Ha de ser Forte sem Jamais Perder a Docura

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Não há palavras ou gestos capazes de aliviar uma dor tão grande quanto essa, mas eu deixo meus pêsames e quero que saiba que meu coração chora com o seu.

Muito cuidado na estrada da vida, pois há alienados na pista, oportunistas no acostamento, imbecis após a curva e bondosos na via de mão dupla.

Paciência...

Tenha paciência
Tudo vai passar
Não há mal que dure para sempre
Nem felicidade eternamente

Tudo são experiências
Aprendizados
Evolução ou regressão
Você escolhe:
Qual a melhor opção?
Brigue com o mundo
Ou se deem as mãos

Eu escolho a paz
A paz de coração
Ame seus amigos
Respeite quem te trata com ingratidão
Cada um na sua própria evolução...

Na julgue, não condene
Tenha calma....

Tudo tem resposta, tudo tem sua hora
Tudo retorna...

A certeza de seguir em frente, não faz você duvidar que por trás das altas montanhas, há uma aurora prestes a surgir e consigo trazer o deslumbrante sentimento de vitória.
Deus conhece o tamanho exato da sua capacidade e sabe que suas forças sempre se renovarão todas as vezes que chegarem ao seu limite; se renovarão porque você não optou a percorrer sozinho os percursos da vida. Você escolheu sempre consagrar seus projetos ao Senhor, antes mesmos de iniciá-los. Por isso a certeza que em breve você alçará voos altos sempre fez parte da essência do seu ser.

Tenho um coração remendado, se quebrar mais uma vez, não há como montar novamente.

Brinde a vida!
E tudo de bom que nela há!
E o resto?
É só você conquistar!

Há multidões em mim. Na mesa de minha alma sentam-se muitos, e eu sou todos eles. Há um velho, uma criança, um sábio, um tolo. Você nunca saberá com quem está sentado ou quanto tempo permanecerá com cada um de mim.

Desconhecido

Nota: A autoria do pensamento é atribuída a Nietzsche.

Há muito tempo atrás, os humanos construíram cidades para se isolarem de um mundo de bestas. Mas como os animais também vagavam dentro das muralhas, o medo dos humanos não se dissipou. As muralhas não são garantia de segurança. Um lugar onde você se tranca e mantém fora todo o resto... não é a sua casa. Sua casa, às vezes, está muito longe e você precisa encontrá-la.

Aquele que luta tem o que esperar. Onde há luta, há coroa.

Não há coisa que mais embriague do que a perturbação de alma, a tristeza que conduz o homem à morte.

Não há versões, senão perversões.

Só há um ponto fixo. É a nossa própria insuficiência. É daí que é preciso partir.

Há males que vêm pra te derrubar, mesmo. Pra esmagar teu coração com pressão atmosférica. Pra te fazer girar no ar em queda livre e te arrebentar no chão. Males que te sacodem e tiram tudo do lugar. Males que te detonam. Que te causam desespero. Sobreviva a isso. Apenas sobreviva. Porque há males que vêm para o bem, mas há males que virão apenas para te desafiar a sobrevivência. Sobreviva.

