Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura
*HÁ SEMPRE UM NOVO AMANHECER*
Assim como:
em um adulto há sempre uma nova criança,
em um coração bom há sempre um novo
sentimento de ternura,
em um rosto há sempre um novo sorriso,
em um pecado grave há sempre
um arrependimento.
Em uma produção há sempre um novo fruto,
em uma amizade há sempre uma nova união,
em um circo há sempre um novo espetáculo.
Em um esforço há sempre uma nova recompensa.
Em um erro há sempre uma nova
oportunidade de aprender.
Eu acredito e posso dizer:
Há sempre um novo amanhecer...
Há dias que tudo parece desmoronar, tudo que fazemos não gera um bom resultado... Há dias que parecem não terminar, o tic tac nos levam à lugares e momentos que não queríamos está. Apenas palavras sem sentido, e ideias vazias passeiam pela nossa mente exausta e sem vida!
Há dias que só preciso do sol de outono pra aquecer o que me congela por dentro... Há dias que só preciso do seu abraço pra me fazer feliz!
Mas apesar de tudo há dias...
Uma vez um senhor
me disse: Há certas coisas que não deveriam
ter acontecido, outras que deveriam ter.
Mas as que menos esperamos ainda está para acontecer e são essas que nos marcam por toda vida seja de uma forma boa ou ruim e o nome disso é aprendizado..Quando é pra acontecer nada impede de acontecer,e quando não é praacontecer nada pode forçar acontecer.
É só o destino dando oi, e oq resta é ser pacientes e saber aceitar quando não há
mais o que ser feito esperar e observar é a melhor forma de agir para ter o seu sucesso.
Alone
You are not alone.
Há todo um Universo a te acompanhar.
Sozinh@ você não está...
Sempre ouvi...
Por que você tinha de partir?
Partiu como segue o rio...
O caminho que bem entende,
Contornando, horas a fio,
O fio que está à frente...
Sem perguntar a qualquer um se consente...
Ou se, em sua ida... partida, tristeza alguém sente.
Frio que congela a alma.
Medo que nada acalma.
Era pra sempre o combinado você me amar...
Como pôde esse amor das minhas mãos escapar?
Eu... que o segurava bem firme.
Irracional
Irracional.
Vive pra causar mal.
Ama o ringue.
Luta sem razão.
Não há lógica alguma na força da sua mão.
Solitário.
Lobo sem matilha.
Arma pra si mesmo armadilhas.
Se há um lugar por onde não transito muito bem é na política... quem me conhece bem sabe muito bem do que estou a falar: o máximo que sei... e sei muito bem... é que tenho o direito de votar. E exerço esse meu direito.. e o exerço muito bem. Punto e basta!
Mas, por aqui... por aí... fico sabendo a quantas anda o nosso país no que diz respeito à política... sei que, coitado, não é muito bem governado... sei que há muito dinheiro desviado... lavado... de mão em mão - alheias - passado.
Dinheiro... pois é! Dinheiro que sai do meu... do seu... trabalho suado... muito... mas muito mal usado. bem mal empregado... indo pra todo tipo de bolsa... desviado... usado errado...
Tanto buraco pra ser tapado.
Sou contra as tais bolsas que andam espalhando por aí!? Contra a maioria delas... sou sim. Sou contra porque sei que é dinheiro mal empregado. Se o cara que recebe estivesse bem empregado, caso solucionado! Pois quem está bem empregado de bolsa não é necessitado... não precisa ser ajudado... beleza... tudo arrumado. Não, nem tudo não.. porque o empregado, coitado, rala, rala e, ainda, tem um monte descontado... que vai pra outro 'coitado'...
Um triste espetáculo estou eu a assistir neste país... e, como todo espetáculo, há alguém nos bastidores a comandar, a orquestrar, a mandar e a desmandar... Ou estou a me enganar? Não há ninguém a governar?
Estamos num barco à deriva... prestes a afundar?
Sim... porque do jeito que a coisa vai, coitado por coitado é melhor um coitado que é ajudado.
Sei que este post não será lido por quem dever teria... se fosse, muita cabeça rolar iria...
Mas só que não...
"Há mais mistérios entre o céu e a terra, do que toda a nossa vã filosofia"... é não, my dear Shakes?
Somos todos formas misteriosas guiadas pelo tempo pelo suave, forte, incontrolável vento!? Estamos mesmo à mercê do que o vento faz?
