Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

Cerca de 357019 frases e pensamentos: Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

⁠Há outros peixes no mar

Inserida por marianafpfp

⁠Há mais de uma maneira de esfolar um gato

Inserida por marianafpfp

⁠Não há nada como o presente

Inserida por marianafpfp

⁠onde há fumo, há fogo

Inserida por marianafpfp

SALPICO DE ESPERANÇA
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⁠Entre nós, não há sequer
um salpico de esperança.
O tempo reduziu a pó,
Fantasias de criança.
Sonho, apego e afeição
Nas brenhas do coração
Só a dor da saudade alcança!

Inserida por AirtonSoares1952

NO PALCO
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Há quem diga: muito feio!
Não tive intenção agradar
Fiz por onde estar assim
Pra poder representar.
É que a arte é parte de mim
No palco...em qualquer lugar.

Inserida por AirtonSoares1952

MELHOR COISA QUE FAÇO
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Tem um ditado que diz:
quem com porcos se mistura
Farelos há de comer
Daí optei pela clausura
Pra poder me proteger.
Melhor coisa que faço
Sozinho no meu espaço
Evito me aborrecer!

Inserida por AirtonSoares1952

⁠O QUE ME IRRITA MESMO...
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Há certas coisinhas que acontecem no nosso dia a dia que nos deixam visivelmente irritados: ir ao cinema e ter o azar de sentar ao lado do indivíduo que nos antecipa as principais cenas do filme.
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Ou, então, uma pessoa bem alta senta na poltrona à nossa frente; o mastigado crocante - também no cinema - dos comedores de pipoca ou do ploc-ploc dos chicletes; rangido de porta, nos escritórios, enquanto aguardamos ser atendidos; em casa, apressado para sair, na hora de pôr perfume, a tampa do frasco escorrega, rodopia no chão e vai repousar lá no cantinho embaixo do guarda-roupa ou de outro móvel qualquer; concordar com pessoas que nos pedem opinião, mas que, na verdade, precisam é de apoio moral.
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O que irrita mesmo é subir no ônibus e aguentar, sem poder dizer nada, aquelas pessoas que demoram uma eternidade na roleta pagando a passagem.
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Um dia desses, final de tarde, observei: uma senhora gorda, bem parecida, apresentado sinais visíveis de neurose, aproximou-se da roleta e tentou nervosamente abrir a primeira bolsa.
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Depois dessa, havia aquela bolsinha onde elas guardam moedas. Mexeu, remexeu, e nada de as moedas aparecerem.
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Em cima da gaveta do trocador havia de tudo. Um verdadeiro bazar: amostra de tecidos, grampos enferrujados, pente, botões, sianinhas, carnê do Baú da Felicidade. O que se pudesse imaginar estava ali exposto na mesinha do trocador.
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O tempo foi passando, passando (como é seu costume), e eu me enervando. A essa altura, já me sentia uma bomba. Só faltava explodir. Não demorou muito. Chovia e ainda não me encontrava sequer dentro do ônibus. Muni-me de paciência - qualidade rara hoje em dia - e suportei heroicamente a primeira etapa dessa angustiante maçada.
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A segunda etapa vai do momento em que ela retira a moeda da bolsinha, até o pagamento propriamente dito.
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Não entrarei em minúcias, por questão de brevidade. Bom, depois da longa "lengalenga", pudemos respirar naturalmente. Pensamos nós, passageiros.
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Mas que nada. Aconteceu o inesperado: a bolsa da dita enganchou na roleta e começou o puxa-puxa. Puxa daqui, puxa de lá, e eu sei, gente, que finalmente chegou a minha vez de pagar.
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Meti a mão no bolso para tirar a carteira, tentando ser mais rápido que todo mundo, querendo, com isto, me vingar mentalmente... Não a encontrei. Se não fosse minha timidez congênita, teria feito aquele escândalo.
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Pior do que tudo isso, e já não era pouco, os outros passageiros, saturados pela gorda, não compreenderam meu problema - o roubo da carteira - e começaram a me xingar deliberadamente.
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Essa não! Aí não prestou! Um verdadeiro disparo - de blasfêmias - cruzou no ar, juntamente com bofetes e encontrões. Estava todo mundo ababelado, à mercê do que desse e viesse, quando de repente ouviu-se o disparo de um revólver. Ficamos estáticos, pálidos, mal respirávamos.
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Poucos minutos depois, cada um de nós olhou para a cara do outro, meio sem jeito. Era como se quiséssemos inquirir: - Precisava de tudo isso!? Um pouco mais de calma não teria resolvido a questão? Mas agora é tarde demais.
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O silêncio é rompido pelo autor do disparo, um guarda da Polícia Civil, que falou com aspereza:
- O coletivo está detido e vai agora mesmo para a delegacia!
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Chegamos. O delegado, como sempre, fez perguntas de praxe e no final não deu em nada. Algumas multas, advertências e pronto. Uma história a mais dos propalados transportes coletivos. Fim de linha, fim de conversa!
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1977

Inserida por AirtonSoares1952

Em caso de religião, se não há provas cientificas sobre tal coisa, você não deveria julgar os que não acreditam. E eles assim, não deveriam lhe julgar, reciprocamente.

Inserida por danmelga

Só há como descobrir o caráter real de um homem, dando-lhe possibilidades.

Inserida por danmelga

Não há nada mais inspirador do que idealizar o próprio sucesso.

Inserida por danmelga

Só há como ter uma morte calma e serena, sabendo o que provém dela.

Inserida por danmelga

Meu desabafo são os textos que eu crio, as frases que eu penso. Não há forma mais prazerosa ao fazer isso.

Inserida por danmelga

Não há como existir, geograficamente; o céu e o inferno.

Inserida por danmelga

Há duas formas de se elogiar: tanto individual, quanto comparativamente.

Inserida por danmelga

Não há como discutir com alguém que não faz bom uso da razão.

Inserida por danmelga

Há dois tipos de opiniões: pessoais e gerais.

Inserida por danmelga

Há pessoas que são como trens seguindo por trilhos, já impossibilitadas de mudar o próprio destino.

Inserida por danmelga

Há dois motivos pelo qual você respeita alguém: educação ou medo.

Inserida por danmelga

Só há como eliminar todos os sentimentos ruins de si mesmo: saindo de casa. Quando saímos de casa, também saímos de nós mesmos.

Inserida por danmelga