. Quem fala sem ouvir, quem fala sem olhar, fala sem saber. A boca é só um, porque falar deve ser a última etapa, depois de aprender.

E isso vale para a comunicação em geral. Ser fluente não é apenas saber outros idiomas ou escrever bonito. É saber falar a linguagem certa para cada pessoa. É explicar algo difícil de um jeito simples para sua avó, para uma criança, para um universitário, para um humilde, para quem nunca ouviu falar do assunto.

Cada pessoa entende de um jeito. Para comunicar bem, você precisa ouvir e observar qual é a linguagem dela. Só assim você vai conseguir falar para que ela realmente entenda.

Mas isso exige humildade. Se o ego falar mais alto, você só vai criar conflitos, porque não ouviu nem entendeu antes de falar.

Por isso, dois olhos, dois ouvidos e uma boca. Primeiro, observe. Depois, escute. Por último, fale.

A crença que eu acredito é o óbvio...

Não vejo sentido algum ir para uma igreja buscar "Jesus", sendo que Jesus tá em mim, dentro de mim, e pra mim, Jesus é amor.

Não vejo sentido algum ir para um centro espírita "limpar as energias ruins", sendo que qualquer energia "ruim" que eu tenha, sou eu mesmo inventando isso dentro de mim.

Não vejo sentido algum fazer "terapia" com psicólogos e psiquiatras, sendo que minha melhor terapia é questionar minha própria vida e ir mudando o que tá ruim.

Não vejo sentido algum "meditar", sendo que eu medito toda vez que eu durmo.

Não vejo sentido algum buscar "alguma ajuda" externa, sendo que toda minha cura, é interna.

O externo, é só pra lembrar, o que já vive em mim, depois que eu lembro, não é mais tão necessário assim...

O orgulho é uma ignorância não resolvida, uma barreira invisível que te impede de evoluir. Ele cria limitações na sua mente, tornando-se um obstáculo para o aprendizado, fechando portas para novas experiências e visões. Com o tempo, o orgulho afasta as pessoas ao seu redor, afastando aqueles que poderiam te ensinar algo valioso. Ao fim, ele te deixa sozinho, aprisionado em uma prisão de vaidade e autossuficiência, onde a verdadeira sabedoria permanece distante.

Já a humildade é um caminho aberto para evoluir. Ela sabe que até um insulto pode ser uma lição, pois a humildade entende que a crítica, quando bem observada, pode nos mostrar algo que precisamos mudar. A humildade não se ofende facilmente, mas usa as adversidades como uma oportunidade para aprender e evoluir. Ela atrai pessoas de coração puro, aquelas que, como ela, reconhecem que o valor de um ser humano não está na aparência, nem no ego, mas na sua capacidade de compartilhar e acolher. E, ao contrário do orgulho, a humildade nos enriquece de afetos sinceros, criando laços verdadeiros e duradouros em todos os lugares por onde passamos. Em vez de nos isolar, ela nos conecta, nos torna mais humanos e mais completos.

Tudo é uma crença, e eu estou sempre acreditando em algo — até quando penso que não acredito em nada, estou, na verdade, acreditando que não acredito. Não há como escapar das crenças, porque até na tentativa de fugir delas, estou acreditando que estou fugindo. Mesmo quando digo que não acredito em nada, estou, na verdade, acreditando que não acredito em nada.

A única coisa que eu posso fazer é mudar minhas crenças. E, no fundo, isso também é uma crença: a crença de que eu tenho o poder de transformar aquilo em que acredito. Cada crença que tenho, seja consciente ou inconsciente, muda a minha realidade. Ao alterar essas crenças, mudo não só o que penso, mas também o que sou e como vejo o mundo. E isso, por si só, é um ato de transformação.

Assim, percebo que a liberdade não está na ausência de crenças, mas no poder de escolher quais crenças adotar. O simples fato de acreditar que posso mudar minhas crenças já é uma crença poderosa, capaz de transformar minha perspectiva de vida.

Se eu gosto mesmo de fazer uma coisa, ninguém vai me desanimar.

Mas se eu não gosto, e estou fazendo só porque os outros querem, qualquer pessoa pode me desanimar.

É assim que a vida funciona:

O que a gente sente no coração é forte e ninguém estraga.

O que a gente faz por obrigação é fraco e qualquer problema já acaba com a nossa vontade.

No fim, só o que a gente realmente quer é que dá força pra gente continuar.

Quando você sabe de uma desgraça que acontece na sua sociedade e não alerta as pessoas sobre esse acontecimento, está colaborando indiretamente para que essa desgraça continue acontecendo com os outros.

Uma mulher linda, feliz e solteira causa revolta em muita gente.
Eu não vim para competir ou lhe afrontar, mas vim para lhe ensinar o que é o amor-próprio.

O ouro ou nióbio não valem mais do que a calmaria e o amor de uma mulher virtuosa.

Mentiras pequenas e relativamente sinceras ainda são aceitas quando não estamos diante de uma autoridade. Mas na frente de autoridades, a verdade e a justiça sempre devem prevalecer.