Hoje o vento está de bom humor... um leve rumor entre as árvores a denunciar sua presença. Quase imperceptível... invisível... brincando com tudo o que é bem visível. Não fosse o pra lá... pra cá levemente das folhas... mostrando o vento a brincar... eu nem saberia que ele está lá... a me observar... constantemente indiscretamente.
Mas... e amanhã!? Quem garante que ele não se comporte como um gigante? E ele vai assim se comportar - já há milhares de exemplos pra confirmar. Destruindo tudo, tudo mudando de lugar.... Cansou de brincar, quer, agora, tudo esculhambar... jogar... uma luta com você, comigo lutar.
O vento no tempo soberano a reinar!
Acho que não... acho que o vento se engana quando pensa que está no controle da situação.
Agora... uma coisa sei que há: limitação... total. Há uma limitação em todos nós... só vamos até um ponto... que a nós é permitido... um pouquinho mais!? Acesso Proibido!!
Preocupo-me com isso? Não, claro que não.... Estou mais preocupada em procurar em mim o que está fora de lugar.... na calada da noite... tento-me em mim mesma da melhor maneira minha alma arrumar...
Delicadamente junto meus pedacinhos e com cola bem resistente me ponho a colar...
Outro dia amanhã vai chegar... E eu!?
Bem, eu... eu estarei bem pronta pra por mais um dia caminhar!!!
E de novo, e de novo, e de novo....
... e fim
Coração
Coisas do coração...
Coisas valiosas guardadas com carinho.
Há corações que são como um ninho.
Coração que ama sem nada em troca desejar.
Coração que sabe no caminho correto deve andar.
Coração que sabe no lugar do outro se colocar.
Coração – território onde ninguém pisa.
Não se rompe.
Não se corrompe.
Faz o bem a quem quer que do bem precisa.
Nada há que me aqueça
Gotas de chuva vêm me molhar.
É o céu a chorar.
Pequeninas lágrimas a escorrer.
Um mundo inteiro quer ver florescer.
O céu.
Azul.
Imenso.
A me cobrir.
Um amor intenso me faz sentir.
Eu e meus pensamentos, apenas.
Na solidão das horas...
No silêncio da solidão.
O sol não aparece.
Nada há que me aquece.
O céu.
A chuva... gotinhas pelo meu corpo a escorrer.
Minha garganta queima e quer gritar.
O vento começa a uivar.
Sinto-me pouco a pouco nos meus pensamentos a me afogar.
Ah! O poeta...
Há pedras no caminho.
O poeta olha pra elas com carinho.
Há nas rosas espinhos.
O poeta as ignora... se as machucam, ele não chora.
O poeta bebe o néctar da brisa.
Sente a melodia das ondas do mar.
Respira no meio da multidão o mais puro e limpo ar.
Ele tem a veia sensível, afetuosa.
Lapida o nada.
No gris da vida ele vê um mar de rosas.
Minha vida
Paredes brancas.
Muros desbotados.
Céu nublado.
Sol apagado.
Há um aconchego pairando no ar.
Está tão fácil respirar...
Ando pelas ruas vazias.
A chuva que passou tudo lavou...
Tudo levou.
Entrelinhas da vida.
Em poucas palavras resumida.
Há risos
Melhor sinfonia da vida.
A tristeza que vigorou ontem foi apagada... esquecida.
Ressignificada hoje a minha vida.
Borrões do destino
Há dias em que eu sei tudo o que passa em mim.
Sei dizer sim.
Tudo é tão claro.
Minha mente é de uma lucidez tão lúcida que me fascina.
Há dias que tudo não passa de um enorme borrão.
Vivo a mais completa alucinação.
Sou apenas uma voz inaudita.
Presença maldita no meio da multidão.
Aos poucos viro pó.
E sigo, no meio da multidão, aos atropelos...
Completamente só.
Caminhos frios, decadentes, turvos.
Viro a esquina.
Do pó ressurjo.
Qual Fênix... me refaço de passo em passo.
Aos borrões do destino não me curvo.
Há futuro, sim
Tento driblar
a inércia do tempo.
Um cantinho no mundo estou a procurar.
No melhor cantinho que existe, minha alma quero pousar.
O dia desponta já, o sol abre seu melhor sorriso ao chegar.
Minha solidão pra bem longe acaba de mandar.
Uma definição de um caminho alegre se apresenta.
