Ha como eu Queria q ela Soubesse
Felicidade é o bem estar em um curto intervalo de tempo, talvez não há uma explicação sucinta. O que posso dizer que é uma sensação do quanto tu estás disposto(a) a vivê-la e transpirá-la no decorrer da sua vida, fazendo o bem e gerando a corrente do bem. Isso é para quem tem coragem de abrir um simples sorriso por coisa boba, até mesmo quando a chuva cai na natureza.
Há pessoas que aparentemente têm tudo na vida – saúde, beleza, dinheiro, liberdade – e são infelizes. Isso acontece porque elas fixam a atenção naquilo que lhes falta ou simplesmente não sabem o que querem da vida. Outras, ao contrário, vivem situações penosas, mas são capazes de enxergar um cantinho do jardim onde bate um raio de sol.
Noite de dia de São João.
Há muitos anos atrás, nessa hora a gente já estava todo animado pra acender a fogueira, já estava tudo pronto pra festa começar, faltava somente o sol se pôr pras primeiras labaredas começarem a dançar subindo ao céu. Ainda consigo ver as labaredas subindo e competindo com o brilho das estrelas pra ver quem iluminava mais a rua.
São João lá de muitos anos atrás, era bem diferente do que é hoje em dia. Os preparativos começavam logo no início do mês de junho. Cortar as bandeirinhas, feitas com folhas de revistas, jornal velho e papel de seda. Prepará-las no barbante, enfileiradas distribuindo as cores. A turma toda se reunia para isso. Meninas faziam o grude e iam colando as bandeirinhas, meninos iam ajudando os pais a suspender e amarrar nos telhados, atravessando a rua e colorindo lindamente a paisagem. No começo do mês, os pais já compravam nas compras de supermercado, os ingredientes para as comidinhas do dia da festa. Pipoca, arroz doce, canjica de coco, canjica de amendoim, bolo de fubá, de mandioca, pé de moleque e batata doce pra assar na brasa da fogueira. Uns e outros com um pouco mais de dinheiro, assavam carne. Era um dia de muita alegria. Os cheiros de coisa gostosa tomavam de conta de tudo.
A gente se preparava todo. Além da fogueira, das bandeirinhas e das comidas, a gente se enfeitava colocando retalhos coloridos nas roupas. As mães, quase todas, tinham máquinas de costura em casa e faziam isso pra gente. Com tudo preparado, a ansiedade pra chegar a hora de começar era grande. Fogueira pronta e acesa, forró raiz tocando na vitrola e o cheiro de pipoca tomava de conta da rua. A gente improvisava uma quadrilha, anarriê pra cá, avancê pra lá, a gente se divertia e comia coisa boa a noite inteira. Alegria de menino pobre é barriga cheia de coisa doce. De casa em casa, naquelas ruas de chão batido e poeira solta, a gente passava e ia provando um pouquinho de cada guloseima. A partilha era feita com amor e alegria por todos. Éramos vizinhos, mas parecíamos mesmo como uma grande e unida família. Os filhos eram filhos de todos. As mães e pais eram de todos também.
As fogueiras acesas iam iluminando as frentes das casas e iluminavam também os nossos olhos de criança. O calor daquele fogo aquecia nosso coração e trazia conforto pra alma. Pula fogueira, rodava bombril queimando (fazia um efeito espetacular de labaredas voando), soltava uns traques aqui e ali. Era um dia que a gente se esquecia das dificuldades da vida daquele tempo. Casas pequenas, famílias grandes, pouco recurso, pouco investimento do governo no lugar onde a gente morava. Mas era um povo tão forte, que haviam muitos motivos pra festejar, por mais simples que fosse o festejo. Em anos assim, que misturava São João com Copa do Mundo, a festa era dobrada, as bandeirinhas ganhavam cores em verde amarelo e a união daquele povo aumentava. Tempos bons. Quem sabe é quem viveu aquilo. Coisas simples, enfeitadas de retalhos de pano e papel velho, mas que tem cor de ouro e cheiro de doce nas memórias da gente.
