Ha como eu Queria q ela Soubesse

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No calor das ideias há uma brisa...
No complexo paradoxo há um rio de alegrias que expressa despreocupação...
No entanto as brumas reluzente são apenas olhares...
No refluxo constante nas nuvens da devastação.

Num espaço vazio sempre há um coração partido...

No ar,
o mar,
Não há o nada,
Para o nada,
o mar ,
Ou vento que respira o nada,
Para de repente o nada,
Seria o nada ate que o mar seja o nada,
Tal como tovia de repente se via o nada,
Seria mais o profundo sentido para o nada.
Qual seria o valor do nada ?
Emblemático seria?
Pois o nada o tocou?
Belo instante em que criticamos a luz...
Num estado inerte o ar morreu diante meus olhos...
A fumaça das fábricas é carros torna se parte volumosa...
O mar remanescente é puro óleo e sujeira
nos lugares o nada não existe mais apenas mau cheiro...
O nada faz sentir saudades da época que vento respirava...

O estilo de vida que escolhemos nos levará há dois caminhos ou de vida ou de morte

"Se me perguntarem quem sou, direi: sou a prova de que sempre há vida depois do fim."








Marcilene Dumont

Não há muralha que detenha uma mulher que aprendeu a fazer da dor o seu próprio alicerce.








Marcilene Dumont

Vá ao seu cantinho secreto, ninguém precisa saber, lá há de ser um lugar onde só cabe você. Não revele seus planos, para que não lhe roubem a paz ,e tudo se concretize no que a te se apraz.

Não há muralha que detenha uma mulher que aprendeu a fazer da dor o seu próprio alicerce.⁠

Outono


Há dias em que acreditamos
que nada se move,
que o cinza se instala
e o vento só traz despedidas.


Mas o outono sussurra
que a mudança não chega de repente:
ela começa em pigmentos,
em tons que ardem nos olhos —
laranjas, vermelhos, amarelos,
um fogo silencioso antes da queda.


As folhas cedem devagar,
soltam-se em coragem,
aceitam o chão
como quem aceita o próprio destino.


A árvore, nua,
não é fraqueza —
é força em repouso,
guardando em silêncio
a seiva da próxima primavera.


Assim somos nós:
precisamos perder camadas,
despir memórias,
para que o novo encontre espaço.


Resiliência não é resistência:
é confiança na passagem,
é coragem no cair,
é força no recomeçar.


O outono nos ensina:
a beleza também está
no processo da despedida.

⁠Há caminhos que parecem fechados, mas Deus abre oceanos onde ninguém vê passagem — e a fé nos ensina a atravessar.

Há uma tendência perigosa de minimizar certos atos sob o argumento de que são simbólicos ou inofensivos. Pintar uma estátua pública com batom, por exemplo, pode parecer um gesto pequeno, quase irrelevante à primeira vista. No entanto, a lei brasileira é clara: intervir na integridade de um monumento público, ainda que de forma aparentemente leve, configura infração.
Não se trata de exagero jurídico, mas de um princípio básico de convivência social: o respeito ao patrimônio coletivo. A legislação enquadra esse tipo de conduta como ato de conspurcação, sujeito a pena de detenção e multa. Quando o bem atingido possui valor histórico, a gravidade aumenta, e com razão.
É preciso reconhecer que manifestações e críticas têm espaço legítimo em uma sociedade democrática. Mas há uma linha clara entre expressão e degradação do que é público. Ultrapassá-la não fortalece causas; ao contrário, pode fragilizá-las ao deslocar o debate para o campo da ilegalidade.
Em tempos de tensão social e discursos intensos, vale lembrar: nem todo gesto simbólico é juridicamente neutro, e nem toda intenção justifica o meio escolhido.

Há em mim um céu antigo que nenhuma gravidade consegue conter.

⁠Há paz infértil!
Aquela que nada traz
A não ser, a própria paz.

Há paz inquietante!
Sem cheiro, sem dor...
Pois há dor, na paz.

Há paz sem ternura!
A que nos tira a paz
E devolve a loucura.

Não permita que a alma dê abrigo ao sofrimento; há dores que chegam sorrateiras, se assentam sem pedir e tornam-se permanentes.

Há dores que a gente passa que talvez nunca saibamos o motivo. Mas, às vezes, Deus também nos concede a graça de ver o fruto do nosso penoso trabalho.

Há quem maneje bem a Palavra da Verdade. Mas há também quem manipule a Palavra para a mentira.

A paz é tão importante que há apenas uma coisa acima dela. A verdade.

Há lugares onde o milagre é desejado. E há lugares onde ele é necessário.

⁠Existem coisas que a gente sente mas não diz. E há coisas que a gente diz mas não sente. Às vezes isso torna a vida mais segura, mas também pode deixá-la menos autêntica.

No presente há sempre algo do passado, porque o que foi bem vivido nunca será esquecido.