Ha como eu Queria q ela Soubesse

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É que esse seu sorriso... há muda tanta coisa!
Tranforma em cor qualquer cinza,
faz chuva cair mansinha - um sorriso sabor cobertor e pipoca numa tarde fria,
um colchão, uns amassos...

Perdoar sempre, mas não viver ao lado sempre. Há dores que não precisam ser repetidas.

Enquanto há tempo, façamos o bem. Nossa vida é um eterno semear, se plantarmos boas sementes colheremos bons frutos. O retorno certamente virá...

Não adianta frear o tempo. Aproveite o momento enquanto há tempo.

A existência humana é marcada por ciclos, e a frase "não há recomeço sem despedida" encapsula uma verdade profunda. Para que o novo possa germinar, é necessário que o antigo encontre seu término. Esta despedida pode assumir diversas formas: o fim de um relacionamento, a perda de um ente querido, o abandono de um ideal ou simplesmente a passagem do tempo. Essas rupturas, embora frequentemente dolorosas, são os únicos portais autênticos para a renovação. Elas criam o espaço vazio e fértil onde as sementes do futuro podem ser plantadas. A espiritualidade de diversas tradições reconhece este processo como uma lei natural. Aceitar a impermanência e honrar o que se vai, com gratidão e não apenas com pesar, é o que permite caminhar em direção ao recomeço com o coração aberto. A despedida, assim, não é um fim em si, mas um ato de coragem que precede o renascimento.

Duas vidas, vividas de maneiras distintas. Duas pessoas, vivendo cada qual em seu mundo, com seus hábitos. Duas almas já conhecidas por traços do destino, por laços do coração. Dois mundos...num só mundo, num só lugar, mesmas necessidades, mesmo acaso...Amar! Dê-me tua essência, teu espírito, tua alma, tua mão; deixa eu te mostrar o amor através dos meus olhos, deixa eu amar você no meu mundo.

Flávia Abib

Há palavras que doem, machucam não só o ego, mas a alma. Palavras ditas de maneira injusta então, paralisam-me diante de mim mesma e do teu reflexo que é dono do meu olhar. Passam-se mil pensamentos pela cabeça, você consegue ver cenas, cada detalhe de quem ama, apenas fechando os olhos. Talvez eu esteja errada... Não são as palavras e sim o medo da perda. Uma perda "forjada" pelo ego de quem ama-se, uma perda resultante quem sabe, apenas de uma palavra.

Flávia Abib

Sinta a brisa, escute o mar,
Tudo convida a se transformar.
O verão acende o que há de bom,
E nos ensina a viver com o coração - Frase da música Verão que Transforma do dj gato amarelo

Não há vergonha em ser sensível; o que é verdadeiramente humilhante é se esconder atrás dos próprios sentimentos. A vida é preciosa e cheia de esperança.🕊

Olhos que só veem

Em nosso amor há dias claros e turvos,
acertos que se perdem, erros que se amplificam.
Mas tu só vês minhas falhas,
como se as tuas fossem invisíveis.

Teu olhar acusa, tua voz corrige,
mas nunca percebe o peso que carregas.
Enquanto isso, eu aprendo, me esforço,
tentando ser inteiro em meio às tuas críticas.

Se o amor é caminho, caminhamos em lados opostos,
pois um vê só a pedra no outro,
e esquece que também tropeça.

E ainda assim, espero que um dia enxergues,
que o amor é mais que apontar defeitos,
é saber perdoar, crescer e reconhecer
que erramos juntos, e juntos devemos seguir.

Nem tudo que parece ruptura é revolução. Há quem saia da rota não para se libertar, mas porque ninguém ensinou a permanecer inteiro dentro dela.
— Maycon Oliveira

⁠O que sei e
o que conheço
é tão pouco...
ainda há muito
o que aprender,
mas continuo
confiando no processo...
A VIDA!

Para Onde Vai o Amor Quando Não Há Quem Amar?

Existe um amor que nasce antes do encontro.
Um amor sem rosto, sem nome, sem história
mas não sem peso.


Ele se acumula no peito como algo vivo, pulsante,
pedindo passagem, pedindo destino.
Não é carência.
É excesso.


Há quem diga que vem de outras vidas.
Mas pouco importa a origem quando ele insiste nesta.
Porque amar sem poder tocar,
sem poder oferecer,
é como respirar fundo num quarto sem janelas.


Às vezes alguém aparece.
E por um instante tudo parece fazer sentido.
O coração se apressa, reconhece sinais,
acredita ter encontrado o lugar certo para pousar.
Então eu entrego, não aos poucos,
mas inteira.


E dói perceber, quase sempre tarde demais,
que não era ali.
Nunca foi.
A pessoa vai,
mas o amor fica.


O tempo passa.
Outros chegam, outros partem.
E eu sigo carregando esse amor intacto,
sem ter onde colocá-lo,
sem ter quem o sustente do outro lado.


Ele cresce em silêncio.
Não some.
Não cansa.
Até que nasce um medo:
não o de deixar de amar,
mas o de amar demais
sem testemunha,
sem retorno,
sem encontro.


E então a pergunta se impõe, não como resposta,
mas quase como uma ferida aberta:


O amor precisa de alguém para existir
ou basta existir em quem o sente?

- Mirelle Cerqueira

⁠Há dias de calmaria
e outros, de turbulência!
A vida é assim...
são várias as suas facetas!

