Ha Menina Apaixonada por Rosa
Infortúnio
Ela está cansada não suporta mais esse flagelo
Passou por muitas coisas não suporta mais esse desgosto
Com raiva tem vontade de se livrar deste encosto
Seu ódio anda lado com sua contrariedade
Ela não que mais saber de calamidade
Ela não agüenta mais toda essa tribulação
Chegou a hora dela entrar em ação
Mais uma vez...
E mais uma vez eu me vejo em um beco sem saída
mais uma vez sinto esse aperto no peito que me tira todo o ar
mais uma vez volto ao ponto de partida
Mais uma vez me afogo de tanto chorar
Mais uma vez tudo perde o sentido
Mais uma vez me encontro no escuro
Mais uma vez tudo fica distorcido
Mais umas vez não me vejo em um futuro
Mais uma vez não consigo sorrir verdadeiramente
Mais uma vez sinto as forças indo embora
Mais uma vez sinto a felicidade ausente
Mais uma vez esse vazio me apavora
Mais uma vez estou sem um rumo
Mais uma vez eu tento ser forte
Mas mais uma vez eu presumo
Que nada faz mais sentido que a morte.
Não luto por um mundo de igualdade racial, isso porque tenho a certeza da impossibilidade.
Luto por um mundo onde o amor e o respeito sejam prioridades. Assim nossos direitos entrarão em vigor e os problemas de desigualdade serão resolvidos!
Não se trata de igualdade, mas sim de não ser descriminado ou menosprezado por minha etnia.
Iguais não somos mesmo, mas perante ao Criador, feitos a imagem dEle, PERFEITOS.
(V.2)
No restaurante de Deus recebo nutrientes que fazem bem à alma enriquecendo a mente e alegrando o coração.
Messalina, Cleópatra, Catarina
Enquanto o dia não chega
E a noite não termina
Metade de mim agora é assim
Messalina, Cleópatra, Catarina
No espelho do teto eu percebo meu corpo
Indo onde ninguém jamais esteve
Quero o mesmo tratamento que ofereço
Nem pena, nem afeto, nem apreço
Chego perto da obra-prima
Livre de toda a dor
Arranco de mim palavras perdidas
Ardo em febre
Aberta em flor
José Luiz Lourenço, o Mestre Conga, é um dos dez filhos do lavrador e sanfoneiro Luiz Balduino Gonzaga e Dona Cacilda Lourenço. Nasceu em 2 de fevereiro de 1927, na cidade de Ponte Nova, Zona da Mata Mineira. Mudou-se para Belo Horizonte com 6 anos para morar no bairro Sagrada Família, à época, Vila Brasílina. Desde muito cedo, a forte tradição popular religiosa de Minas aguçou e despertou seu ouvido. Cresceu na congada, usando uniforme branco, enfeitado com fitas coloridas, levando amarrada logo abaixo do joelho uma correia com guizos presos aos tornozelos. É dessa época o apelido, pois o uniforme adornado era motivo de gozação entre os meninos da escola em que estudava o Grupo Escolar Flávio dos Santos. A Congada, o calango, a batucada, o samba rural, todo este rico acervo artístico constituiria, posteriormente, as bases do trabalho musical de mestre Conga. Assim, culturalmente equipado, logo descobriu na dança de salão os primeiros rudimentos que o conduziria ao reduto do samba de Belo Horizonte. Com base adquirida nas cerimônias dedicadas a Nossa Senhora do Rosário e motivado pelo sonho de uma vida melhor, em 1942, com apenas 15 anos, ele passou a freqüentar aulas de dança de salão. Aos 16 anos, com a morte do pai, foi trabalhar numa fábrica de calçados para ajudar no sustento da casa. A partir da proibição de desfiles e manifestações de rua, vigente durante a II Grande Guerra Mundial, os bailes de salão tornaram-se um fenômeno de publico, alcançando grande importância na capital mineira. Um dos mais tradicionais era o Original Clube do Barro Preto - praticamente restrito às classes populares -, um grande reduto de compositores e interpretes, passistas e belas mulatas assanhadas. Sem rodeios, vivo nos gestos, cheio de inventividade e molejo, sempre vestido com terno marrom impecável e um belo par de sapatos de couro com biqueira perfurada, o jovem Conga se tornou uma das figuras mais representativas e festejadas das rodas de samba, destacando-se como passista. Foi desses encontros que, aos 18 anos, pelas mãos de colegas de gafieira, Conga ingressou na bateria da inesquecível escola de samba Surpresa, remanescente da Pedreira Unida (Pedreira Prado Lopes), fundada em 1938 por Popó e Xuxu - Mário Januário da Silva e Jose Dionísio de Oliveira. Em 1946, aceitou o convite do maioral Ildeu Amario, o compadre Dórico, para dirigir a Remodelação da Floresta, uma dissidência da então escola de samba Unidos da Floresta. O reconhecimento oficial de seu trabalho deu-se em 1948, quando ganhou o título de ‘’Cidadão do Samba’’, eleito em concurso promovido pelos Diários Associados, de Assis Chateaubriand.
