Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Manhãs que se renovam...
Esperanças...alegrias...fé... recomeços.
Há muito que apreciar.
Há muito que se viver.!
__________FranXimenes(autora)
21*10*15

Cada pessoa NASCE com sua própria luz, não há de maneira alguma, motivos para querer iluminar-se com a luz do outro.

Flávia Abib

Tenho medo de tocar sem saber
onde mora a dor que você não mostra.
Há histórias no seu corpo
que a internet não traduz.


Quero perguntar tudo,
mas aprendo a respirar espera
porque algumas verdades
só nascem quando você quiser dizer.


Caminho devagar em você,
como quem entra num quarto sagrado,
sabendo que confiança
não se força:
se recebe.


E enquanto isso
eu fico aqui,
guardando cuidado nas mãos
pra não te magoar
quando só quero
te conhecer inteiro.

Quanto tempo dura um amor?
Talvez um dia, uma semana, um mês, anos, séculos?
Há quem diga que ele seja eterno
mas, somente enquanto dure
Eu acredito em todas as possibilidades
mas, há aqueles amores que duram uma vida inteira dentro da gente
Mesmo havendo outros "amores"
São aqueles, os quais vão nos acompanhar para sempre
E mesmo tudo der errado, vamos nos lembrar dele dando certo, mesmo q assim não tenha sido
São os nossos amores de alma
Amores os quais nos fazem melhores
Amores que nos deixam muito de si e que também levam muito de nós
Amores que nos modificam como seres humanos
Amores aos quais não sabemos viver sem, mesmo que seja só em lembrança
Amores esses nos quais nos encontramos em verdade
Eu o amei
Foi um amor daquele que nos bambeiam
Que nos fazem satisfeitos em nós mesmos
Eu o amei
E o amando pude sentir meu coração se expandir
Haviam momentos que até doía e parecia querer explodir
Eu o amei
E o amando vou carregar te comigo
Pq já não sou mais minha e sendo assim dou me o direito de ter um pouco de você também para mim
Por favor se cuide, e sendo assim também cuide de nós pois, a muito que deixei de mim aí em você.

Há um tipo de silêncio que não acontece fora, ele se instala dentro.
Não grita, não quebra nada, não faz cena.
Ele apenas ocupa.
Ocupa o espaço onde antes morava a certeza, a alegria distraída, a versão de nós que acreditava que algumas coisas eram para sempre.

Tudo flui. A única lei imutável é a de que não há nada imutável.

A Urna Veio?

Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”

À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.

Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.

A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.

Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.

Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.

A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.

No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).

Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.

A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.

Há pessoas que erram, magoam e machucam repetidamente, mas não reconhecem seus erros. Pior: acreditam estar certas, como se ferir o outro fosse normal. Criam justificativas, inventam razões, fogem da própria consciência. E eu me pergunto: será que essas pessoas realmente a possuem?

Errar não é o problema — somos humanos, somos falhos. O verdadeiro problema é não reconhecer o erro, não se arrepender e não se responsabilizar.

Há momentos em que a gente acredita que tudo acabou.
Olha para os lados, compara a própria idade com a de alguém próximo e pensa no quanto essa pessoa já alcançou sucesso. E então vem o pensamento: “oxi… estou atrasada.”

A gente se olha no espelho e duvida. Acha que não vai conseguir, que talvez não seja bom o bastante para realizar aqueles sonhos que sempre carregou no peito. Muitas vezes, é mais fácil se diminuir do que acreditar que pode vencer.

A gente se compara com quem já chegou lá e esquece daqueles que demoraram, tropeçaram, recomeçaram — e mesmo assim conquistaram.

A verdade é que se sentir triste e fraco é humano. É normal. Mas isso precisa ser passageiro. O que devemos manter em mente é que sonhos não acontecem do dia para a noite. Eles são construídos a longo prazo, com esforço, paciência e coragem.

O que não podemos fazer, por mais difícil que seja, é desistir deles. A conquista vem. E vem no tempo certo.

Não desista do amor, ainda há pessoas por aí querendo amar

Já não há disponibilidade para estar disponível

Quando as coisas boas vierem, não pense que foi só sorte, pois há o seu esforço também.

Nesse mundo , só estamos de passagem . Viva , brinca e curta a vida pois não há tempo a se perde . Tudo pode mudar com apenas um sopro

Tudo nessa vida há um processo. Seja ele ruim, ou bom. Seja forte nos momentos difíceis, pois a recompensa chegará no tempo certo.

