Ha como eu Queria q ela Soubesse

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O respeito se mantém até onde há limite; ao ser ultrapassado, transforma-se em imposição do ego e da vontade.

A vida é assim, nem todo o dia é um mar de rosas, sempre há um obstáculo aqui, outro ali, mas o que importa mesmo é não perder a esperança, é andar sempre em busca do melhor... o melhor em mim, o melhor nos outros, um sorriso aqui, um gesto de carinho ali, enfim, cada dia é um aprendizado. Ainda que não se tenha o conhecimento do todo, que possamos sempre confiar no poder do universo que nos guia, que nos protege e nos leva sempre pelo melhor caminho...

Nessa imensidão do universo, há de ter um lugar onde os amores que não se consumaram se encontre ao menos uma vez de novo, porque senão, como se sustentará a eternidade do amor?

A questão é, há amor nas cinzas?
Para quem sofreu, há mas lhe interessa procurar.
Para quem perdeu, as cinzas são o próprio amor.
Para o cientista, as cinzas são o resumo de tudo.
Para o matemático, há uma probabilidade apenas.
Para o poeta, há um livro a se dissertar.

AINDA HÁ ESPERANÇA


Na Amazônia, coração da Terra,
Agora impera, a seca e o silêncio,
onde havia vida sem fim.
Árvores secas, rios vazios,
Um eco de desolação, um sonho ruim.


O homem, cruel e implacável,
Queima a floresta, sem piedade,
O verde desparece,
Deixando cinzas e tristeza.
Os animais buscam refúgio,
Em áreas remotas, sem abrigo.
Os indígenas choram,
Porque sua terra corre grande perigo.


Mas ainda há esperança,
Na chuva que volta, na vida que renasce.
A Amazônia, resiliente,
Se recompõem e se renova.
Nossa responsabilidade,
É proteger e preservar,
Para as gerações futuras deixar,
Um legado para uma vida nova.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

Talvez só você compreenda a tristeza nos meus olhos.
Te ver, talvez fosse um alento, para quem há muito já perdeu o rumo.

Não há nenhuma receita mágica, apenas explore a intuição de deixar acontecer.

Há sentimentos
que não se traduzem em palavras.

Não Ceder


Há momentos na existência humana em que a mente se vê pressionada por forças tão sutis que quase passam despercebidas. Não é a violência das circunstâncias que nos desvia, mas sim a suavidade com que certas inclinações se insinuam no pensamento.
Ceder, nessas horas, não é um ato repentino: é um deslizamento gradual da vontade.


A verdadeira questão não reside na tentação em si, mas na arquitetura interna da consciência.
O indivíduo que deseja preservar sua integridade precisa compreender que cada impulso é uma interseção: de um lado, a gratificação imediata; do outro, a permanência de si.


O erro humano não se manifesta como monstruosidade, mas como consentimento —
um consentimento silencioso, quase matemático, em que o sujeito calcula mal as consequências e superestima o instante.


Não ceder, portanto, não é uma negação do desejo, mas uma afirmação do eu.
É a mente lembrando ao corpo que existe continuidade, que cada escolha forma uma linha que se prolonga no tempo, criando inevitavelmente uma figura moral.


E quando alguém se mantém firme, não o faz por moralismo ou rigidez, mas pela compreensão profunda de que a paz interior não nasce do prazer passageiro, e sim da coerência das próprias decisões.


A consciência, quando alinhada consigo mesma, produz uma espécie de silêncio luminoso —
uma clareza que nenhum arrependimento posterior consegue oferecer.


Assim, resistir não é violência, mas preservação;
não é ausência de sentimento, mas respeito pela própria narrativa.
E, sobretudo, é a ciência íntima de que aquilo que se constrói com lucidez não deve ser sacrificado ao que só existe no breve instante da tentação.

Há em cada ser humano um mecanismo interno, quase sempre silencioso, que tenta orientar nossas escolhas. Chamamos isso de consciência. Muitos imaginam que ela funciona como uma estrela polar constante, infalível, autossuficiente. Mas não é assim. A consciência é um instrumento sensível, influenciável pelo meio, pelos hábitos e, sobretudo, pelas ideias às quais decidimos dar autoridade.


Paulo é um exemplo claro. Não lhe faltavam convicção ou disciplina; faltavam-lhe mapas adequados. Ele caminhava com segurança por caminhos errados, não por negligência, mas porque sua bússola moral havia sido calibrada por informações imprecisas. Somente quando uma luz maior confrontou seu modo de ver o mundo sua orientação interna pôde ser corrigida.


O mesmo ocorre conosco. Vivemos cercados por opiniões, ruídos e costumes que se impõem com a força da repetição. A consciência, submetida a isso continuamente, pode perder a precisão. Aquilo que fere passa a parecer normal; aquilo que é erro se confunde com tradição; aquilo que obscurece se disfarça de clareza. E, quando a consciência finalmente adormece, o erro deixa de incomodar não porque se tornou certo, mas porque deixamos de percebê-lo.