Conhecedor das formas antigas do samba, sobretudo no plano rítmico, o experiente batuqueiro sempre afirmou a si próprio que um dia montaria uma escola de samba. Toda aquela expectativa valeu a pena, pois, em 5 de dezembro de 1950, fundou o Grêmio Recreativo Escola de Samba Inconfidência Mineira, juntamente com Oscar Balduino (Kalu), Alírio de Paula, José Alvino, José Ferreira (Zé Preto), José Felipe dos Reis (Filipinho), Silvio e Luiz Porciano, Dona Olga, Eunice Felipe, Amintas Natalino e Madalena, além de Dona Lourdes Maria de Souza (Lourdes Bocão). A escola fez sua estréia em janeiro de 1951, participando das Batalhas do Galo, em que era eleita a rainha do samba com duas grã-duquesas, e a grande Batalha Real, que marcava o encerramento oficial do Carnaval. Em 1952, após conviver com cariocas, fazendo figuração para o filme ‘’Alvorada de Glória’’, de Gino Palmizzano (com José de Arimatéia e Henriette Morineau), Conga mudou-se para o Rio de Janeiro, onde fixaria residência até 1954. Durante a temporada na cidade exerceu diversas funções dentre as quais a de sapateiro e de vez em quando descolava um bico no teatro amador de Solano Trindade, chamado ‘’teatro de Arte Popular’’. Conga freqüentou a noite carioca, deslumbrou-se com tudo à sua volta. Nessa ocasião, teve oportunidade de apreciar bem de perto um desfile carnavalesco. O acontecimento cintilou na cabeça; Conga percebeu que as escolas de Belo Horizonte precisavam firmar uma unidade temática - o samba de enredo era cantado às carreiras, ou seja, uma turma cantava um verso improvisado (uma quadra ou um dístico), e a outra respondia. Enfrentando incontáveis dificuldades, mas capaz de influenciar as pessoas com a força de sua argumentação simples e direta, ao retornar a Belo Horizonte no final de 1954, organizou a primeira ala de compositores de escola de samba da capital Mineira. Na noite de 14 de fevereiro de 1955, colocou na avenida Afonso Pena o primeiro samba-enredo inteiro, desfilando com vários carros alegóricos e tema inspirado em Tiradentes. A saída se deu com mais de meia hora de atraso, mas assim que o tamborim começou a soar, foi um frenesi. Na história do samba e do carnaval belo-horizontino, mestre Conga teve inúmeras facetas.
Esteja sempre de bem com a sua consciência... você não sabe o dia em que precisará estar face a face com ela.
Tem gente que tem
o poder de mudar
tudo ao seu redor
quando sorri.
É gente bonita,
que marca a mente,
o coração e
a alma e de lá
não sai mais.
As vezes doi, outras vezes doi menos.
Vc afirma que vai passar.
Mas não passa. Nunca passa. O passado é inquisidor.
Estou naquela de se fazer entender antes mesmo de começar, refugiando-se no mais seguro mundo da fantasia, onde toda (aparente) incongruência é bem-vinda. Minha palavra de ordem é transcender. Ando vendo muita coisa sem concerto, vou fechar os olhos e passar batido. Não que eu seja omissa, mas estou com a natureza poetica dentro de mim. Estou sublimando minha vontade.
Não pensar, mas olhar, tocar, sentir, admirar, desejar...
O caminho das pedras, coloridas ou não, somos nós que traçamos.
Sigamos então, na direção traçada pela nossa intuição.
Talvez o mistério de ser esteja em reconhecer-se sendo.
Canto o sorriso nu, aquele que divulga, evidencia o alegrar.
Sorrir abre portas, rejubila alma. Satisfaz o corpo.
No espelho sorrio só pra ver o brilho do meu olhar. E nesses sorrisos escapo medos.
E com esses sorrisos me sustento de levezas em amar a mim e outros.
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