Ha como eu Queria q ela Soubesse
EM SUA FLOR
Quero receber o que de mais puro há em ti:
O Desejo que a faz ser única e sem igual.
Mergulhar em seu ser sem medidas
E aportá-la em mim como um navio no cais.
Perder-me nas mais diversas curvas
E nos mais inusitados detalhes do corpo seu.
Inebriar-me e desorientar-me
Na essência que emite naturalmente.
Expor nossos corpos e querer
Às nossas retinas e a nossa aspiração.
Intensificar o que sempre foi intenso
E ampliar o que o que pode ser imenso.
Mergulhar num mar particular
E nos banhar sob um sol particular.
Enamorar imaginando a lua
E imergir em sua flor.
Éden
Quero receber o que de mais puro há em ti:
O Desejo que a faz ser única e sem igual.
Mergulhar em seu ser sem medidas
E aportá-la em mim como um navio no cais.
Perder-me nas mais diversas curvas
E nos mais inusitados detalhes do corpo seu.
Inebriar-me e desorientar-me
Na essência que emite naturalmente.
Expor nossos corpos e querer
Às nossas retinas e a nossa aspiração.
Intensificar o que sempre foi intenso
E ampliar o que o que pode ser imenso.
Mergulhar num mar único
E nos banhar sob um sol particular.
Enamorar imaginando a lua
E imergir em seu Éden.
Liberte-se
Liberte-se de toda mágoa
Esvaziando o próprio peito.
Não há castigo maior
Do que manter o peito tão apertado.
Vingue-se assustadoramente
Perdoando a quem não merece
E jogando no esquecimento
Quem somente provocara angústia.
A paz que você encontra após a guerra
É uma paz sem igual
E as cicatrizes das feridas curadas
São tatuagens em homenagem às vitórias.
Liberte-se esvaziando o próprio peito
E sentindo-se livre, leve e solto...
Voe pelo mundo afora
Como um pássaro feliz.
Edson Luiz ELO 17/07/2017
Seu olhar é sereno, firme, mas esconde tempestades e poesia.
Há força no seu silêncio, e graça em cada gesto do dia.
Pele dourada pelo sol da alma, voz que ecoa mesmo em quietude.
Ela é arte que caminha, beleza em sua plenitude.
E mesmo nas tramas do espelho, há algo mais do que se vê. Ela é flor, é vento, é chama é o que faz o mundo crer.
Quando a consciência desperta não há mais volta e começa o sofrimento pela lucidez, pela percepção, e precisa ser adubada com a fé raciocinada para dar direção, visão e paz
Quando dentro de uma caverna, acostumado, acomodado, tiramos o indivíduo que lá estava há muito, ele resistirá.
Jamais conseguirá voltar...
Há morte em vida quando o trajeto é menosprezado ou mesmo ignorado pela ânsia do destino, do desfecho que só tem segundos de alma.
Há uma sutíl diferença entre:
• Amor próprio e narcisismo
• Prudência e covardia
• Fé e desejo
• Esperança e alienação
No reino onde a lealdade reina, Onde o amor não conhece fronteiras, Há um amigo de quatro patas, Que nos segue sem esperar recompensas.
Com olhos brilhantes e coração valente, O cão companheiro, nosso eterno confidente, Nos ensina sobre amor incondicional, E nos mostra que a amizade é algo fenomenal.
"O acúmulo dos anos o convenceu de que, depois de muito andar, há sempre uma graça reservada aos retornos. Não pensou muito. Seguiu o movimento do desejo. A primeira foi encontrada. Uma estrada interior. Só é possível retornar ao lugar de partida depois de tê-lo reencontrado nos albergues de si mesmo. A saudade é o bilhete que antecede a estrada. Depois que o desejo de retorno está aceso, o destino de voltar requer iniciativa menor. Um transporte que nos faça sair, e já estamos nos preparativos da chegada. E assim se deu com ele."
Meu caro, há uma diferença fundamental entre a Filosofia e a Jardinagem que vale a pena ressaltar. A Filosofia é o lugar da complexidade. A Jardinagem é o lugar da simplicidade. São territórios muito distintos. A Filosofia é o campo das perguntas e respostas. O jardim é o campo onde a vida prevalece misteriosa, mas ao mesmo tempo totalmente revelada. Por mais instigante que seja o contexto da complexidade filosófica, vez em quando a gente se cansa dele. O jardim é o lugar da contemplação, e a contemplação não é outra coisa senão o descanso do pensamento.
Não há feito que sobreviva à solidão da passagem do tempo. No longo prazo, todos os nossos acertos são pífios e não há maquiagem que dissimule o óbvio:nunca seremos nada. Buscar a realização pessoal baseada no outro é um dos indícios de que a esquizofrenia pode ser coletiva.
Estava calculando jogada no sofá: o quão danoso seria parar de fingir que comprei a estupidez da realização pessoal pela óptica de terceiros a fim de me dedicar a questões, que a mim, soam mais prementes? O que pode, inclusive, perpassar por me dedicar a questão nenhuma, se eu quiser.
Concluo que o covarde merece toda a desgraça que o acontece; inclusive a de desperdiçar a própria vida, como praxe, esporte e falta de criatividade.
No silêncio que precede o estrondo, há quem fure os próprios tímpanos.
Os fatalmente entediados não admitem perturbações que não o ruído seco das pás com que, diligentemente, cavam as próprias covas; e caso olhássemos nos olhos dessa gente, veríamos estampada a fronte melancólica da covardia.
Preencher espaços de luz. Perseverar na fé. Se há pratos sujos é porque tínhamos o que comer. Se há coração partido é porque tínhamos o que amar. Agradecer e aceitar, mas nunca acomodar-se. Entender que o bom da vida é tirar um tempinho para o que realmente é importante. Deixar o tempo e o amor cuidar de cada passo dado. Esquecer problemas pequenos, mesquinhos, e lembrar que quem tira uma hora do dia para chorar o passado, perde sessenta minutos para viver bem o presente.
Há pessoas tão pequenas que a única forma de se sentirem melhor é inventando motivos para você deixar de se amar. Retribua com sorrisos, já que para elas a felicidade é algo distante...
Há cursos para fazer amizades?
Não há cursos para fazermos amizade. O que existe são atitudes diárias de doação e compreensão para com o próximo. Devemos, habitualmente, nos colocarmos no lugar do outro antes de tomarmos uma atitude. Infelizmente, têm pessoas que não nasceram nem para ser colegas, nem companheiros e vão ser sempre uns esquisitos. Elias Torres
Outros mundos dentro de nós – ? Sim. As coisas que há fora de nós possuem um paralelo nas coisas que há dentro de nós – como nós também somos mundos e coisas...
Somos música – ou, de certa forma, os pais da música
que toca e amamos, que toca nossos corações e alma. Ela
– essa música – começa em nós, sim.
Somos geografia de nós mesmos – sim. Podeis apostar, Senhores. Podeis apostar e vereis o quanto há de verdadeiro nisso, Senhores. Apostai e constatai. Sim. [...]
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