Por isso, não busco apenas a aprovação imediata ou a moral variável do momento. Essas coisas mudam depressa demais para servir de referência confiável. Procuro, antes, alinhar minha consciência com aquilo que não se altera o permanente, o que merece ser chamado de verdadeiro por resistir ao tempo e às circunstâncias.


Se minha consciência puder ser afinada por essa luz constante, então ela poderá funcionar como deve: um instrumento claro, um fio íntegro, um espelho que reflete sem distorcer. E assim viverei não segundo o bem que invento, mas segundo o bem que é o único capaz de orientar, de fato, quem deseja caminhar sem se perder.

Entre os muitos homens que atravessam silenciosamente as estruturas da sociedade, há aqueles que observam mais do que falam. Aerton Luiz Lopes Lima é um desses indivíduos.
Enquanto alguns se perdem na superficialidade do cotidiano, ele se volta à reflexão — escrevendo sobre os conflitos da alma humana, questionando a moralidade e investigando os labirintos da consciência.
Mas não se trata apenas de pensamento abstrato. Há também o homem da disciplina, formado no ambiente rigoroso da segurança e da ordem, onde a responsabilidade e a vigilância são virtudes indispensáveis.
E assim surge uma curiosa síntese: o guardião prático das estruturas do mundo real e, ao mesmo tempo, o observador silencioso das estruturas invisíveis da mente humana.
Homens assim raramente são percebidos de imediato. Contudo, são eles que, no silêncio das ideias e na firmeza da ação, revelam que a verdadeira força não está no ruído das multidões, mas na lucidez do pensamento.

✍🏻Na Terra só há dois tipos de seres humanos, os que lutam e os que se VITIMIZAM.
📿🧿💜🩷🤍♾️💟

Quero resgatar essa forma de vida onde a palavra me permite atingir o belo, enxergando flor onde há apenas asfalto.
Quero ignorar a lógica utilitária do mundo, para encontrar infância onde roubam minhas horas.⁠

Acolher é olhar de novo

Sabe, há dias em que, só pelo fato de abrir os olhos e caminhar, as feridas voltam a sangrar.

Às vezes, o melhor caminho não é desprezar, mas acolher.
E é a partir disso que te digo, meu amigo: é difícil, muito difícil — mas não impossível.

Muitas pessoas sofrem e erram repetidamente.
Mesmo quando recebem ajuda, continuam errando.

E, então, na maioria das vezes, são desprezadas.
A ajuda cessa. O olhar se fecha. Elas são esquecidas.

Mas será que o erro é apenas falta de vontade?
Ou existe algo mais profundo, silencioso, pedindo atenção?

Acredito que, nesses casos, acolher se torna ainda mais necessário.
Porque, quando alguém insiste em errar, talvez não seja resistência —
talvez seja dor, confusão, ou uma forma de pedir ajuda que não sabemos ouvir.

A ajuda, então, não deveria acabar…
Talvez precise apenas mudar de forma.

E é nesse caminho que encontro, ao meu lado, uma companheira inusitada: a chuva.

Ela me alegra em dias sombrios,
porque suas águas parecem lavar não só o mundo, mas também aquilo que carregamos por dentro.

E eu compartilho da alegria de suas infinitas gotas, do bater na pele, do varrer silencioso, da dança que acontece sem pedir permissão.

Admiro aqueles que andam e dançam na chuva, que se permitem sentir, simplesmente pelo fato de existir e respirar.

Com a água da chuva, até as sombras silenciam, vendo-a cair e dançar diante dos nossos olhos.

E talvez seja isso que nos falte:
olhar com mais cuidado, sentir com mais verdade,
acolher com mais humanidade.

✍🏽🦋 Yonne Moreno
Entre sentimentos e silêncios, nasce o que é meu.

Não há aquele que não passe por tempos difíceis. A dor e a perda são parte da vida. Não sabemos porque tais coisas coisas acontecem, mas, quando nós convidamos Jesus, como socorro, Ele se faz sempre presente para fazer com que o bem resulte de toda adversidade.

⁠Há quem passe...
Há quem fique...
E há aqueles que, mesmo distantes, permanecem dentro da gente, como se nunca tivessem partido.

⁠O dia está frio, o sol se esconde com delicadeza, e a lua já sorri no céu... Há silêncio na alma, mas o coração segue sussurrando esperança e confiança em Jesus

Há dores que só Jesus entende. E há consolos que só o céu pode oferecer.
Janice F. Rocha

Há marcas no passado, mas é a graça quem assina tua nova identidade.

Há amores que se revelam nos detalhes… no cuidado, no gesto terno, no olhar que acolhe. É nesse carinho que encontro meu descanso, como quem é rara, como quem é princesa.