Ha como eu Queria q ela Soubesse
Há sempre uma luz
No fim do túnel, há sempre uma luz,que ilumina minha estrada o meu viver, mas são artes da vida que nos conduz, me sinto só, pensando em você, quando meus desejos, meus delírios, é fogo que arde e queima, sem se vê, o corpo reclama,a saudade invade a sensação,vem do deserto,onde a seda implora um beijo
Vem da tua boca caliente de desejo
Eu tenho no olhar o universo pra te dar
Eu tenho meu peito um leito pra te deitar
Marcado pelo destino bondade e sorte
Esse amor que resiste até mesma a própria morte
O que há de novo, além do fato do homem projetar em si mesmo
a vontade de se comunicar com seu semelhante, desse sentimento do álter,
da busca do outro como elemento de complementação de si mesmo, de
compartilhar com o outro a sua forma de ser e estar no mundo? De falar de si
mesmo ao outro, usando gestos, palavras, códigos e até, quase de forma metafórica visual, de transpirar no computador?
O céu dos peixes
Há dois lados neste planeta em que vivemos: o que está acima e embaixo do mar. O vivos que respiram pelo ar e os que respiram pela água. Mundos opostos, muito distantes, mas encostados um no outro. O que está abaixo do mar é tão desconhecido para nós quanto somos para os peixes na água. Assim é a superfície da Terra.
Para os peixes, somos deuses. Vivemos no inalcançável, pescamos impiedosamente, damos-lhes nomes, espécies, classes, cores e idade para morrer. Coisa que não importa nem pra eles. Calculamos a utilidade e o perigo que oferecem. Sabemos quais valem mais e menos.
Para os peixes, somos a Morte. Passeamos pela superfície das águas escolhendo quem vai e quem fica. Para eles, o deslizar da poupa na água é curioso e aterrorizante. É incompreensível. Quase tão longe de se alcançar e entender quanto os próprios trovões soando no céu.
Se somos a Morte para os peixes, o que será a nossa?
Nos falta olhar para os dois lados da rua e lembrar que há pessoas dirigindo os carros. Nos falta perceber que as árvores na beira da estrada já estão plantadas desde antes de nascermos. Nos falta perceber que nossos objetos pessoais demorarão outros cem anos até se decomporem após a nossa morte. Mas esquecemos. Estamos tão hipnotizados para entrar dentro de casa, que esquecemos da chave girando entre os dedos. As texturas, cores, sabores, vozes e cheiros trocam de lugar com o borrão da pressa. Nada mais importa. Só chegar no horário certo.
Há verdade é que ninguém explica nada, mais de algo você deve ter certeza, acreditar em você mesmo, isso é algo grandioso e você poderá explicar.
Sinto que há uma determinada parcela de preguiça na necessidade artificial de um mestre, guru ou professor, até mesmo na busca por sistemas, métodos e técnicas.
Há qualquer coisa em ti
Há qualquer coisa em ti,
Não sei bem o que possa ser,
Mas há, de facto, qualquer coisa em ti.
E essa coisa ou essas coisas que são tão tuas,
É que me fazem querer ser tão teu,
Porque há qualquer coisa em ti.
Num dia em que não esteja contigo,
Ainda vou descobrir o que te difere,
O que te faz ser tão única e especial.
Conheço-te melhor que ninguém,
Mas desconheço o que me fez querer-te conhecer.
Parece que a cada dia que passa vou te descobrindo cada vez melhor.
Essa coisa que há em ti,
Não é uma coisa qualquer,
É uma coisa muito tua, muito nossa,
Disso eu sei, mesmo não sabendo do que se trata.
Não és igual a nenhuma outra pessoa,
És igual a quem és e mesmo isso te incomoda,
Porque há qualquer em ti que te incomoda.
Ironia ou não, outros o dirão, se assim entenderem,
Mas a realidade é que essa tal coisa que tens em ti e que te faz tanto incómodo,
É precisamente a coisa que tanto me fascina.
Agora só te peço que feches os olhos,
Que me toques no peito e sintas,
Que há qualquer coisa em mim,
Que sabe que há qualquer coisa em ti.
Há palavras que não exprimem nada e há silêncios que revelam tudo. A vida é um jogo de textos, cabe a nós interpretá-los da melhor forma.
Tempo ao Tempo.
Verdades
Há de se ter cautela com a verdade dos donos dela, inclusive com as nossas.
Encontra todo teu futuro por vir profundamente dentro. Há um sucesso por desabrochar que só urgirá quando descobrires o mundo inteiro que tens dentro.
Tania Tome (C)
Meu Refúgio
Há ocasiões de uma necessidade iminente de estar só, de ficar com a solidão da companhia do eu e do calado da alma. Um refúgio onde silenciam as vozes da razão para escutar o próprio silêncio e entender o que ele tem a dizer. Momentos para perguntar sem se importar em responder, para sentir sem ter que agir, para olhar com avesso dos olhos, para viver sem respirar, para simplesmente existir e ser. Um espaço único, intransferível e inabitável para qualquer outro ser que não seja o próprio. O vazio onde se pode viver o tudo.
Há no Brasil cinco tipos de eleitores: os que não estão nem aí, os maria vai com as outras, os progressistas altruístas que visam se preocupando com seus interesses desejando seu país crescendo junto com seu povo, os covardes que escolhem candidatos para gritarem por eles seus rancores, preconceitos e outras maldades que nunca tiveram coragem de dizer, e aqueles que só olham para seu próprio umbigo. Está é a realidade do eleitorado brasileiro.
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