Ha Menina Apaixonada por Rosa

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No fim eu me preocupo! Não por mim, pois em mim não há mais quase nada! Me preocupo com quem eu amo, por que eles são o que sobrou de mim!

Há dias em que estamos irreconhecíveis, irados, venenosos na derme e tudo está pra afrontarmos e ser,
Não nos reconhecemos, fica um sabor diferente, a raiva nos adiciona não ao contrário e a alimentamos,
Nos parece não querermos cuspir aquela ultima gota do veneno em que relutamos e falo por mim, onde calculo se cuspo a feroz raiva inexplicável ou engulo pra saborear o torpor inefável da contradição,
A falta de reconhecimento do ser sublime e amoroso foi subtraído pelo contrário da bondade e Amor,
E falo por mim, onde a reclusão me deixa como única opção de não ferir o semelhante,
E de novo, falo por mim, pra não engolir a humanidade recolho-me, pra preservar os inocentes;

Há três palavras, plenas de sentido,
Que andam de boca em boca, e vos proponho:
Não as sei por saber, nem só de ouvido,
Só o coração delas dá testemunho:
A humanidade sem valores vai ficar,
Se a fé nas três palavras renegar.
Livres fomos criados, livre somos,
Ainda que em cadeias nascidos;
Não vos confunda a turba e seus assomos,
Nem abusos de loucos furibundos:
Perante o escravo que quebra os seus grilhões,
perante o homem livre, não temais!
E a virtude não é palavra vã,
Uma vida a podemos cultivar;
E inda que um homem tropece, em seu afã,
À divina pode sempre aspirar.
E o que o siso dos sisudos não alcança,
Singela o faz um'alma de criança.
E um Deus é, e viva a Sua vontade,
E inda que a humana possa vacilar,
Pra lá de tempo e espaço há a verdade
Da ideia suprema a fermentar.
E se tudo gira em mudança eterna,
A lei da permanência nos governa.
Guardai as palavras plenas de sentido,
Passai-as de boca em boca, vos proponho;
E se não as souberdes só de ouvido,
Voss'alma delas dará testemunho:
E a humanidade seu valor vai manter,
Se a fé nas três palavras não perder.
'in' "As três palavras da fé".

Não há nada mais tecnológico do que envelhecer. Conforme a tecnologia avança, somos mais longevos. Respeite nossos longevos usuários, assim poderá acompanhar a tecnologia.

Laços e afetos

Há tanto laços, alinhavados pelo tempo,
Que ganham o visgo quando alcançam o teu olhar,
São laços firmes que se tornam duradouros,
Nutre querência, ensina afeto, aprende amar.

Há tantas vidas, que se unem em um abraço,
Quebro compasso e muda o ritmo do coração,
Acende a noite, a lua cheia desavisada.
Que prateada alcança o brilho do lábio teu.

Há tanto laço, no abraço teu,
Há um abrigo, no seu olhar,
Há uma saudade, viva em peito,
Que faz brotar, pulsar você que mora mim.

Se problema tem solução, não há porque se abater. Se problema não tem solução, de nada adianta se abater.

Quem humilha e pisa hoje, amanhã poderá precisar e todos viraram as costas. Pois não há quem um dia não precise de alguém.