Há uma cena em Encontros no Fim do Mundo que não dá vontade de explicar. Dá vontade de ficar quieto. Um pinguim simplesmente se afasta dos outros, vira as costas para o mar, que é onde está a vida, e começa a caminhar sozinho, em direção às montanhas geladas da Antártida. Um caminho sem volta. Um caminho que, no fundo, aponta para a morte.
Herzog não tenta romantizar isso. Ele só mostra. E, curiosamente, aquilo deixa de ser só sobre um pinguim. Vira sobre a gente.

“Aquele pinguim é o sujeito que rompe.
É o momento em que algo sai do roteiro.”

Enquanto o grupo representa o seguro, o instinto, o “é assim que sempre foi”, o pinguim solitário faz o oposto. Ele não está perdido. Ele escolhe sair. E isso é o que mais incomoda. Porque ir contra o próprio instinto não é coisa de animal, é coisa de humano.
Quem nunca sentiu vontade de ir embora de tudo? De se afastar do que mantém a gente em pé, mesmo sabendo que pode dar errado? Sair de um lugar, de uma relação, de uma fé, de uma vida inteira… não por ignorância, mas porque ficar dói mais do que o risco de partir.
O pinguim não parece confuso. Ele parece cansado.
Cansado de repetir o mesmo ciclo, o mesmo caminho, o mesmo destino compartilhado. Talvez caminhar para as montanhas seja o último gesto de controle que ele tem. Um jeito silencioso de dizer: “até aqui, chega”.
Herzog fala em loucura, mas talvez seja pior que isso. Talvez seja lucidez demais. Talvez, por um instante, aquele pinguim tenha sentido algo que não deveria sentir: o desejo de ser único, mesmo que por pouco tempo.
Ele não caminha atrás da morte. Ele caminha atrás de algo que ele mesmo não sabe nomear. “A morte é só o preço.” No fim das contas, essa cena incomoda tanto porque ela quebra uma ilusão confortável: a de que todo ser vivo quer sobreviver a qualquer custo. Às vezes, viver do mesmo jeito deixa de fazer sentido.
E o mais estranho não é o pinguim indo embora sozinho. O mais estranho, e mais honesto, é perceber que, lá no fundo, a gente entende exatamente por quê. Só não encontramos as palavras para expressar o que é! Apenas esse aperto é essa agonia ao perceber que aquele pequeno ser nos ensinou tanto enquanto caminhava, cada passo era um passo de sua escolha, um passo de sua decisão, decisão essa que culminaria em sua liberdade!

⁠A Árvore Invisível

No meio da floresta, onde o verde se espalha em incontáveis tons de vida, há uma árvore morta. Seu tronco retorcido e seco ergue-se como um esqueleto, desprovido de folhas, de seiva, de movimento. Os pássaros não pousam em seus galhos; os insetos não a rodeiam; até o vento parece desviar-se dela, como se sua presença fosse um incômodo.
Ela já foi grande, já sustentou ninhos, já balançou sob o peso de frutos. Agora, é apenas um vulto silencioso, uma sombra esquecida no meio do esplendor alheio. Os olhos dos passantes deslizam sobre ela, sem fixar-se, sem reconhecer sua existência. Afinal, quem se importa com o que já não floresce?
Assim também é a velhice humana. Há um momento em que as folhas caem — a vitalidade, o vigor, a utilidade aparente — e, de repente, o mundo parece desviar o olhar. O idoso, outrora centro de histórias e sustento, torna-se uma figura quieta nos cantos da casa, nos bancos das praças, nos quartos de asilos. Suas rugas são como as rachaduras no tronco da árvore seca: marcas de tempestades sobrevividas, de anos que não foram gentis, mas que ninguém mais se dá ao trabalho de ler.
A floresta segue verde, impiedosamente bela. A vida dos outros segue, impiedosamente alegre. E a árvore morta permanece, invisível, até o dia em que o vento mais forte a derrubar, e então, talvez, alguém note sua ausência — mas não sua existência.

Assim como tantos velhos, que só são lembrados quando já se foram.

Olhar


Há um homem de olhar fundo,
Que atravessa o silêncio e o mundo
Olhar que fala sem dizer,
Que sabe ler a alma e o ser.


Seu sorriso guarda mistério,
Calmo, forte, quase etéreo,
Quando se aproxima, o ar muda,
Tudo fica mais vivo, mais lua.


Seu toque é verso bem escrito,
Firme, doce, nunca aflito,
É presença que envolve e acalma,
Como abrigo certo pra alma.


E quando o amor se faz calor,
É chama mansa, é puro ardor,
Não grita, não fere, só fica,
Como quem ama e multiplica.


É desse homem que eu falo aqui,
Que marca, que fica, que faz sentir,
Não por excesso, mas por verdade,
Um amor que nasce da profundidade💜

Há portas que devem ser mantidas fechadas!

Flávia Abib

Porque enquanto há aqueles que preferem jogar pedras, há também aqueles que preferem semear e cultivar flores.

╰☆╮_________FranXimenes
06*08*2013

A alma transborda em alegria quando passo a perceber que há pessoas que mesmo distantes tem o prazer de perfumar a alma da gente. Meu Deus, quão gratificante é saber que elas existem.!
Bom dia almas perfumadas!
╰☆╮
FranXimenes
19/07/2013