Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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SEJAS ANTES.
Se desejas ser amado,não espere pelo outro,ame.
Se anseias carinho, não cobre sem o dar.
Se anseias a gentileza, não amargure a tua e nem a vida do outrem,isto apenas espanta cada vez mais os que pretendem pedir tempo.
Se buscas ser compreendido, não negue a ponderação e a compreensão,cada um possui a sua capacidade ideai para a existência atual.
Se a vida tem te ofertado espinhos isso não nega peremptoriamente a existência das rosas.
Tens se sentido perseguido,continue então sempre na dianteira seguindo os passos de Jesus,os malevolentes acabarão então por chegar até o mestre através de você.
Julgas que tudo esta perdido, não te detenhas em julgamentos é momento de voltar de onde parou e recomeçar mais lívido.
Se a doença chegou até ti como assaltante,mostre-a que nada ela tem para levar de ti a não ser o que es pelo bem que praticas.
Parecem-te pesadas as cargas que surgiram?Recordas que são cargas e podes muito bem não levá-las todas de uma só vez. Cada passo, uma distância a menos.
Levantam falsidades quanto a tua vida? Procure Jesus que também não escapou das mesmas,se as mesmas não fazem justiça quanto à tua consciência.
Sentes que o abandono dos que julgavas amigos e irmãos te batem a porta, entre em tua casa íntima em ti mesmo e ainda que chores,converse com Deus.
Sempre que abrirem-te chagas em mentiras sobre o que realizas,abençoa as mesmas com serenidade agradecendo e dando graças por serem mentiras.
Sempre meus filhos na terra ou na erraticidade existirão os pobres de espíritos que investem contra tudo que fala do bem,mas a ti, tão somente a ti cabe a decisão a tomar;preferindo se lançar no pântano das lamentações a sentir-se o mais infeliz dos seres ou continuar na caminhada que empreendestes em nome da evolução pessoal que direcionam tantos outros irmãos infelizes à paz que tanto buscas.
Não olvides que podemos aparentemente nos mostrar vencidos,contudo não pairem sombras em nossa convicção de que o mundo vem sendo ha milênios guiado por aqueles que se fizeram o menor dos menores e mesmo que não mais aceitos pela terra,foram e são abraçados pelas graças dos céus.
Pelo Espírito: Catarina Labouré / Irmã Zoé .

"Ser grato é reconhecer que até o atraso pode ser um cuidado oculto."

O ECO PRESENTE NO SER.
No âmago da experiência humana persiste um sopro primordial que transcende a mera percepção sensorial e instala-se como presença constante junto ao sujeito pensante. Assim como o ritmo contido da música que nos evoca, em cada consciência um movimento lento e contínuo de investigação interior e reconciliação com o próprio existir. A respiração humana deixa de ser ato mecânico para tornar-se um símbolo da dualidade entre finitude e aspiração, entre o real e o ideal, entre o conhecido e o insondável.
A consciência, ao retornar-se para si mesma, desvela uma trama de significados ocultos que não são meramente sentidos, mas compreendidos através da análise crítica e da reflexão catedrática. O ritmo lento da busca insta a mente a suspender o juízo apressado e a cultivar a lucidez necessária para enfrentar a complexidade desse existir. Cada inspiração é um convite a reconhecer a própria vulnerabilidade; cada expiração, um gesto de renúncia às ilusões efêmeras.
Este processo de introspecção não é uma fuga da realidade, mas uma imersão profunda na substância do eu. O sujeito filosófico que busca nas indagações, encontra na lentidão um método de resistência contra a dilaceração do pensamento pela pressa e pela superficialidade. A experiência contemplativa ensina que a profundidade do ser não se revela em aceleração, mas em quietude e atenção prolongada aos aspectos sutis das experiências vividas.
No contexto desta reflexão, a temporalidade assume relevo singular. O tempo não se apresenta como linha contínua e linear, mas como campo de eventos psicossomáticos em que passado e futuro coexistem no presente da consciência. Quando o pensamento se aquieta, percebemos que o sentido último de nossa jornada não se encontra em metas externas, mas no exame contínuo dos próprios estados internos.
A conclusão que se impõe é que a verdadeira sabedoria não reside em responder de imediato às questões da vida, mas em aprender a permanecer com elas, atendendo-as com equanimidade e perseverança. 
*Que esta reflexão inspire o leitor a transformar cada momento de silêncio interior em ato de compreensão e transfiguração pessoal.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

" Quando a crítica precisa ser mais extraordinária do que o fenômeno criticado, não estamos diante de ciência esclarecedora, mas de uma negação que teme aquilo que não consegue medir, e a lucidez verdadeira sempre começa onde o dogma termina. "

