Ha Menina Apaixonada por Rosa

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⁠Não há erro em amar.
Ainda que seja o ser menos nobre, digno, honrado, propício e relevante da Terra.
Não, não há erro em amar sem ser amado, sem a devida reciprocidade.
Também não é errado amar quem te objetifica, humilha, zomba, fere e quase te mata.
De modo algum, é errado amar quem te odeia.
Errado, sempre, é não amar.

⁠Portanto, lembre-se: há somente um, apenas e tão somente momento mais importante... Agora! É a hora mais importante porque é a única em que podemos fazer alguma coisa. O homem mais necessário é aquele que está com você nesse momento, pois ninguém sabe se depois estará com outra pessoa e se poderá fazer algo por ela. E a coisa mais importante é fazer o bem, porque esse é o único propósito da vida!

Leon Tolstói
De quanta terra precisa um homem? e outras histórias. Jandira, SP: Principis, 2021.

⁠Na marcha da fé, não há ré — avançamos não pela visão, mas pelo acreditar no invisível. Esse é o motor que nos move além do que os olhos podem ver.

⁠Há questões que exigem reflexão em vez de respostas imediatas.

⁠Em 42 anos, meu coração só soube de amor uma única vez. Não há passado onde ela existe, pois o tempo, diante desse sentimento, perde o sentido. A lembrança de seu sorriso se confunde com o presente, como se estivesse aqui, ainda agora, acendendo em mim algo que o mundo não apaga.

Você foi, e ainda é, o que define o raro. Em meio a tantas vidas que cruzei, foi no seu olhar que encontrei o infinito. E por mais que os anos tenham desenhado sua ausência, meu amor não conhece o esquecimento. Amar você foi como encontrar a essência de todas as minhas buscas — e mesmo que o destino tenha seguido seu curso, você sempre será minha verdade mais profunda.

O que é raro nunca se desfaz, apenas se eterniza em silêncio.

⁠Ainda há muito a ser realizado, mas há tempo?

⁠Há sempre uma escolha a fazer
Certo ou errado ninguém vai te responder
Não temos pressa aqui o tempo se dispersa
No fim do túnel não há nada a sua espera
O desespero só vai te fazer sofrer

⁠A educação tem caráter permanente. Não há seres educados e não educados, estamos todos nos educando. Existem graus de educação, mas estes não são absolutos.

Paulo Freire
Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.

⁠Não somos todos feitos de pedra
ou de aço que o sol endurece.
Há os que nascem de água,
de uma flor que desponta no silêncio,
e não sabem o peso do ferro,
nem medem a força no punho cerrado.

Mas dizem-me que são fracos,
os que não carregam montanhas,
os que não rompem o vento com o corpo.
E eu pergunto:
o que vale a muralha se a raiz cresce em silêncio,
se o vento a toca e ela cai?

Há uma força que não se vê,
uma coragem que não precisa de gritos.
No invisível dos dias,
nas pequenas lutas que ninguém repara,
ali também se ergue o mundo
e o seu peso é suportado
por mãos que não seguram espadas.

O desprezo não lhes cabe,
nem o desdém dos que se crêem gigantes.
Pois no fim,
não são os músculos que seguram o tempo,
mas o coração que, em silêncio,
faz nascer o dia.

⁠A oligarquia familiar vem se perpetuando no poder político há séculos, isso só acontece no Brasil tupiniquim;

⁠Há momentos em que a alma almeja o refúgio do silêncio, onde as interrogações se esvaem como névoa ao romper da aurora, e as respostas moldadas pela mente perecem em sua efêmera fragilidade. O ato de viver, por um ínfimo e plácido instante, encontra repouso. É nesse delicado interlúdio que concedemos ao coração, com sua sabedoria atávica, o privilégio de sussurrar o que sempre soube, mas que os ruídos do mundo abafavam. E ele sussurra, com a leveza de uma brisa acariciando as copas das árvores, revelando mistérios que só o silêncio é capaz de desvelar.

É na quietude do cosmos que captamos a voz de Deus, sutil como um eco longínquo, porém tão inabalável quanto uma montanha. Mesmo quando o intransponível se ergue à nossa frente, e os olhares ao redor nos envolvem em incredulidade, é Ele quem nos sopra ao ouvido: vai, avança, e concretiza. Pois, quando até o último vestígio de fé em nós mesmos se rompe, Deus permanece crente, sustentando-nos com a esperança que já não conseguimos vislumbrar.

"Nada nunca é de graça nesse mundo. Mesmo que tenha a aparência de gratuidade há sempre um preço a se pagar.⁠ Esse preço nem sempre custa dinheiro. Pode custar sua saúde, sua vida, sua liberdade, sua paz, seu bem-estar..."⁠

⁠Há momentos efêmeros que justificam toda uma vida.

Rubem Alves
Palavras para desatar nós. São Paulo: Papirus. 2012.

⁠De que adianta olhar para o próximo em necessidade se não há ação em nosso coração para ajudá-lo? Verás que, nesta era, o amor ao próximo é como vapor; as pessoas amam a si mesmas e ignoram o clamor dos outros. O verdadeiro amor não reside em realizar atos esperando recompensas, mas em oferecer alimento àquele que não pode retribuir. No entanto, é sábio manter os olhos abertos e o coração vigilante, pois muitas vezes, aqueles que agem com boa fé em amor podem encontrar traição e ingratidão.

⁠Esperança há, em algum lugar. Talvez o que não exista lá sejam os humanos.

⁠No escuro da noite, há quem chore em segredo,
No peso do peito, um silêncio, um medo.
Mas, meu amigo, nas sombras se esconde,
Uma luz suave, no horizonte.
Sei que agora parece tão frio,
Como se a vida fosse um mar vazio.
Mas cada onda que vem e que vai,
Carrega a promessa de paz que se trai.
Os dias difíceis também têm fim,
E logo o amanhã trará um jardim.
Onde as flores renascem, a esperança revém,
É um lembrete sutil: tudo ficará bem.
Segure minha mão, não soltes jamais,
Pois juntos seguimos, enfrentando os temporais.
A tristeza é passageira, o sorriso também,
E assim como a dor, logo vai e se tem.
A vida é feita de idas e voltas,
De momentos de luz, de cores revoltas.
Então lembre-se, amigo, e não solte a fé,
Pois tudo vai passar, e a paz voltará com um só pé.

⁠Que fazer se, por toda a parte, recebemos uma saraivada de idiotas? Não há opção à vista. Cada um tem de se tornar idiota para sobreviver.

Nelson Rodrigues
O óbvio ululante: primeiras confissões. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

Nota: Trecho da crônica Os idiotas sem modéstia.

...Mais

⁠Não chore por todas as perdas, há perdas que também é ganho.

⁠—
O livro de todo peregrino
é feito de ventos e caminhos
Nele, há memórias em palavras
E revelação em suas pausas.

⁠Há paz infértil!
Aquela que nada traz
A não ser, a própria paz.

Há paz inquietante!
Sem cheiro, sem dor...
Pois há dor, na paz.

Há paz sem ternura!
A que nos tira a paz
E devolve a loucura.