Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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"Não sigam conselhos, alguns podem ser bipolares"

"Deixei de ser ignorante quando passei a conviver com a ignorância"

"A crueldade humana esta em apontar e não deixar-se ser apontado"

Essa saudade não pode ser normal…

Estou aprendendo a ser sozinha, novamente andar e observar o mundo só. Não é algo que eu goste, é uma condição de quem nasceu para pensar por varias vidas, que não seja a própria.

" atrás da face"


Talvez ninguém seja exatamente aquilo que demonstra ser. Atrás de cada rosto existe uma parte que as outras pessoas não conseguem enxergar.


Muitas pessoas preferem esconder seus sentimentos e quem realmente são, para evitar a possibilidade de serem machucadas. Porém, isso não impede que essas coisas aconteçam. Devemos aprender a nos abrir com pessoas quando sentimos confiança, mas, mesmo assim, pode dar errado.


Afinal, criar uma personalidade e viver atrás dela pode ser fácil. O difícil mesmo é encontrar alguém que consiga enxergar além daquela face.

"Aquilo que o tempo ensina"


Eu tinha dificuldades em superar desafios e ser resiliente, mas, ao decorrer do tempo, percebi que, aos poucos, estava aprendendo a ser resiliente e a manter a calma quando as dificuldades da vida se aproximavam.


Hoje em dia, aprendi que posso não ser forte o tempo todo e nem sempre conseguir suportar o peso da vida. Mas, com maturidade e equilíbrio, consigo me manter de pé e continuar.


É tão estranho perceber que, às vezes, precisamos passar por algo ruim para alcançar um crescimento maior.


Com o momento e o entendimento certos, conseguimos ultrapassar aquilo que antes parecia impossível. Isso só mostra que nossos esforços valem mais do que apenas palavras.


Tomar atitude é importante para conseguir aquilo que desejamos, mas ainda não conseguimos alcançar.


O tempo passou tão rápido que nem parece que um dia eu fiquei tão mal por ser assim.

"Meu desejo"


Queria ser poeta,
mas poeta não sou.
Pois poeta sabe muito,
e eu aprendo com o tempo.


Sou escritora poética,
penso, sinto, digo e não falo.
Todos os poemas escritos
contêm meus sentimentos.


Escrevo muito
para não falar,
pois o silêncio
é a minha resposta.


Alguns querem reconhecimento,
e eu quero conhecimento.
Muitas palavras
e poucos lábios.


Observo atentamente
antes de dizer uma palavra.
Depois interpreto,
até compreender.
E isso me torna
uma pensadora.

O segredo de uma vida plena está em praticar diariamente a arte de ser feliz com o que já se tem.

A magnitude da vida é revelada quando compreendemos que a essência do amor é ser feliz na simplicidade do presente.

A verdade que me veste

Quero ser lembrada pela autoridade da minha essência e pela elegância do meu respeito.
Meu legado é ser, inteiramente, eu mesma, sem ter comparações, vestindo-me sempre da minha verdade.

Ser bobalhão
ofende
esse par
de olhos nus.

Insaciável,
olha a fera!
O teu cupido
lhe fertou;
Foi preciso
um copo d'água doce,
deve ser nostalgia
ou ouro de tolo,
a minha vez
com menos por quês
mantendo-se sóbrio
mas se teu coração dilata
tenho gigantesca certeza:
Tô morto
de novo!

Cultivo o hábito diário
de tentar
ser feliz.⁠

⁠Minha razão
sem pai
nem mãe:
Diz ser
bem resolvida
quando na chegada
ou na saída
resolve embirutecer;
Cala-te boca!
Não vês
que esse assunto
tornou-se sigilo
e cobra-se
erro com erro,
falta com falta,
eu seria um canalha
ao tentar
lhe esquecer!

⁠Ser "do bem"
já quita
nossas dívidas.

Andar
entre os tolos
é sinal
de empatia,
até agora
a vida
te prova
que tudo
tende á ser breve
e grave
é teu sorriso,
quando quase
já encontra-se
em descabível sensação,
no pleno ato
que exercite
a dor da vazão.
⁠

⁠Só somos
fortes
quando precisamos
o ser.

Amor é poesia
Amar é ser um poeta

- O Evangelho Segundo o Espiritismo -
A COERÊNCIA ENTRE A PALAVRA E O SER.
A advertência contida no capítulo 18, item 8, de O Evangelho Segundo o Espiritismo não se limita a uma exortação moral superficial. Trata-se de um princípio de rigor ético absoluto, que estabelece a supremacia da coerência entre aquilo que se professa e aquilo que se vive.
A sentença evangélica registrada em Evangelho de Mateus 5:19 enuncia uma lei de responsabilidade espiritual que transcende o discurso e alcança o domínio das ações. Não basta reconhecer a autoridade do bem, nem pronunciar fórmulas de devoção. O critério que rege a justiça divina é a prática efetiva da lei moral. Aquele que viola os mandamentos, sobretudo influenciando outros à transgressão, compromete não apenas a si mesmo, mas amplia o desequilíbrio no tecido moral coletivo. Por isso, é considerado “o menor”, não por condenação arbitrária, mas por consequência lógica de sua própria conduta.
Em contrapartida, aquele que cumpre e ensina, isto é, que harmoniza ação e palavra, eleva-se na hierarquia espiritual. Aqui se revela um princípio antropológico profundo. O ser humano não é julgado por sua aparência religiosa, mas por sua estrutura íntima, por sua adesão real ao bem. A pedagogia do Cristo não admite a duplicidade moral. Há, portanto, uma exigência de autenticidade que se impõe como condição de progresso.
A exortação “Nem todos que dizem Senhor, Senhor, entrarão no Reino dos Céus” constitui uma crítica direta à religiosidade meramente formal. Sob a ótica da razão espírita, essa passagem desvela a insuficiência do ritual desprovido de transformação interior. A fé, para ser legítima, deve ser raciocinada, consciente e operante, conforme estabelece a codificação kardequiana. Crer, sem viver, é instaurar uma cisão interna que inviabiliza o avanço espiritual.
Daí decorre a necessidade de um movimento integral do espírito. Ler, meditar, estudar, conhecer, viver, praticar e divulgar não são etapas isoladas, mas dimensões interdependentes de um mesmo processo de assimilação da verdade. O conhecimento que não se converte em conduta torna-se estéril. A prática que não se fundamenta no entendimento degenera em automatismo.
A declaração “Espiritismo, doutrina consoladora e bendita, felizes os que te conhecem e tiram proveito dos teus ensinamentos” revela um ponto essencial. O consolo verdadeiro não reside na promessa vazia, mas no esclarecimento que ilumina a consciência. Somente aquilo que se compreende pode ser incorporado de modo duradouro. O consolo espírita não anestesia, ele esclarece. E ao esclarecer, responsabiliza.
Quando se afirma que “Deus é amor, e aqueles que amam santamente ele os abençoa”, apresenta-se a síntese suprema da lei moral. Amar santamente não é um sentimento passivo, mas uma disposição ativa de viver segundo a justiça, a caridade e a verdade. A bênção divina não é privilégio, mas efeito natural da sintonia com essa lei.
Assim, a lição central deste trecho impõe-se com clareza inexorável. Não é o verbo que eleva o homem, mas a vivência. Não é a aparência de fé que o transforma, mas a sua incorporação na intimidade do ser. Entre dizer e fazer, é no fazer que se decide o destino espiritual.