A NECROSE SILENCIOSA DA ALMA.
Morre lentamente o ser humano que já não contempla a aurora como um milagre cotidiano. Morre quem desperta sem gratidão, quem atravessa as manhãs como um espectro automatizado, incapaz de perceber que cada raio solar constitui um testemunho da continuidade divina da existência. Há uma forma de sepultamento que antecede o túmulo. Ela ocorre dentro da consciência. Ela se instala nos territórios invisíveis da sensibilidade anestesiada.
Morre lentamente quem esqueceu de olhar as estrelas na noite anterior. Quem já não ergue os olhos para o firmamento perde gradativamente o senso de transcendência. O céu noturno sempre foi um dos maiores tratados metafísicos da humanidade. Civilizações inteiras compreenderam a pequenez humana diante da vastidão cósmica. Quando o indivíduo deixa de contemplar o infinito, passa a viver encarcerado nas estreitas muralhas do imediatismo material.
Morre lentamente quem não mais se encanta com a magnificência da natureza. Quem atravessa florestas sem reverência, quem observa rios sem assombro interior, quem pisa sobre a terra sem reconhecer nela o laboratório sublime da criação divina. A natureza não é mero cenário biológico. Ela é pedagogia silenciosa da Providência. Cada árvore ensina resistência. Cada estação ensina renovação. Cada flor revela que a delicadeza também constitui força.
Morre lentamente quem já não encontra beleza em si mesmo. O autoabandono emocional corrói a estrutura psíquica com intensidade devastadora. O amor-próprio equilibrado não é vaidade. É reconhecimento da dignidade espiritual que habita a criatura humana. Quem se odeia gradativamente destrói os alicerces interiores da esperança. Quem não se permite ajuda fecha as portas da própria regeneração.
Morre lentamente quem se transforma em servo dos hábitos petrificados. Quem percorre eternamente os mesmos caminhos mentais, emocionais e existenciais, recusando-se a experimentar novos horizontes da experiência humana. A estagnação da alma produz uma espécie de mumificação psicológica. O indivíduo permanece biologicamente vivo, mas espiritualmente imóvel. O medo da mudança converte-se em cárcere invisível.
Morre lentamente quem faz da distração superficial o centro absoluto da própria vida. Quem substitui reflexão por ruído constante. Quem abandona o diálogo profundo consigo mesmo para entregar-se inteiramente às dispersões hipnóticas do mundo moderno. A consciência necessita de silêncio para amadurecer. Sem introspecção, o espírito enfraquece-se.
Morre lentamente quem permanece infeliz em sua vocação e ainda assim não move uma única força interior para transformar a própria realidade. A resignação passiva jamais foi virtude. O conformismo diante da infelicidade representa uma das formas mais perigosas de renúncia existencial. Sonhos sufocados tornam-se sepulturas íntimas.
Morre lentamente quem vive aprisionado à reclamação incessante. Quem transforma a própria linguagem em instrumento contínuo de pessimismo. A palavra possui profunda força psíquica. O pensamento repetido estrutura estados emocionais permanentes. Quem apenas amaldiçoa a chuva, o calor, o destino ou a própria sorte passa a habitar atmosferas mentais de autodestruição silenciosa.
Morre lentamente quem abandona projetos antes mesmo de iniciá-los. Quem teme errar mais do que deseja aprender. Quem deixa perguntas sufocadas pelo orgulho e respostas aprisionadas pelo medo. A ignorância não constitui vergonha. Vergonhosa é a recusa deliberada ao crescimento intelectual e moral.
Morre lentamente quem já não agradece. A gratidão é uma das mais elevadas expressões da lucidez espiritual. A criatura ingrata obscurece a percepção das bênçãos que a cercam. Pais, filhos, amizades, oportunidades, afetos, reconciliações e até mesmo as dores educativas da existência constituem patrimônios invisíveis da alma.
Morre lentamente quem não sorri para uma criança. Quem já não percebe o sublime mistério do nascimento humano. O olhar de um bebê ainda carrega vestígios de eternidade. Existe uma pureza metafísica nos primeiros instantes da vida que desmonta os orgulhos endurecidos da maturidade enferma.
Morre lentamente quem já não abraça. Quem não beija. Quem não acaricia. Quem desaprendeu a linguagem silenciosa do afeto. O ser humano necessita de vínculos emocionais tanto quanto necessita de alimento e respiração. A ausência de ternura resseca as regiões mais delicadas da afetividade.
Morre lentamente quem adota filosofias permanentes de desesperança. Expressões como “o mundo não tem mais jeito” revelam frequentemente uma desistência íntima diante da própria responsabilidade moral. Civilizações não se regeneram por discursos pessimistas, mas pela transformação individual de consciências despertas.
Morre lentamente quem acredita que o fim de um amor representa o fim absoluto da capacidade de amar. O amor verdadeiro não se reduz à posse emocional. Amar é potência da alma. É faculdade expansiva do espírito. O coração humano permanece capaz de reconstrução enquanto ainda houver sensibilidade.
Morre lentamente quem jamais se dedica à felicidade alheia. Quem não reparte. Quem não consola. Quem não serve. A existência exclusivamente centrada em si mesma degenera em aridez emocional. A criatura humana encontra significado profundo quando se transforma em instrumento de amparo para outros seres.
Evitemos, portanto, a morte em doses suaves. Respirar não basta para caracterizar a plenitude da vida. A verdadeira vitalidade exige consciência, esforço moral, discernimento e transcendência interior.
Estar vivo pressupõe ação consciente e não mera reação instintiva. A reação impensada frequentemente nasce dos impulsos inferiores da personalidade. A reflexão, ao contrário, representa uma das mais elevadas expressões da maturidade psicológica e espiritual.
Estar vivo implica examinar-se continuamente. Não para cultivar culpa mórbida, mas para desenvolver autoconsciência. Quem se analisa com honestidade descobre possibilidades profundas de renovação interior. A reforma íntima constitui uma das maiores tarefas da existência humana.
Estar vivo significa carregar entusiasmo autêntico. A própria palavra entusiasmo deriva do grego “entheos”, expressão que significa “ter Deus dentro de si”. O entusiasmo verdadeiro não é euforia superficial. É a convicção silenciosa de que a vida possui finalidade superior, mesmo em meio às tribulações mais severas.
Vivo para que o sol encontre significado em sua própria claridade. Vivo para que a chuva purifique não apenas o ar, mas também os territórios ocultos da alma fatigada. Vivo para que o amor transborde sem exigir justificativas utilitaristas, porque o amor legítimo dispensa condições para existir.
Vivo para florescer jardins que talvez jamais verei completamente. Toda bondade sincera multiplica-se invisivelmente nas estruturas morais da humanidade. Nenhum gesto elevado perde-se no universo.
Vivo cada dia como realidade irrepetível. Nem o primeiro. Nem o último. O único. O instante presente constitui a matéria-prima sagrada da existência.
A morte mais perigosa não é a biológica. É aquela que apaga lentamente a sensibilidade, a esperança, a coragem, a contemplação e a capacidade de amar.
“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a Lei.”
Marcelo Caetano Monteiro .


