Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura
O que me é imposto
Deixou de ser há muito tempo
O afastamento inconsciente
O vislumbre de uma mudança forçada
Uma mancha no peito
Um serviço malfeito
A improdutividade noturna
Suprimir é viver
O costume de se acostumar com a obrigação
Se foi, se dói e se é.
Todo axioma é uma mentira e não há sentido que não possa ser subvertido.
Obrigado, pós-modernidade.
Sabe aquilo que a palavra tchau começa a produzir depois de ser dita,
Sabe o vazio há nos dias, semanas corroem o meu ser.
Sabe aquela faísca que acende a vontade de te ver.
Sabe a dor que bate quando você vai embora, é aquele verbo conjugado no passado, é aquela história de algo vivido que não se apaga da minha memória.
É Saudade do meu amor
Não há prazer sem riscos, a vida pode não ser o tudo que desejamos, mas temos que comemorar cada dia e agradecer porque a vida é curta, então, quebre regras, perdoe rapidamente, não reclame, não critique, seja amável, agradeça sempre, ria e nunca pare de sorrir. Beije lentamente, ame de verdade.
Ecos da Existência
Na vastidão do ser, onde o tempo se faz poeta e a vida, sua musa, há uma melodia que ecoa, suave e constante. Ela dança nas sombras do passado, brilha nas promessas do amanhã e reside no calor de cada hoje. Esta é a sinfonia da existência, a canção que Vinícius poderia ter cantado, entre goles de poesia e suspiros de amor.
Na tessitura desse tecido chamado vida, cada fio é um instante, entrelaçado com a arte e a dor, o riso e o choro. Aprendemos a ter força na coluna não por rigidez, mas pela flexibilidade de saber dançar com o vento, de não quebrar quando a tempestade vem. Em cada curva, em cada esquina da existência, há uma história a ser contada, um aprendizado a ser abraçado.
O amor, ah, o amor! Esse sentimento que Vinícius cantou com tanta paixão, é o vinho que embriaga a alma, é o sol que nunca se põe no horizonte do coração. Amor que é rio, fluindo sem fim, amor que é mar, profundo e imenso. Em suas águas mergulhamos, buscando a pérola da verdadeira conexão. O amor é encontro, é a fusão de almas, é o toque que transforma o comum em extraordinário.
E a morte, essa inevitável companheira, que nos sussurra sobre a impermanência de tudo. Ela não é o fim, mas uma transição, um portal para um mistério maior. Nos ensina a valorizar cada respiração, cada risada, cada lágrima. A morte nos lembra que viver é um ato de coragem, um desafio constante para abraçar a plenitude do agora.
No espírito reside a essência, o imaterial que nos faz mais humanos. É a chama que arde, inextinguível, mesmo quando o corpo cansa. É a parte de nós que se conecta com o infinito, que toca o céu em momentos de pura alegria e profunda tristeza.
As lembranças são as páginas desse livro que escrevemos a cada dia. Algumas trazem sorrisos, outras lágrimas, mas todas são preciosas. Elas são o mapa do nosso caminho, as marcas deixadas na areia do tempo. Saudade é o preço que pagamos pelas boas memórias, é o doce-amar de ter vivido algo que vale a pena ser lembrado.
E a memória, essa artista caprichosa, pinta os quadros do passado com cores ora vivas, ora desbotadas. Ela é o museu da nossa história, o lugar onde revisitamos nossos amores, nossas aventuras, nossas perdas e conquistas.
Viver, portanto, é um ato de equilíbrio entre tudo o que foi, é e será. É ter força na coluna, sorriso no rosto e abraços apertados. É saber que, em cada fim, há um novo começo. É entender que, em cada adeus, há a promessa de um reencontro. Pois a vida, em sua infinita sabedoria, é um ciclo eterno de aprender, amar e, acima de tudo, viver.
Eu entendo que não há tantas diferenças que possam ser consideradas essenciais entre os seres humanos. O que há, na verdade, é uma tremenda necessidade desses seres humanos se sentirem diferentes.
Ser inteligente não é ter todas as respostas, mas sim a humildade de reconhecer que sempre há mais a descobrir.
Quando uma mulher vai embora, não há ser humano nem divino que a detenha.
A vida é como a dança, todos acham que foi feita para ser sentida a dois, mas a verdade é que há sempre alguém que o faça sozinho e parece que ainda se divertem.
21/02/2024
Não há engano maior, do que confundir homens com inteligencia e ricos, como um ser humano sábio. Isso porque tem coisas que dinheiro nenhum compra, e uma coisa é uma coisa e outra coisa outra coisa, não tendo nada uma a ver com a outra.
Se há meninos brancos que acham que eu posso ser presidente, que acham que eu devo ser presidente, como não tentar concorrer com os demais?
"Em cada garrafa de vinho, há uma história líquida que aguarda para ser desvendada, sorvida e celebrada." 🍷
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