Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura
Há pessoas que têm vergonha de viver: são os tímidos, entre os quais me incluo. Desculpem, por exemplo, estar tomando lugar no espaço. Desculpem eu ser eu. Quero ficar só! grita a alma do tímido, que só se liberta na solidão. Contraditoriamente quer o quente aconchego das pessoas.
Enquanto houver tempo, há esperança. Enquanto houver amor, há sempre um recomeço. Enquanto houver fé, há algo surpreendente pela frente!
Abra a janela pra vida!
Há um mundo lindo lá fora
com infinitas possibilidades
esperando você florir.
Não te prendas ao passado e
nem ao que te fez desandar .
A escolha é sua:
Ou escolhes caminhar no céu da felicidade
ou morres estacionado no tempo.
Há coisas que acontecem assim, de repente, naturalmente, sem esperas, sem a necessidade da busca. Tudo ao seu tempo. No tempo de Deus!
Por que há um amor próprio insuportável
dentro de mim
E isso é o que me sustenta.
Desculpe se não correspondi às suas expectativas
Mas eu não nasci para ser paliativo de ninguém!
Há momentos em nossas vidas em que o amor realmente conquista tudo: cansaço, privação de sono, qualquer coisa. E depois há aqueles momentos em que parece que o amor não nos traz nada além de dor.
Estamos sempre procurando maneiras de aliviar a dor. Às vezes, fazemos o que temos de melhor. Às vezes há momentos em que perdermos a nós mesmos. E às vezes tudo o que precisamos para aliviar a dor é dar uma simples trégua.
A quimera Tupiniquim.
Em mitologia há um monstro
Que tinha três cabeças
leão, serpente e a cabra.
E tinha muito mais
O seu corpo era dividido
nas partes desses animais.
Respirava fogo,
ele era a Quimera.
a diante um leão
com o corpo de cobra
e a calda de uma cabra.
Foi morto por Belerofonte.
arrancando um de seus braços
espancou-o, até a morte.
Monstros assim são
feitos em partes como seria arte
cada uma com sua função
difícil no seu abate.
Temos diante de nós hoje
o mais terrível monstro da nossa história.
É a união de todas as mazelas e inglórias.
Criado em sementes da desgraça
Da nossa gente a doença da nossa raça.
Composta de vícios históricos
de nosso país e gente
de seus sonhos heroicos
simples e simplórios.
Que neste tempo
se confluíram e aglutinaram
Deixaram de acreditar em justiça
São mendigos de formação.
Hoje vivem de esmola que aceitam
são fracos e vencidos atrofiados
vitimas de uma luta que não houve
enganados na ilusão
da quilo que não são.
Esse monstro se fortaleceu
de uma anti-cultura
e se fez de dissidente
diante de uma ilusão
de um revolução libertária
que não é nem literária.
Hoje é barão sem coroa ou capa
Usa um martelo como açoite
E a foice para decapitar tudo
aquilo que seria o futuro.
Conhecimento de uma maquina podre
tornou o país refém,
os poderes corrompidos.
Pobre de espirito
Fisiologismo visível
Por si.
O que faz o teu alvo no abstrato?
O que tu miras que nem sabes se há?
Não tens medo de estar errado?
Acha mesmo que sempre ganhará?
Conto somente a ti, meu amigo,
que me ensinaram a desistir.
Até na escola da morte, iludido
me pus, otário, a tentar seguir.
Condensei, perfume em lágrimas,
choros ardiam perfumadamente,
perfumavam as auras,
agrediam a mente.
Mentiam as auras,
iludiam a gente,
então amigo, desista!…
Viva para ti, somente.
Há uma pressão da sociedade para que nos tornemos mais falantes para que mostremos "a que viemos" a essa mesma sociedade. Ser falante, supõe-se, seria uma vantagem no mundo, mais específico, no mundo dos negócios ou ambiente de trabalho. Mesmo que você não diga nada novo e apenas repita o que sua chefia lhe disse - ou mandou dizer - apenas com com outras palavras. Mas falar, para muitos, qualquer coisa, é marcar assomo, é uma tentativa de garantir-se indispensável. E ser pacato, de pouquíssimas palavras, é visto como um tipo de deficiência que está ali, não conseguimos enxerga-la. Existe até um certo preconceito contra os quietos. Como se lhe faltasse algo, palavras. Mas será que as palavras estão ali, nessa palração descomedida dos que se deitam a falar demais? Ou melhor, será que quem fala está realmente presente naquele discurso? Muitas vezes se diz bem melhor falando menos, mas concisamente, do que falando demasiadas palavras e vazias. Nas palavras ocas não existe nada.
Já não sei mais o que dizer ou a quem dizer, já não há mais palavras, não existem mais linhas, cadernos ou canetas, basta o silêncio, o nada, a ausência.
Às vezes é a voz de Deus, em outras somente vozes exteriores semeando a discórdia. Mas, não há mal que vingue onde existe amor é fé. Apenas que prevaleça o bem, é o que peço todo dia a Deus!
Se existe alma, se há outra encarnação
Eu queria que a mulata sapatiasse no meu caixão.
“Não há decisões sem riscos ou escolhas sem consequências. Bem ou mal você tem que conviver com os bônus e ônus dos resultados.”
Venho por meio desse tomar posse do termo "viajou na maionese".
Há várias tentativas de se explicar o termo.
Explicação: O termo foi usado a primeira vez em 1989.
Em Medicina no velho hospital escola, eu Dante Vitoriano Locateli, Hudson Umeoka Edson Antonio Nicolini Nicolini e Carlos Alberto Ikoti Takenaka após uma aula de semeologia do dr. Lindenberg Neto estávamos discutindo.a capacidade Dr. Edson querer colocar tudo nesta "Anaminese" fizemos a observação que o Nico "viajava na anaminese" começou a bagunça "viajar na maionésia" e ficou "viajou na maionese".
Assim o termo foi inventado pela XXI turma da med. Taubaté
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