Meu pequeno, você chegou há pouco tempo e já roubou o posto de homem da minha vida. Meu filho, saiba que sua mãe é completamente apaixonada por você e faria de tudo pela sua felicidade. Te amo incondicionalmente!

ENTREGACIONISMO × CONTROLE


O confronto entre a entrega e a dominação do existir


Há duas forças que atravessam silenciosamente a experiência humana: o impulso de se entregar e a necessidade de controlar. Nenhuma delas é neutra. Nenhuma é inocente. Ambas disputam o centro da existência.


O Entregacionismo nasce como reação. O controle nasce como medo. Entre esses dois polos, o sujeito tenta sobreviver.






I — O CONTROLE: A PROMESSA DE SEGURANÇA


O controle surge como resposta ao caos. Ele organiza, delimita, estrutura. É o esforço humano de transformar o imprevisível em algo administrável. Através dele surgem normas, sistemas, crenças, rotinas, morais.


Controlar é tentar garantir continuidade.


O problema não está em sua origem, mas em sua ambição.
Quando o controle deixa de ser ferramenta e passa a ser finalidade, ele se torna tirânico.


O controle promete:


* segurança
* estabilidade
* previsibilidade
* proteção contra o erro


Mas cobra um preço alto:
a renúncia à experiência viva.


Sob o domínio do controle, o sujeito passa a existir como projeto. Mede-se, compara-se, vigia-se. O erro vira falha moral. O desejo vira ameaça. A dúvida vira pecado.


O controle não suporta o imprevisível — e a vida é, por natureza, imprevisível.






II — O ENTREGACIONISMO: A RECUSA DA DOMINAÇÃO


O Entregacionismo nasce quando o sujeito percebe que o controle não o salvou.


Não é um grito de revolta, mas uma lucidez tardia. A constatação de que nenhuma estrutura conseguiu conter o caos interno, nenhuma promessa garantiu sentido, nenhuma disciplina impediu a perda.


Entregar-se, aqui, não é desistir.
É abandonar a ilusão de domínio.


O entregacionista não rejeita a responsabilidade, mas recusa a tirania do planejamento absoluto. Ele entende que a vida não se deixa capturar por esquemas.


A entrega é um ato de coragem porque exige aceitar:


• a incerteza
• a impermanência
• a fragilidade
• a ausência de garantias


Enquanto o controle tenta congelar o mundo, o Entregacionismo aceita o fluxo.

Monólogo do Caráter


Agora, neste exato momento, percebo que me perdi há muito tempo. Carrego o vazio que eu mesmo construí ao desistir de sustentar o progresso. Culpo-me por abandonar o que me fazia bem em nome do que parecia correto aos olhos de outros. Como retornar ao instante em que me anestesiei com a pílula da mesmice?


Será mesmo falta de tempo? Não. Falta-me foco, falta-me organização — coisas que nunca aprendi a cultivar. Devo continuar idealizando futuros belos ou despertar para transformar a realidade? A responsabilidade por não ter e por não ser recai apenas sobre mim.


Caminho sempre contra a multidão, mas quem garante que não são eles que avançam, apressados, na direção errada? Quem, afinal, está certo?


Não me reconheço como produto do meio; sou o meio que produz. Produzo, sobretudo, perguntas. Os animais sabem que são animais? Também eles existem moldados pelo ambiente. Reproduzir não é consciência — é apenas persistir. Eu não quero ser apenas mais um. Quero ser mais dois.


A ânsia de mudar o mundo sucumbe à minha própria inconstância. Sei que posso, sei que possuo os meios para ser o que é necessário, mas o medo do fracasso me visita diariamente. Cada vez que escolho a comodidade, recuso a humanidade. Inclino-me, esqueço-me, escondo-me.


Perdoa-me, mundo —
disse o caráter.

Pode ser que nos roubem as riquezas externas.Mas o que há de mais valioso em nosso coração, a riqueza de sentimentos e dons, estas ninguém leva.
___________FranXimenes
12*08*2013

Na verdade que não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque.

Eclesiastes 7:20

Adorados

É verdade! Hoje na Assembleia de Deus, há pastores que querem ser adorados! Há grandes teólogos, que se valem da sua posição. Há crentes que olham para eles como ídolos! Estes pastores não sofrem, nem querem sofrer! Muitos apenas amam o dinheiro e não o Senhor! E mais ainda...!