Tenho a náusea física da humanidade vulgar, que é, aliás, a única que há. E capricho, ás vezes, em aprofundar essa náusea, como se pode provocar um vomito para aliviar a vontade de vomitar.
Um dos meus passeios predilectos, nas manhãs em que temo a banalidade do dia que vai seguir como quem teme a cadeia, é o de seguir lentamente pelas ruas fora, antes da abertura das lojas e dos armazéns, e ouvir os farrapos de frases que os grupos de raparigas, de rapazes, e de uns com outras, deixam cair, como esmolas da ironia, na escola invisível da minha meditação aberta.
E é sempre a mesma sucessão das mesmas frases... «E então ela disse...» e o tom diz da intriga dela. «Se não foi ele, foste tu...» e a voz que responde ergue-se no protesto que já não oiço. «Disseste, sim senhor, disseste...» e a voz da costureira afirma estridentemente «minha mãe diz que não quer...» «Eu?» e o pasmo do rapaz que traz o lanche embrulhado em papel-manteiga não me convence, nem deve convencer a loura suja. «Se calhar era...» e o riso de três das quatro raparigas cerca do meu ouvido a obscenidade que (...) «E então pus-me mesmo dia nte do gajo, e ali mesmo na cara dele — na cara dele, hem, ó Zé...» e o pobre diabo mente, pois o chefe do escritório — sei pela voz que o outro contendor era chefe do escritório que desconheço — não lhe recebeu na arena entre as secretárias o gesto de gladiador de palhinhas [?] «... E então eu fui fumar para a retrete...» ri o pequeno de fundilhos escuros.
Outros, que passam sós ou juntos, não falam, ou falam e eu não oiço, mas as vozes todas são-me claras por uma transparência intuitiva e rota. Não ouso dizer — não ouso dizê-lo a mim mesmo em escrita, ainda que logo o cortasse — o que tenho visto nos olhares casuais, na sua direcção involuntária e baixa, nos seus atravessamentos sujos. Não ouso porque, quando se provoca o vómito, é preciso provocar um.
«O gajo estava tão grosso que nem via a escada.» Ergo a cabeça. Este rapazote, ao menos descreve. E esta gente quando descreve é melhor do que quando sente, porque por descrever esquece-se de si. Passa-me a náusea. Vejo o gajo. Vejo-o fotograficamente. Até o calão inocente me anima. Bendito ar que me dá na fronte — o gajo tão grosso que nem via que era de degraus a escada — talvez a escada onde a humanidade sobe aos tombos, apalpando-se e atropelando-se na falsidade regrada do declive aquém do saguão.
A intriga a maledicência, a prosápia falada do que se não ousou fazer, o contentamento de cada pobre bicho vestido com a consciência inconsciente da própria alma, a sexualidade sem lavagem, as piadas como cócegas de macaco, a horrorosa ignorância da inimportância do que são... Tudo isto me produz a impressão de um animal monstruoso e reles, feito no involuntário dos sonhos, das côdeas húmidas dos desenhos, dos restos trincados das sensações.

Quando uma mulher tem inclinações eruditas, geralmente há algo errado com sua sexualidade. Já a esterilidade predispõe a uma certa masculinidade do gosto; pois o homem é, permitam-me lembrar, “o animal estéril”.

Há um propósito para cada pessoa que você conhece.
Algumas pessoas vem para sua vida para te testar.
Algumas para te usar.
E outras para mostrar o que há de melhor em você.

Há marcas na memória que a gente perdoa, releva e até esquece, mas as marcas do coração, tanto as boas como as ruins são inesquecíveis.

Se fosse para ser fácil, a vida não seria VIDA;
Pois só há superação depois do fracasso,
certeza depois da dúvida,
conquista depois da insistência,
coragem depois do medo,
vitória depois das lutas...
Há sempre uma adversidade
antes de qualquer triunfo.

Não há quem ocupe o lugar do escolhido,a não ser ele mesmo. !

Há um pouco de cada artista no seu trabalho.

Meu caro jovem primo, se há algo que aprendi ao longo das eras, é que você não pode desistir
da sua família, não importa quanto se sinta tentado a isso. Não importa que eles o odeiem, o
envergonhem ou simplesmente não apreciem seu gênio...

Cala-te, […] calemo-nos todos, há ocasiões em que as palavras não servem de nada, quem me dera a mim poder também chorar, dizer tudo com lágrimas, não ter de falar para ser entendida.

Há como lutar sem travar batalhas.

Tenhamos em mente que nada que nos acontece é por acaso. Para tudo há um sentido, uma explicação, uma necessidade real de estar ocorrendo. Mesmo nas horas mais difíceis, nos momentos que nossa alma percorre caminhos tortuosos e dolorosos, devemos confiar na providência divina, como um filho que confia num pai. Por mais complicados que, porventura, possam parecer, as horas do novo dia são oportunidade ofertadas a nossa renovação espiritual. Sejamos gratos e marchemos ao progresso moral, independente das dores do caminho.

"Há pessoas que mentem tanto, e de tal forma, que no meio de suas muitas mentiras, às vezes, até escapam algumas poucas verdades..."

Por Favor,
Não tema
não ache que tudo acabou
Que não há escolhas...
Há muitas paginas em branco ainda !!!