Amar é transformar a escravidão em liberdade

Quando se ama não há tendências suicidas, nossa ansiedade fica controlada, enterramos dentro de nós nossas dores, mágoas, aflições e dúvidas, o estresse pós-traumático desaparece como uma alta do consultório psicológico.
Levei quatro anos para entender essa frase, dormi por várias vezes pensando nela, virei à página por inúmeras vezes no amor, rompi ciclos, já me senti escrava quando meu parceiro deixava bem claro que estávamos juntos apenas por sua generosidade.
Tantas outras escravidões senti na pele, coisa pra gente grande: amor ilusório, baixa autoestima, enfrentar o mundo sozinha mesmo estando acompanhada (a falta de apoio é o pior dos males).
Passei por privações religiosas, em que a minha fé era atacada como farsa, anormalidade, mundana, falava de anjos com desdém, as lágrimas rolavam com tanta frequência que às vezes eu nem sabia por quê.
A escravidão traz pequenos ressentimentos, eu sei que tudo tem remédio nessa vida, mas não se sentir livre parece não ter vacina que te proteja ou cure desse mal, de um jeito ou de outro adquiri ou herdei o comportamento que me escravizasse.
A maternidade muda uma mulher, a maternidade me libertou, agora aquele filho era a coisa mais importante da minha vida, o João merecia uma boa mãe, uma mãe de coração enorme e que não tivesse medo em ser ela mesma. As mudanças foram gritantes, eu até esqueci a data de aniversário do nosso casamento em que o deixou bem abalado, minha relação não era benéfica então eu me agarrei a única relação saudável que existia, a minha e do meu filho.
Comecei a usar roupas menores sem me preocupar com o que ele achava, os caminhos de libertação foram tortos e errados, inseguros e aparentemente ineficazes, mas funcionou.
Fiz coisas que ele jamais aprovaria se eu pedisse sua autorização, expressei-me da forma que bem quis, evitei conflitos familiares e permiti que ele brigasse sozinho, jogasse sua ira ao vento enquanto eu me mantinha inexpressiva. Ele fingiu uma depressão para recuperar o posto de general, eu sabia que as minhas atitudes me levariam a alguma coisa boa, pois no lar de lama eu já me encontrava.
Quando eu mudei, tudo mudou. Fomos casados por seis anos, os três últimos anos muito bem obrigada, quando eu me apaixonei por outra pessoa o fato de ter sido escravizada por longos três anos me fez tomar a decisão de partir. Decisão errada para noventa por cento das pessoas que eu conhecia, decisão acertada para mim. O que todo mundo pensava era: ele já mudou, vocês finalmente se encaixaram, pra quê se arriscar ao desconhecido?
Acontece que eu não perdoei o tempo em que eu era escrava daquele sentimento, eu não o amei suficiente, eu sei que a falta de amor era minha, que as coisas chegaram a certo ponto que eu permiti e por isso mesmo me sentia fracassada em ter sido vítima de mim mesma.
Não sou de uma geração que culpa os pais por toda e qualquer infelicidade, não sou do tipo que culpa as companhias do filho pelo mau comportamento deste, cada um com suas escolhas e eu havia escolhido mal.
Eu deixei passar questões que me desagradavam como se estivesse tudo bem, eu queria ser modelo de elegância, de bom comportamento, de caridade e de boa índole, eu queria meu filho louco pelo pai dele, eu me esforçava para não ser rotulada de patricinha ou mimada, eu andava para frente até que entrei na zona proibida de me apaixonar perdidamente por outro homem e decidi mudar de vida radicalmente.
Eu adorava a companhia do Moisés, eu tinha mil razões automáticas para me envolver e mil e uma para ficar na defensiva, apesar de todas as críticas, de todas as insanidades que eu ouvi eu acreditei que era responsável pelas coisas ruins que tinham me acontecido e por conta disso eu queria viver uma outra história, eu não queria uma história em que eu tinha que resgatar alguém, eu queria escolher a felicidade, a maturidade, o envolvimento, o respeito, o companheirismo desde sempre.
Por nada deste mundo eu não sobrecarreguei meu filho com meus conflitos internos, disfarçava minha ansiedade, levei a serio minha própria vida, colei o coração rachado por dor e humilhação, fiz amor como nunca tinha feito na vida, não para satisfazer alguém, mas para trocar energias intensas. Ai! Meu Deus do Céu! Olhar para trás só me dá um aperto no peito, um grande incômodo, um abandono de mim.
Hoje sou vista como uma esposa digna e dedicada, sem crise de pânico, em constante processo de amadurecimento, com meus próprios interesses em seguir adiante, cuidando para não me deslumbrar com as conquistas de um casamento satisfatório e cheio de amor.

"Há um verso de Verlaine que não voltarei a lembrar.
Há uma rua aqui perto que está vedada a meus passos,
há um espelho que me viu pela última vez,
há uma porta que fechei até o fim do mundo.
Entre os livros de minha biblioteca
(eu os estou vendo)
há algum que nunca mais abrirei.
Este verão farei cinquenta anos;
a morte me desgasta, incessante."

Há dois tipos de opiniões: as construtivas e as que desrespeitam o silêncio.

Há dois tipos de pessoas: as que passam a vida à procura do amor perfeito e as que aprendem a amar.

Há coisas que não tem explicação. Tentar explicá-las perde o encanto.

Tenho medo das suas mudanças repentinas de humor. Elas me mostram que há algo de instável dentro dele, e a instabilidade é perigosa.
(Divergente)

Veronica Roth
Divergente

Li em algum lugar, não sei quando, que não há explicação científica para o choro. O único propósito das lágrimas é lubrificar os olhos. Não há um motivo real para as glândulas lacrimais produzirem um excesso de lágrimas por causa de emoções. Acho que choramos para liberar nosso lado animal, sem perder a humanidade.

(Tris Prior - Insurgente)

Veronica Roth
Insurgente