O desconhecido no vendaval se dispersa.
O calor do sol mais e mais me envolve...
A alegria ao mundo todo devolve.
Amarro com fios de ouro esse momento.
O que de futuro me resta?
Que flores à minha alegria a vida empresta?
Harmonia enche meus dias
O encanto, como o vento, pra bem longe leva toda a dor, tristezas e agonias.
Penetro caminhos secretos.
Se são curvos ou se são retos...
Não tem importância não.
Consegui ter de volta em minhas mãos...
da minha vida o timão.
Sigo o curso, persigo os sonhos que não, não sonho em vão.
Muralhas
Vivo dentro de muralhas...
isso não pode estar acontecendo...
até há pouco tempo,
por bobagens eu estava
me debatendo.
Eram coisas tão bobas, triviais
que me incomodavam...
hoje é questão de sobrevivência
um coquetel único de anomalias...
tudo foge à norma, tudo é diferente do normal...
do habitual...
Saudades de quando tudo era tão normal e eu pouco caso fazia.
Não, eu não perdi.... nós perdemos.
De tão apavorados, preferimos viver uma vida vazia
de nós...
Há um bater de asas
O sol nasce devagarinho
Seus raios lentamente aparecem por detrás do montes...
Uma brisa suave traz até mim o perfume inebriante de flores...
Mais um dia começa...
Longa será a jornada.
Eu aqui parada... estagnada.
Não tenho forças pra começar o dia...
A noite foi de completa agonia.
Partiste...
Me deixaste tão triste.
Pergunto-me: de que adianta estar pelo mundo se não estás do meu lado?
Meu coração está desconsolado.
A cortina levemente balança com a brisa que entra...
Um pássaro pousa no peitoril da minha janela...
Fica alguns segundos a me olhar com se me dissesse: ‘há tanta vida lá fora’.
Minha alma no peito chora...
Há um bater de asas...
Um bater de asas que me move... meu coração se comove...
Há vida... me decido... vou vivê-la...
Meu coração tão padecido... apertado no peito...
Minha razão: ‘levanta-te... pra toda dor sempre há um jeito’.
Não há nenhum mapa
Diga-me que há algo de bom neste mundo
que as dores duram apenas segundos
que o tempo passa
e leva com ele toda desgraça.
Diga-me que os gritos silenciosos
e os prantos em segredo
serão todos pelo tempo curados...
Diga-me: ‘não precisa ter medo’.
Diga-me que posso ser feliz
exatamente como o é uma criança...
diga-me que as belas lembranças que trago na memória
saberão por si só encontrar a trajetória...
... diga-me!
Diga-me que há uma representação que possa me guiar...
que não seguirei até o fim perdido e sozinho...
Diga-me que há esperança
Diga-me que há o mapa do caminho.
É noite... noite fria.
Não há estrela guia.
Não se distingue nada.
Os ruídos da noite tomam uma sonoridade rouca.
Não há forças.
Coração tenta ser perseverante.
Mas suas tentativas não são o bastante.
Escolhas do passado
Seguiram o rumo errado.
Desejo que não me apontem direções censuráveis.
Que me deem escolhas certas.
Que me cerquem de caminhos planos... de estradas trafegáveis.
Que eu atinja – nem que seja uma pequena parte – de todos os meus planos.
Mesmo que eu cante triste.
Mesmo que às minhas mãos imponham limites de só um dia...
Sempre é mais um dia.
Mais uma chance.
Mais uma porta.
Mais uma via... mesmo que torta... que eu possa endireitar.
Vivo a esperançar.
Abstinência
Há um vazio de mim mesmo
Rondando por aqui…
Algo que eu não costumava sentir.
Acabaram-se as prioridades.
Tanto faz igualdade ou desigualdade.
Um buraco no meio peito.
De esponja sou feito.
Não sei se falta em mim
O que sobra em você.
Dói em mim algo que não tenho…
Como é possível?
O coração dispara se penso em você.
Falta-me o ar se penso em você.
O que falta em mim…
Você pode devolver pra mim?
A tranquilidade do meu coração.
E mais… ele completo, por favor,
e… ainda, deixe-me sempre com ar por perto.
Essa abstinência de você está me matando.
Essa abstinência de mim, me dilacerando.
Essa dor fantasma está me consumindo.
Sinto-me sumindo… o coração… a mão… o braço…
De pouco em pouco… vou-me despedaçando em mil pedaços.
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