Ha Menina Apaixonada por Rosa

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⁠⁠Não há cuidado mais Bonito e Charmoso que cuidar de quem não está doente.




Porque a declaração de amor mais cheia de charme e beleza é aquela que cuida, mesmo sem precisar.




Há cuidados que nascem da urgência — e há outros que florescem do afeto.




Cuidar de quem está bem é tocar o invisível: proteger a saúde com ternura, manter o riso aquecido antes que o frio chegue.




Quando o cuidado não vem do medo, mas da vontade de permanecer, ele se transforma em poesia.




É um gesto que se adianta à dor — um afeto que não espera a ferida abrir para se apresentar.




Porque o verdadeiro cuidado é assim: não grita, não exige, não visa retorno — apenas se oferece, como quem descobre beleza no simples ato de permanecer por perto.

⁠Não há um livre sequer, pois ninguém é tão livre ao ponto de não querer estar preso àquele que o libertou.


A liberdade que o Evangelho anuncia não é um rompimento com tudo e com todos, mas uma reconciliação com a origem.


Não é o grito do “eu posso tudo”, mas o sussurro do “Nele tudo posso”.


Porque a Verdadeira Liberdade não nasce da ausência de vínculos, e sim da presença certa de um Amor que não escraviza, mas sustenta.


Quando Cristo nos liberta, não nos lança ao vento — Ele nos acolhe no abraço que dá sentido até ao ar que respiramos.


A alma, antes acorrentada, descobre que o mais doce dos cativeiros é permanecer junto d’Aquele que lhe devolveu o chão e o céu.


Ser livre, então, é querer permanecer preso — não por medo, mas por gratidão.


Preso ao olhar que compreende, à voz que acalma, à cruz que redime.


Preso, sim, mas por escolha amorosa; por saber que longe d’Ele, toda liberdade é ilusão, e todo voo termina em queda.


A liberdade sem Cristo é deserto;
a prisão com Ele é paraíso.


E no coração do liberto ecoa o paradoxo divino:
quanto mais o Cristo me prende com laços de amor,
mais livre me torno.


Eis o Maior Paradoxo da Liberdade!


Sê Livre, estejas Preso!

Não há passeios que se comparem aos que você faz nas lembranças daqueles que não precisam de você para nada.


E, ainda assim, são raríssimas — quase joias — as desculpas que alguém inventa só para lembrar de você, mesmo sem precisar de você pra nada.


Porque não há desculpa mais bonita e charmosa do que aquela encontrada apenas para tocar seu nome por dentro!


Às vezes, o coração não sabe pedir, então disfarça saudade em assunto bobo,
em mensagem curta, em pretexto pequeno.


É como quem bate à porta sem querer entrar,
mas deseja que você perceba a visita.


E nós sentimos!


Sempre sentimos!


Porque certas lembranças não pedem permissão para existir;
elas apenas acendem a luz e nos convidam a entrar,
mesmo sabendo que aquele lugar
não precisa — e talvez nunca precise — de nós.


Mas, quando alguém inventa uma desculpa para lembrar,
Ah!…
A memória vira jardim de novo!

Ainda bem que eu acordei. Se há coisa que me deixa com raiva é gastar o inconsciente sonhando besteira.


_ Mafalda⁠

Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.




Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.




Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.




As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.




Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.




Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.




Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.




Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.




Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.




Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.




Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.




Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.




Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…




Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.




E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.




Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.




E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.⁠

Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.⁠

⁠Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.


Há os que erroneamente acreditam que o Tempo só se perde nas distrações, nos atrasos, nos desvios da vida…


Mas, na verdade, não há forma mais sombria de desperdiçá-lo do que tentar vivê-lo longe Daquele que o sustenta.


Distante Daquele que até dele é Senhor.


Tempo sem sentido é aquele que tentamos carregar sozinhos — como quem tenta segurar água nas mãos.


Esse é o Tempo que inevitavelmente escorre, some e evapora.


Estar longe do Dono do Tempo é caminhar com pressa, mas sem destino; é preencher os dias, mas não a alma; é envelhecer por fora sem amadurecer por dentro.


Quando nos afastamos da Fonte, até os minutos pesam.


Mas quando nos reaproximamos, até o silêncio floresce.


O Tempo ganha outra textura quando lembramos que não somos seu dono, apenas passageiros.


E que sentido maior existe do que entregar essa travessia a quem conhece todos os portos?


No fim, o maior desperdício não é o Tempo perdido — é a vida não vivida na presença de quem a criou.


É ali, e apenas ali, que os dias se encaixam, que as horas respiram e que o Tempo, enfim, encontra propósito.


Tempo bom é aquele vivido nos braços de seu Dono!


Sob custódia da pá de cal, não há brechas para a famigerada “passação de pano”.


Porque a terra que sela o que foi feito — ou deixado de fazer — não negocia versões, não dilui culpas, não aceita desculpas tardias.


A pá de cal não apenas encerra histórias: ela revela, em seu silêncio deveras pesado, que todo ato tem peso próprio, e que nem todo peso cabe sob o manto da conveniência.


Ali, onde o último punhado cobre o inegável, percebe-se que o mundo só tolera o acobertamento enquanto ainda acredita ser possível reescrever o enredo.


