Ha Menina Apaixonada por Rosa

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Ensinar no caminho é viver o caminho – não há atalho para quem deseja influenciar com verdade.


trecho do livro Lá em casa

Posso até me afastar dos meus por um tempo, mas em Cristo, o adeus nunca será definitivo.
Não há dor na separação quando a eternidade nos une novamente em Cristo.


Trecho do livro Lá em casa

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"A Sabedoria é um Cativeiro com Vista para o Abismo"


Salomão avisou há milênios: quem aumenta o saber, aumenta a dor.
Nietzsche entendeu o recado e transformou solidão em criação.
Maquiavel fez da frieza uma defesa. Greene, uma arte.
Os estoicos aprenderam a não se romper, mesmo quando tudo os feria por dentro.


E eu?
Eu sou introspectivo.
Minha solidão não depende da presença ou ausência de ninguém — ela é estrutura.
Detesto quem invade meu silêncio como se fosse um vazio, quando na verdade é onde eu me reconstruo.
Porque pra estar comigo, tem que suportar a profundidade sem se afogar.


A sabedoria me isolou — não por arrogância, mas porque poucos aguentam a lucidez crua sem disfarces.
Não é orgulho.

A Alma Imoral: o ventre da transgressão sagrada


Há dentro de cada ser humano uma centelha que jamais se ajoelha. Um incêndio suave, quase inaudível, mas queima por inteiro os véus do hábito. É a alma. E ela não é dócil. Nunca foi. A alma é a guardiã de uma fidelidade anterior à obediência, anterior à moral aprendida — uma fidelidade à própria vida, em sua urgência de ser viva.


O corpo busca permanência. A alma, travessia. O corpo se acomoda à tradição como quem repousa em um leito estreito, feito por mãos alheias. A alma, por sua vez, acorda no meio da noite, ofegante, desejando mundos que ainda não foram ditos. Ela sabe que há leis que matam o espírito em nome da aparência, e há transgressões que salvam a essência daquilo que chamamos divino.


Ela é chamada de imoral — mas só por aqueles que confundem moral com medo, virtude com imobilidade. A alma não se curva diante do que está cristalizado. Ela se curva diante do que pulsa, do que ama, do que ainda tem sangue nas veias.


Há uma sabedoria feroz em sua desobediência. Quando ela rompe, não é por desdém, é por fidelidade ao que é essencial. Ela rompe para que a tradição não apodreça em seu próprio vitral. Para que a herança não se transforme em cárcere. Para que a fé não se transforme em idolatria da forma.


A alma tem sede de inteireza. Mas não da inteireza que se encaixa, e sim daquela que se reinventa. Por isso, ela abandona o espelho — porque sabe que o reflexo não é realidade, é convenção. E convenção, para ela, é só a moldura de um retrato sem vida.


Ela se recusa a ser um eco. Quer ser gênese.


Ela se recusa a seguir por lealdade cega. Quer escavar o caminho com as próprias mãos, sangrando, se preciso for, mas em verdade.


E assim, escandalosamente viva, a alma imoral atravessa séculos, escrituras, liturgias. Beija o abismo com confiança, abraça a contradição como quem reencontra um irmão perdido. Porque ela sabe: onde há contradição, há criação. Onde há ruptura, há nascimento.


A alma imoral é, no fundo, a parte de Deus que em nós não aceita ser domesticada. É o divino selvagem. O sagrado que diz não — para poder dizer sim com inteireza. É o ventre da mudança, é o exílio da conformidade, é o lugar onde a verdade deixa de ser mandamento e se torna presença.


Não há futuro possível sem essa alma. Não há tradição que sobreviva sem a coragem de sua traição. E não há fé que mereça ser vivida, se não for atravessada por esse fogo lúcido — que arde, rompe e liberta.


Porque a alma, quando imoral, não se perde: ela regressa ao início, onde tudo era ainda promessa.

