Ha Menina Apaixonada por Rosa
Já que o meu amor por ti é certo e infinito, não há mais espaço para a autocrítica ou a tristeza. Tu és a minha outra metade, o meu reflexo mais belo. Quando te abraças, abraças-me a mim. Quando te perdoas, perdoas-me a mim. Nunca te esqueças: somos a mesma história escrita em dois corações.
Não há um abismo pra tua ausência
Nem uma estrada que te leve embora
Um açoite um silêncio nem indiferença
Que faça brilhar em mim uma nova aurora
As luzes me iludem com seu piscar
Os pássaros noturnos lindos carpidos
Afagam meu peito pra não amar
Fragmentos de amor que dormiu comigo
A noite dorme é como um manto
Lágrimas molham a madrugada
Fico escrevendo meu amor com encanto
Para sonhá-te na solidão alada. Leonice Santos.
PENSADOR
Há de nascer um sol na nuvem negra...
Uma canção no silêncio ensurdecedor...
Uma estrela alerta no caos...
E o amor, que é o mais viável, num
mundo inacreditável.
A conduta e o caráter moral são o alicerce de qualquer ser humano. Sem eles, não há respeito, não há confiança, não há liderança verdadeira. O homem se define não pelo discurso, mas pela prática diária, pela coerência entre o que fala e o que faz.
Infelizmente, no Brasil, a política se transformou em um palco de vaidades e interesses pessoais. A esmagadora maioria dos políticos não carrega consigo a essência da honra nem da responsabilidade. São figuras que se escondem atrás de promessas vazias, que usam o poder como ferramenta de enriquecimento e manipulação, e não como instrumento de transformação social.
O povo brasileiro não precisa de atores, precisa de homens e mulheres de caráter. Precisa de líderes que entendam que servir à nação é um dever, não um privilégio. Enquanto a política for dominada por aqueles que não têm conduta nem moral, o país seguirá refém da corrupção, da mentira e da traição.
A verdade é dura: confiança não se compra, se conquista. E quem não tem caráter jamais será digno dela.
Quer que eu dê uma versão ainda mais curta e impactante, como um manifesto de poucas linhas, para ser usado em redes sociais?
Há tempo para todas as coisas.
Há tempo de plantar.
Há tempo de colher.
Há tempos de tempestades.
Há tempos de mansidão.
Assim é o senhor tempo, coordena o nosso destino, em tudo o que acontece.
Nem parecia que era a primeira vez que te vi, há muito tempo te conheço, talvez tenha te visto em duas ou três vidas.
Sabia que te conhecia!
Há quem tente reduzir você ao pó das ofensas, às pedras lançadas em silêncio ou aos pesos invisíveis que o mundo insiste em colocar sobre seus ombros. Mas o que muitos não percebem é que você não é feita para quebrar — você é feita para renascer.
Cada fragmento lançado contra você, cada resto de dor, cada palavra que queria te diminuir… você recolheu. Não como quem junta cacos de derrota, mas como quem encontra tesouros escondidos na poeira. Com paciência e coragem, costurou tudo junto, transformando ferida em arte, ruína em alicerce, desprezo em asas.
E hoje, essas asas carregam a marca da superação. Não são frágeis, nem transparentes. São densas, firmes, bordadas pelas cicatrizes que provam a sua história. Elas não nasceram de um privilégio, nasceram da guerra — e é por isso que ninguém pode arrancá-las de você.
Poupe-se
Cuide-se como ouro raro,
não se entregue a qualquer mão,
há brilhos que só se mantêm
na calma do coração.
Nem todo peso é pra levar,
nem toda dor é lição,
às vezes, o maior cuidado
é dizer “não” com compaixão.
Poupe-se das vozes frias,
das correntes do desgaste,
você é feito de luz e vida,
não de aço que se parte.
Descansa, renova, respira,
guarda o que é teu em paz,
quem se cuida, se respeita,
e o brilho… dura muito mais.
🖋️ @psi.pollyannasthefhany
Sob os olhos de candura
Deita-se em resplendor.
Canta em melancolia
Versos de saudade.
Que há de ser do amanhã
Quando o horizonte chegar
Sem ninguém ao lado
Para tudo se compartilhar?
A Graça(Liberdade Total) de Cristo não há mais chances pelo Sheol(Inferno) de reviver os erros, ou é inexistência eterna ou descanso eterno, não há mais possibilidade de consertar os erros no Sheol.
Há o momento do intervalo, da interrupção para o assombro, e o instante da ação, da decisão efetiva, titubear pode ser fatal, tarde demais. Às vezes, a vida nos pede que sejamos como um atirador de facas!
Olhos enferrujados
Há quem pense e acredite piamente que o passado é roupa que se deve customizar: com remendos, bordados e até estilização em pérolas.