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Cada amanhecer é uma afirmação ontológica de que o ser continua.

Dizem que o amor mais difícil de ser superado é aquele que não foi vivido.

"Já fui pisado e humilhado por ser quem sou, mas a minha honestidade e a força do meu trabalho me mantêm de pé, de cabeça erguida."

O fim de uma leitura deve ser o início de outra.
sfj,reflexões ⁠

⁠Permita que eu me conforme em ser sozinha, disse a Poeta.
sfj,pensamentos

Se queres ser mestre na fé, faze-te discípulo da natureza.
sfj,reflexões⁠

Mas do que ser amado, precisamos ser útil.
sfj,reflexões religiosas⁠

​"Ser humilde e trabalhador é a minha maior riqueza; o preconceito dos outros só revela a pequenez de quem julga sem conhecer."

"Curar-se é entender que o erro do outro nunca foi culpa sua, mas a decisão de ser feliz a partir de hoje é inteiramente sua."

Você percebe a vida adulta quando a traição deixa de ser, de ou por amor e passa a ser, por pessoas próximas a você.

A pessoa demasiadamente justa aparenta ser inocente perante o mundo. Porém, a justiça é antes uma escolha de sua própria vontade.

Hoje a gente bebe por tudo aquilo que a gente guarda e que não serve para mais nada, a não ser para machucar.

Hoje o brinde é diferente: é por quem segura os outros de pé e nunca pede pra ser segurado de volta.

Como estrelas solitárias no tecido do infinito, cada ser carrega o mistério da própria existência. Assim como as estrelas na imensidão do cosmos, há uma luz em você que ninguém pode apagar

“O maior limite do ser humano não está no mundo ao seu redor, mas na visão que ele tem de si mesmo. Quem enxerga pouco, acredita que o mundo é pequeno. Quem ousa ampliar sua visão descobre que sempre existiu um caminho além dos próprios limites.”