Há ausências que não sabem fazer silêncio.

há duas semanas tomei café com um amigo e conversamos sobre traumas e como eles perpetuam na nossa vida. ele fez uma analogia um tanto lúdica e simbólica que visita minha mente desde então: “um trauma é como um elefante na sua sala, alguém colocou ele lá e não tem como tirá-lo ou voltar atrás, você vai ter que se adaptar com ele lá.” comentando do mesmo assunto e repetindo essa frase para outro amigo, ele complementou que temos de enfeitar esse elefante e torná-lo um objeto decorativo, já que não temos como nos livrar dele. e não querendo romantizar o fato de enxergar uma coisa tão negativa como algo decorativo, afinal, viver é isso. colecionar momentos bons e ruins, e cada um tem o seu papel assim como pulsão de morte e pulsão de vida que tanto se fala na psicanálise. no fim, a vida tá sempre nos ensinando e nos gratificando o tempo todo pra manter a harmonia dessa louca dança de Butô.

Ainda há tanta dor em mim, que já não sei mais como disfarçar

Será que um dia ela irá, ao menos, amenizar?
A solidão é um caminho longo.
E, confesso, ainda estou tentando aprender a caminhar por ele.

Sinto falta dos abraços.
Falta do que assistiríamos mais tarde, da sua voz nos chamando para jantar.
Agora, é só um vazio.
Um silêncio sem sorrisos, uma imensidão de dor, e o medo das lembranças que ainda virão.

A solidão é fria. É escura.
Tenho lutado para não deixar minha lanterna sem bateria,
porque ela é a única esperança de que um dia eu encontre algo — ou alguém — para me conectar de novo.

Estou exausta da dor que o mundo insiste em trazer.
Não estou suportando te perder.
E, sinceramente, não sei se irei suportar me despedir pela última vez.

Mas, dessa vez, mesmo com o peito rasgado,
eu decidi enfrentar a solidão.
E talvez, nela, eu consiga fazer o amor que sinto por você continuar existindo de alguma forma.

K.B."

“Quando o Tempo Silencia”


Há dias em que o tempo não passa,
ele apenas observa.
Fica ali, imóvel, enquanto você tenta entender
por que algumas perguntas voltam
mesmo depois de tantas respostas.


Você acorda, se levanta, caminha,
mas por dentro algo permanece quieto.
Não é tristeza, exatamente.
É um tipo de espera.
Como se a vida estivesse te chamando
com uma voz muito baixa,
e você tivesse que se aproximar mais para ouvir.


É nesses momentos que as pequenas coisas se ampliam.
O som de uma folha tocando o chão,
a luz atravessando a cortina,
um pensamento que chega sem ser convidado
e muda tudo de lugar.


Você começa a perceber que
viver não é uma sequência de conquistas.
É um mosaico de instantes quase invisíveis
que só se revelam quando você para de correr.


O abraço que demorou um segundo a mais.
O olhar que você quase desviou, mas não desviou.
A dúvida que ninguém respondeu,
mas que te ensinou a perguntar melhor.


Nem tudo precisa ser resolvido.
Algumas coisas só precisam ser sentidas.
Aceitas como são.
Como o mar aceita as ondas,
sem tentar controlá-las.


Às vezes, a força está em ficar.
Em não fugir do desconforto.
Em reconhecer que há beleza no que é imperfeito,
e que a calma não chega para os apressados.


Você começa a entender que não é preciso gritar
para ser ouvido.
Nem correr para alcançar algo que talvez
sempre tenha estado dentro de você.


Há silêncio que cura.
E há dias em que o silêncio é tudo o que se tem.
Mas, aos poucos, ele vai te ensinando a escutar o mundo
com outro tipo de atenção.
Mais suave.
Mais verdadeira.
Mais sua.


E mesmo sem perceber,
você já está seguindo em frente.
Não por ter certeza,
mas por ter aprendido a caminhar
sem exigir que o caminho seja claro o tempo inteiro.

A nossa mente é formada por memórias, desejos e sonhos. Para além disso, há o vazio — e é nesse vazio, onde habita a infinitude, que encontramos a criação e o Criador.

As estrelas no céu
É igual as folhas caídas na terra?


Se há rastro de folhas nochão
Deverá também ter raízes de estrelas.

Há quem deseje o mal; há quem deseje o bem e há quem aja pelo bem de todos, esse ultimo faz a diferença.

A maior riqueza é a liberdade,não há preço que pague o prazerde estar com ou fazer o que curte tao bem.
#bysissym

O que há de falta em uma abstração singela?
Peças de um fragmento quebrado.