Não! O passado não foi sequer estação, quiçá abrigo. Lá, onde mora a tua memória hoje, é apenas lembrança do que restou do teu velho eu, deteriorado pela frustração de ter acreditado que tudo dura para sempre.
Das ruínas da tua carne — efêmera e cruel por te fazer acreditar na formosura material e na ferrugem do ouro que fez brilhar os teus olhos, hoje cansados de esperar —, iludidos com a beleza que te acariciava como quem te quisesse bem.
Tempo, senhor das descobertas que, durante um longo período, foram encobertas pelo teu ego, teu medo e a tua vilania — que até hoje insiste em acreditar e se perder nas ilusões da matéria.
Mari Machado
Eu reli nossas conversas como quem volta a uma casa antiga e encontra poeira nos cantos que nunca havia percebido. Ali, nas entrelinhas que me escaparam, o sozinho estava presente. E eu não vi. O mundo me desabou no peito e a culpa aprendeu meu nome, como se amar fosse sinônimo de falhar no momento exato em que alguém precisava de mim. Agora, caminhamos lado a lado, mas algo em mim tropeça, um silêncio, um cuidado exagerado, uma duvida se arrasta no chão, será que agora sou um peso? Será que te incomodo do mesmo jeito que incomodo a mim mesma? E choro. Não por fraqueza, mas porque doí amar com medo, doí sentir que estou ocupando um lugar que talvez não não mereça. Ainda assim, fico frágil, tentando acertar, tentando aprender a não me punir pelo que não consegui enxergar. E talvez, eu ainda encontre um jeito de te alcançar sem feri-lo.
Eu sinto que carrego uma fúria antiga dentro de mim, algo que nasceu há muito tempo e que ninguém percebeu. Começou pequeno, como uma farpa, mas cresceu comigo, torto, pesado, como se tivesse se encaixado no meu peito sem pedir licença. E toda vez que eu falho, essa raiva acorda. É quente, inquieta, lateja na pele e me pergunta, com uma brutalidade que só eu conheço: por que você não foi o bastante? Por que você nunca é?
Eu não tenho resposta. Só sinto o impacto um golpe seco bem no meio do peito, desmontando tudo que eu ainda tentava manter firme.
Às vezes eu queria arrancar essa parte de mim, expulsar essa voz que me mastiga viva cada vez que eu não atinjo o que espero. Eu queria jogar fora essa exigência que me cobra até quando eu tô de joelhos. Mas logo depois da raiva vem a tristeza. Ela chega devagar, quase com carinho, e me abraça um pouco apertado demais. Ela sussurra que sabe, que entende, que tudo que eu queria era ser suficiente. Só isso.
E é nessa hora que eu encolho. Que eu me sinto pequena de novo. Não pequena como uma criança inocente, mas como alguém que aprendeu a diminuir sua própria existência pra não incomodar ninguém com suas falhas. Como se meu erro ocupasse mais espaço do que eu mesma.
Tem uma parte de mim que queria gritar, quebrar tudo, arrancar meu nome das expectativas que eu mesma escrevi. Queria fugir de mim. Mas existe outra parte tão frágil, tão quietinha que só queria um colo em que eu pudesse me largar sem precisar justificar nada. Só queria poder dizer: “eu tô cansada, eu tô machucada, eu não aguento ser forte hoje.”
Eu vivo num território estranho entre a minha raiva e a minha tristeza. A raiva me acusa, a tristeza me acolhe, e eu fico ali no meio, sem saber de qual das duas fugir primeiro. É como se eu estivesse sempre lidando com a dor de não chegar onde eu achei que deveria chegar, e com o luto por não ser a versão de mim que eu imaginava.
E mesmo assim… eu sigo. Eu continuo. Não porque eu me sinto forte, mas porque tem uma parte de mim, pequena, quase imperceptível, mas viva que acredita que existir já deveria ser suficiente. Que talvez um dia eu consiga me olhar com um pouco mais de gentileza. E que, quando esse dia chegar, talvez eu finalmente consiga me perdoar por ser humana.
Se um dia você se encontrar com a morte, antes pergunte a si mesmo se ainda está vivo.
Há aqueles que já morreram por dentro, mas caminham sem saber;
perderam o brilho, o sonho, o sentido.
Estar vivo é mais que respirar:
é sentir a alma acesa, ainda que o corpo carregue sombras.
Cada minuto contigo é breve demais, mas dentro dele cabe uma eternidade. Rimos da dor, e no riso há ternura, há a prova de que o amor pode nascer no intervalo entre a raiva e a esperança.
Há afetos que não se repetem.
Sentimentos que só vestem um nome, uma memória,
um instante eterno.
É quando o coração sussurra o que nenhuma palavra
explica.