Mas diante do irrevogável, a verdade emerge como eco: não há como lustrar o que apodreceu, nem como dourar o que se fez cinza.


É a justiça granítica da terra — simples, definitiva, incorruptível — lembrando que alguns erros não cobram explicação: cobram responsabilidade.


E que, quando o fim é posto, só resta aprender a não enterrá-lo outra vez dentro de nós.

⁠⁠Não há sussurro mais bonito e charmoso que o da Sabedoria entre os berros dos Cheios de Certezas tentando silenciar os Cheios de Dúvidas.


Há um encanto muito raro no sussurro da sabedoria, porque ele não disputa palco nem precisa levantar a voz.


Enquanto os Cheios de Certezas berram para abafar as perguntas — como se o volume pudesse substituir a verdade —, a Sabedoria prefere caminhar entre as Dúvidas, reconhecendo nelas o início de todo entendimento.


Os gritos tentam impor, o sussurro convidar.


Os que se dizem completos temem os silêncios, pois neles moram as perguntas que desmontam suas convicções frágeis.


Já os cheios de dúvidas, mesmo inseguros, carregam a coragem de escutar, de rever, de aprender e até a humildade de se questionar.


É a eles que a sabedoria se dirige, não para oferecer respostas prontas, mas para ensinar o valor de perguntar melhor.


No fim, o barulho cansa e se esgota.


O sussurro permanece.


Porque só quem não precisa gritar, sabe que a verdade não se impõe — se revela, livre e leve, sobre as sandálias da delicadeza, a quem aceita não saber tudo.


Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.


Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.


O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.


Nesses dias, é preciso muita paciência.


Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.


Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.


Quando enfim se reencontram, não há alarde.


O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.


Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.


Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.


Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.

Em você há uma áurea
de encanto e paixão,
ternura, inspiração,
desejo,atração, enfim...
Você é muito inteligente.
Eu, pobre poeta somente,
desejo seu abraço quente.
Mas você não é pra mim.
Você é linda e tem sonhos,
sonhos grandes, uma meta.
Você tem grandes ambições.
Eu quero apenas ser poeta.

Guerra é fogo, e o fogo há de queimar não importa a direção ⁠

Os niilistas pintam a moral como escravidão e coerção, mas ignoram que há liberdade na moral: ao cooperar com o grupo, você conquista confiança, apoio e vantagens reais para melhorar a própria vida e realizar seus desejos.

o mais orgulhoso há de cair pela própria espada

Não há conspiração capaz de prejudicar quem Deus protege. Não se queixe de Deus; se achar necessario, queixe-se a Ele e deixe-o cuidar de você.

Inserida por julianarocha20

O duro não é sentir medo. Pior fica quando há o medo de sentir.

Inserida por karineaxer

Há muita verdade
Nada além da verdade...
mas não toda a verdade.

Tudo verdade
sim, nem sombra de dúvidas.
Tudo o que sai de sua boca
é verdade.

Verdade que não é toda a verdade,
mas tudo é verdade.

Há verdade nas suas palavras,
verdade nos seus olhos...
todo o seu corpo só diz só a verdade,
não é verdade?

Mas não toda a verdade...

Inserida por RosangelaCalza

Não preciso de palavras bonitas e grandes para dizer o que quero, até porque as vezes não há palavras existentes que possam dizer o que quero. As vezes as palavras que queremos ouvir não são bem palavras, as vezes o silêncio fala mais alto. As vezes pequenas frases sem muita complexidade nos mudam completamente. As vezes as palavras nos dizem tantas verdades de maneira tão rápida que não conseguimos acompanhar. As vezes temos medo de ouvir algo diferente do que estamos dispostos a aceitar. As vezes. E quantas vezes algumas palavras se repetiram na sua mente de forma devastadora? De uma maneira pela qual nem todo o dicionário é capaz de explicar a junção de todas essas palavras na sua mente, ou o significado delas realmente. Como algo não tão “palpável”, como as palavras, tem um peso tão grande? Não sei como chegar a uma conclusão certa de algumas dessas perguntas, mas sei que as respostas se encontram nas próprias palavras, mas qual delas, eu ainda irei descobrir.

Inserida por conca.lutz

Somos os peões de uma democracia ditatorial. E ainda há quem acredite que vivemos em uma real liberdade...

Inserida por LLSantos

Há dias em que ainda penso em você, não como antes mas me recordo de sua voz, jeitos , manias, palavras e promessas que fazia e no dia seguinte nem se lembrava .
Há dias em que te odeio e que só de ouvir seu nome ja me causa náuseas .
Passei dias também sem escrever pois tudo que vinha em minha cabeça tinha a ver com o antigo "nós", e que hoje essa palavra já não existe mais. Andei tonteando pelos corredores e me ofuscando das luzes que me perseguiam até ver que não só você mas, "sim" eu merecia ser feliz também.
Ainda há tanta coisa que eu gostaria que você soubesse mas mesmo assim não perderia mais meu tempo com você mesmo que ainda te deseje mais do que minha vontade de te enterrar junto com suas lembranças.

Inserida por klarawingler