Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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Muito há de se fazer sempre para buscar o melhor, não é preciso esforços extraordinários começar pelas atitudes que nos reconheçam pela bondade já é um excelente primeiro passo. Uma de tantas condutas que não devemos repetir ou reviver é o passado de erros para os vindouros dias, contudo não se pode ignorar que as consequências do que fazemos hoje podem se refletir no amanhã. Por isso devemos ter cuidado com que que dizemos, para quem dizemos e qual a finalidade contida em nosso coração, pois se não tivermos bem intencionados nossa atitude certamente será destrutiva. Não há um dia exatamente igual ao outro, eles tem significados diferentes e muitas vezes nos revelam verdades que nos preservam de muitas tristezas, entretanto alguns dissabores são inevitáveis e cabe a nós não dar importância. É louvável vivermos em harmonia com nossa consciência sem atropelos ou apelações, mesmo porque somos responsáveis pelo que fazemos de forma pensada e consentida, o que deixamos de fazer de bom resulta do que sentimos à medida em que nos afastamos de um objetivo espiritual, o tornando mesquinho e insignificante. Quando o tempo nos concede as chances para os devidos reparos precisamos reiniciar de algum ponto, e cada pequeno instante se transforma em um universo de possibilidades desde que tenhamos generosidade em reconhecer nossos conflitos, coragem para nos enfrentarmos e humildade pera nos redimirmos, eis um bom propósito. Ao seguirmos os bons caminhos a finalidade também é resolvermos nossas aflições para nos ajudar a descobrir se restou algo de bom em nós, e assim reencontrarmos as verdades que nos mostrem como somos de fato, isso se nos propusermos e quisermos nos conhecer verdadeiramente, para mudar. Viver com a certeza de que sempre estamos em contínuos processos de mudanças nos dá confiança para decidir sobre o que fazer para o próximo instante, o quê optar nas adversidades e como enfrentar as animosidades que não criamos. Não é preciso sofrer para sabermos alimentar nossas escolhas, apenas se empenhe em viver uma vida melhor, em construir uma nova história para sua existência e acreditar que é possível, pois há uma vasta diferença em saber o que pode ser importante e o que precisa ser importante, a escolha é unicamente sua.

John Pablo de La Mancha

Inserida por JohnPablo23

(⁠Pare de ajuntar pedras, ainda há tempo para um abraço )

Para que ajuntar pedras para atirar em alguém tão inocente quanto você.
Ainda há tempo para um abraço, um aperto de mão , um sorriso, um diálogo amistoso.
Calma que a vida quer viver e seguir seu rumo.
Pare para ouvir , cogite as possibilidades, dialogue.
Depois dê seu veredicto
De forma aprazível
Doutrine antes de castigar
O mundo quer mais amor, justiça sem subterfúgios, proteção e educação.
Afinal ninguém nasceu sabendo de tudo todos estamos aqui para aprender pois a vida é uma escola, e os desafios uma faculdade.
O bom de recomeçar é resgatar os laços perdidos e quantas vezes for preciso voltaremos ao início.
Analisando cada passo para fazer diferente.

Inserida por G1l2v3A4N5I6A

⁠"Transforme a fera que há dentro de você em um animal de estimação ".

Inserida por grigasbar

⁠Há 14 anos, eu lançar uma fita de cinema que fez muito sucesso nos EUA, mas fez Cazaquistão virar motivo de piada no mundo inteiro.

Inserida por pensador

⁠Vivemos num mar de lama há mais de 500 anos, e tenho certeza de que essa lameira tende a aumentar se não implantarmos urgentemente nesse país a educação libertadora defendida pelo mestre Paulo Freire.

O jeitinho brasileiro, baseado na "lei de Gerson" e no slogan "farinha pouca, meu pirão primeiro", a ganância dos donos do mundo e da sociedade em geral, não desejam uma mudança efetiva que coloque nosso país definitivamente nos trilhos do progresso.

"Querem que o mar pegue fogo para comerem peixe frito."

Inserida por I004145959

⁠Vivemos num mar de lamas há mais de 500 anos, e tenho certeza de que essa lameira não foi criada pelo PT, e indubitavelmente não será essa turma que está no poder que fará a limpeza.

Inclusive, penso que esse mar de lamas tende a aumentar, independentemente de quem esteja no poder.

Afinal, o jeitinho brasileiro, baseado na "lei de Gerson" e no slogan "farinha pouca, meu pirão", a ganância dos donos do mundo e da sociedade em geral, não desejam uma mudança efetiva que coloque nosso país definitivamente nos trilhos do progresso.

"Querem que o mar pegue fogo pra comerem peixe frito."

Nem o povo se preocupa com o povo.