O que há de falta em um céu vazio?
Nuvens simbólicas curvando sua partida.


O que há de falta em uma alma?
As barreiras de afeiçoar um novo lado.


O que há de falta em um humano?
Um apreço empático que destrava suas chaves.

Entre esse amor e o meu medo
Há coisas que nenhum mortal pode entender
Serão mistérios ou segredos
Ocasiões que eu procuro pra dizer

Você parece tão tranquila
E eu quase morro nessa minha indecisão
Posso te entregar minha vida
E de repente me perder em suas mãos

E a tarde chega tão sombria
Trazendo nuvens que escurecem o coração
Por não falar o que eu devia
Vivo um dilema entre o sonho e a solidão

Felicidade

Desde nosso último reencontro há cerca de 3 meses, 8 dias e 5 horas e 43 minutos cada momento ao seu lado é um doce sonho. Agradeço a Deus todas as noites e manhãs por Ele ter nos dado a oportunidade e permissão de caminhar juntas. Sua presença em minha vida é resposta de oração, e sou imensamente feliz ao seu lado.

Os últimos dias foram decisivos para ter certeza do quanto somos afins. Cada momento vivido nestas 10 noites em que adormeci em seus braços foram incríveis. Posso lembrar de cada segundo: nossos ajustes de sono, cumplicidade nas tarefas, cuidados uma com a outra quando adoecemos, os mimos, a entrega, a permissividades e os limites.

Grandes descobertas nas surpresas e reações com o temperamento de nossa relação, o enorme desejo ensandecido em nossa cama, e a mais nobre decisão de nos amar de forma incondicional.

Por 11 dias mal via o sol raiar , e acordei ao som de uma voz suave e mansa que me dizia: - “ Amor estou indo. Descanse, e durma mais. Te amo! Ao abrir os olhos via a imagem de um anjo que acabara de levantar de minha cama.

Ah você não imagina o quanto a minha intimidade deu match com a sua. Não tem noção do quanto meu corpo te deu Super Like, ou ainda do quanto o google maps do meu desejo desenhou as rotas das suas curvas. Em tempos de aplicativos de relacionamento eu tive a sorte de te encontrar, e me encontrar e de não ter a necessidade de sequer carregar um celular quando estou ao seu lado.

Você me ensinou o significado da palavra “SUA”. Nunca senti tanto sentimento em um olhar, tanto carinho e importância no cuidar. Me sinto a mulher mais amada do mundo, e por isso ganhei a melhor de todas as possibilidades de mulher.

Me sinto sua noiva, pois estou me guardando e refazendo para ser alguém mais e melhor para quando for possível te desposar. E mesmo que não seja fácil, e nem rápido, ou até mesmo que nunca seja possível já tenho o melhor recorte histórico temporal da minha vida.

O vento na janela, o som de água caindo da fonte e o seu calor no meu fazem parte de um cenário que me faz recordar um filme tão marcante que foi transformado em série de infinitas temporadas. Poderia revê-lo durante o resto dos meus dias, diante de tanto sucesso ganhou oscar, e ainda vai conquistar o mundo. Seu nome é “Felicidade é poder viver em sua companhia”, e você é a estrela principal.

Te amo exaurindo todas as possibilidades de amar.

⁠Sem regras rapidamente nos tornamos escravos das nossas paixões – e não há nada de libertador nisso.

A meritocracia é uma construção social, ela só existe onde há esforço para criar condições favoráveis para ela existir. Fora desse ambiente, o resto é disputa por poder.

"A separação começa, quando se há liberdade, para agir segundo suas intenções. Quem age fora disso, está condenado a viver uma vida com uma única opção: Servir a si mesmo e a sua própria vontade, como escravo de si mesmo, sem olhar para o triste fim. A vida vale muito mais do que a simples imundície, e a vaidade das palavras."

⁠Querer é bom
Mas nada é
Pois no querer só há vontade
Como uma faísca da ação
Porém o querer
Acompanhado com a ação
De fato é
Pois te tira dos bastidores
Te empurra dos mundos dos sonhos
E te leva aos métodos
Para a sua concretização.

A vida tem constantes surpresas. Agradáveis ou não, todas elas servem de aprendizado a nós. Não há como se moldar um caráter se não houver fricção.


AC Lopes