Acho, inclusive, que o povo, por falta de opção ou por conveniência, aceitou a política do pão e circo há muito tempo.

Talvez, pela dificuldade em passar pelas portas da inclusão social, que de tão tortuosas, estreitas e fechadas, pouquíssimos têm a coragem e determinação de trilhar por esses caminhos.

E aqueles que decidem seguir por essa estrada tentando um lugar ao sol carregam uma cruz muito grande e pesada durante anos e anos de suas vidas, desestimulando outros a optarem por esse caminho.

Essa lógica faz com que muitos escolham viver o hoje, entregando seu futuro nas mãos de Deus, na Mega-Sena, na possibilidade de tornar-se um jogador ou um cantor famoso...

Aliás, essa filosofia de vida de viver e ser feliz com o que tem talvez seja um dos motivos de tanta inveja por parte da denominada “classe média”.

Presenciar "pobres" felizes, vivendo intensamente o hoje, com TV led, carros, iPhone, viajando de avião, tomando cerveja, assistindo futebol, novela, jogando dominó... Com certeza, tem incomodado muita gente da classe média que culpa o PT e seu programa assistencialista.

Entendem que trabalham muito e pagam altos impostos para bancar escola pública, hospital público, bolsas famílias e outros tantos programas sociais.

Acham que estão sustentando vagabundos e preguiçosos. Um grande equívoco!

Afinal, pessoas preguiçosas e vagabundas podemos encontrar em qualquer classe.

Ressalto que esse sentimento de inveja é inerente à natureza humana desde que o mundo é mundo e independe de classes sociais.

Certamente, existe rico com inveja do colega mais rico, e tem pobre com inveja do vizinho que melhorou de vida.

Dei maior ênfase à classe média uma vez que, nos últimos anos, tenho percebido um crescimento assustador de invejosos nessa classe, principalmente em relação à melhoria de vida dos pobres.

Essas pessoas que se rotulam de classes médias perdem tempo olhando para os pobres e esquecem-se de criticar e cobrar da alta burguesia, dos banqueiros, dos industriários, das construtoras...

É com essa turma que a classe média deve brigar e não com o povo. Lutar para aumentar os impostos sobre os ricos, obrigando-os a transferir suas riquezas.

É triste ver uma sociedade que briga muito por melhorias salariais e muito pouco, ou quase nunca, por melhorias estruturais.

É triste ver uma sociedade que se movimenta apenas quando o sapato aperta no seu pé.

Enfim, não vou ficar aqui ensinando a missa ao padre.

Se as coisas não mudam é porque tem muita gente ganhando.

Perdi a fé nesse mundo onde existe obsolescência programada, indústria bélica fomentando guerras, indústria da fome, indústria do bem, indústria da seca, indústria da mentira (revistas, jornais, televisão...), indústria da criminalidade, máfia da indústria farmacêutica e etc...

Simplesmente, não acredito que possamos mudar essa lógica mundial.

Espero tão somente que um dia todos sejam engolidos pela areia movediça que criaram.

Continuam achando que 90 % dos seres humanos não prestam, quiçá não sejam 99%.

Seres humanos ricos, pobres, negros, brancos, ocidentais, orientais, cristãos, ateus, homens, mulheres, gays.... Defendem suas bandeiras com unhas e dentes.

Seres humanos são ditadores, exploradores, segregadores, falsos, hipócritas, interesseiros, infiéis, egoístas, individualistas, capitalistas, antisocialistas, fascistas, racistas....

Sempre foi assim desde os primeiros registros da história da humanidade.

O ser humano é o câncer do nosso planeta.

Inserida por I004145959

⁠Onde está a crise da música brasileira?

“Há uma crise na produção musical, mas isso não é culpa da gravadora. É uma crise de criatividade.” (Alexandre Schiavo).

Muitos alegam que a falta de criatividade do músico brasileiro. Penso que, na verdade, o que falta é oportunidade para música de boa qualidade.

Acredito que a indústria fonográfica, ávida por lucros, prefere buscar uma produção barata e de rendimento fácil na internet, através dos campeões de acessos do canal YouTube.

Porém, passados meses, aquele novo hit já não é mais o top 1 das paradas musicais, dando lugar a outro que ficará alguns meses também.

Nesse círculo vicioso, vence a música que atinge mais visualizações em detrimento daquela de melhor qualidade.

Claro, isso não significa que o fato de ter se popularizado por causa da internet faz do artista mais ou menos talentoso. Afinal, apesar de poucas, existem bandas nascidas na internet com grande conceito crítico.

Entretanto, com a dispersão inerente à internet, acaba criando um buraco enorme, onde muita gente boa se perde.

A seleção sendo feita por número de visualizações, num país carente de senso crítico, vencerá "Quadradinho de oito" e o "funk LecLecLec," por exemplo.

Fico pensando: o que seria de Chico Buarque, Raul Seixas, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Renato Russo, Noel Rosa, Djavan, Guilherme Arantes, Milton Nascimento e outros grandes representantes da boa música brasileira se tivessem iniciado suas carreiras nos dias atuais?

Acho que todos estariam no ostracismo, passando fome, teriam que procurar outra forma de ganhar dinheiro.

Por fim, acredito que não há crise de criatividade, e sim falta de oportunidade.

Inserida por I004145959

As pessoas preferem esses hotéis cheios de coisas chiques. Mas eu acho que há algo especial nas coisas simples.

Inserida por pensador

Você fez ele sorrir. Ele não sorri há muito tempo.

Inserida por pensador

Há um certo momento que devemos mudar de vida, ou chegará um momento que a vida irá nos mudar.

Inserida por GabrielVieira

Não há tempo para se afogar em lamentações e nem espaço para guardar tristes recordações. Viva o que vida lhe presentear. Sinta, chore, sorria, seja, doe, ame e tudo o mais. Prender-se ao passado é correr o risco de viver a eterna espera do que nunca virá.

Inserida por thomasarruda

Vida de mestre...

Oh mestre coração, diga-me:
Há esperança pela salvação?
O mestre pensa meio incólume,
Você é filho adotivo por opção.

Teu coração é uma velha adaga,
O qual está meia enferrujada,
O bem com bem se paga,
Ah! Também a paz não é armada!

Obrigado coração, você é presente,
Desde que me tornei gente,
Queria ser poeta e escritor.

O dia que realizar esse beneplácito,
Faço um soneto tácito,
Por ser humilde e vivo no criador.

Inserida por AndersonCDO

⁠Há quem queira reinventar o mundo antes mesmo de entendê-lo.

Inserida por I004145959

⁠Há novidades sem valor e valores que nunca envelhecem.

Inserida por I004145959

⁠Sem repressão, não há civilização — só instinto e conflito.

Inserida por I004145959

⁠Há inclusão de corpos, mas exclusão de ideias divergentes; promove-se diversidade de identidades, mas não de pensamentos.

Inserida por I004145959

⁠Há inclusão de corpos, mas exclusão de ideias divergentes.

Inserida por I004145959

⁠De fato, há uma convergência do capitalismo contemporâneo com pautas identitárias — especialmente quando essas pautas podem ser convertidas em imagem, marketing, consumo ou pertencimento a nichos.
Essa aderência, por vezes, não se dá por convicção ética, mas por oportunidade de mercado.

Ao mesmo tempo, observa-se uma divergência crescente do mesmo sistema em relação a ideias tradicionalmente associadas à ordem, à autoridade ou a papéis fixos — como os antigos ideais de masculinidade: o homem provedor, alfa, patriarcal, racional, contido.

Essas figuras, antes exaltadas pela publicidade e pela cultura de massa, passaram a ser vistas como símbolos de atraso ou opressão, sendo descartadas ou ridicularizadas nos novos discursos dominantes.

Trocam-se extremos sem espaço para síntese. Sai a rigidez do passado, entra a fluidez do presente — mas o radicalismo persiste, apenas com outra roupagem.

Em vez de integrar valores, seguimos substituindo um polo por outro, como se a sensatez fosse sempre sacrificada em nome da agenda do momento.

Inserida por I004145959

⁠Quando a Revolta Vira Produto

Há uma incoerência gritante — e, muitas vezes, conveniente — nos discursos anticapitalistas que florescem dentro do próprio capitalismo. Militantes e ativistas que dizem combater o sistema usam plataformas como YouTube, Instagram e TikTok para monetizar suas críticas. Vestem-se de resistência, mas atuam dentro da lógica capitalista, lucrando com curtidas, visualizações e parcerias.

O que deveria ser luta virou negócio. O ativismo virou produto. E muitos militantes se tornaram marcas pessoais, embalando a indignação em discursos vendáveis, com engajamento calculado e lucros constantes — exatamente como o mercado gosta.

A pergunta que permanece é direta e incômoda:
Se são genuinamente contra o capitalismo, por que aceitam os frutos do sistema?

A autenticidade exigiria renúncia — abrir mão dos ganhos gerados por aquilo que se critica. Mas coerência ética é artigo raro.

Inserida por I004145959

Sei que a dor pesa e tira o chão, mas há quem viva sem pão, sem proteção, sem direção — pensar nisso não resolve, mas ajuda a aliviar a pressão.

Inserida por I004145959