"Olha pro céu meu amor, veja como ele está lindo!"
Viva as boas lembranças!
Não há demonstração de amor melhor que um simples abraço
Você se conecta no corpo da outra pessoa
Os corpos se tornam um só!
E quando ele é verdadeiro
Não há sensação melhor
Você se completa juntamente com os sentimentos
Emociona!
E você percebe
Que tudo do que você precisava
Era de um simples
ABRAÇO!
Me pergunto se ainda hà ouvidos
que ouvem
o poema que a chuva declama
e os meus olhos
com uma marejada de versos
me anaguam a alma
me enxaguam o rosto
derramando-me poesia...
Então você olha pra cima
E vê o céu
Mas não ha estrelas
Nem lua
Nem sol
Você está caindo
Caindo no fim
Esta prestes a morrer
Mas está morto.
Não se lembra
Mas sabe que morreu,
Morreu você naquele instante
Em que cometeu...
E continuou, continuou executando
A tua própria morte...
A tua própria morte ali.
Não estava só
Estava acompanhado de anjos,
Anjos enviados do inferno
Para te provoca
Anjos enviados do inferno
Para te leva pra lá.
Acorda menina
Em cada um de nós há um sol, uma estrela, uma esperança, uma alegria, uma raiva sufocada uma dor guardada, um amanhecer e entardecer, um sorriso, uma lágrima. Desistir jamais, persistir sempre, correr atrás e buscar.
Buscar o mais belo horizonte, o mais colorido arco-íris da vida e do amor.
Existem momentos tão difícies do nosso eu, que qualquer palavra, seja a menor palavra amiga nos leva a crer que vale a pena sonhar e ser feliz.
Não desistir Irmos em frente, sem medo de cair, de tropeçar nas pedras de sua própria caminhada, com coragem de ganhar o troféu da vida, do amor e da eterna felicidade... ninguém é ninguém... mas alguém é sempre um alguém especial para outro alguém.
Acorda para viver viva com esperança e com esperança Tenha fé e com a fé conquistar a felicidade e com a felicidade encontrou amor e com amor deixe eu viver eternamente ao seu lado.
Há pessoas que entram em nossas vidas somente para nos proporcionarem memórias maravilhosas. Elas serão nossos amores eternos!
Quando é de Deus, situações fluem, confirmações são feitas e há paz no coração.
Não precisa forçar...não precisa pedir para ninguém...simplesmente flue!
#espere #vaiacontecer
Parabéns, Mulher!
A cada dia há mais que um motivo ideal
pra se homenagear, com louvor, a Mulher,
pela sua beleza, força e sabedoria,
seu companheirismo, amizade,
parceria; dedicação, ouvido e coração,
sutileza e paciência, sedução e magia.
Mas hoje, dia 8 de março, em especial,
a cada Mulher o reconhecimento
pelas tantas lutas incansáveis
em que sua doce presença o extremo desafia,
o amor que arquiteta mil sonhos
a cada vão momento,
sob o escudo de esperança e fé inabaláveis.
Mulher: dignidade bordada de ternura,
é terra, é flor, é da vida a semente,
coração que a qualquer dificuldade abraça,
gesto de carinho que à alma beija,
é garra, otimismo, superação e doçura,
afago que todo ser o pressente.
Há quanto tempo não vejo
A sua fala baiana que encanta
E espanta
As cores do preconceito, mesmo sem direito empoe sobre as canções nazicista
Dos passistas sem cor
E quando vi as cores da nossa negritude
Uma mulher cheia de atitude
Que não mede esforços para mostrar a baianidade do seu ser
Os atabaques dos meninos olorum vão dizer
O quão bom e falar com você
Mas por que você sumiu?
O Que sucedeu?
Não gostou da baianidade do meu eu?
Volte menina baiana
Fala comigo
Só quero um abrigo sobre a nossa negritude , a coroa que te torna mais linda
Que afogentou os sem cor e sem alma, os colonos europeus, da Etiópia e Libéria
Ei! Menina africana, com alma baiana
Vem! Vamos prosear
Nem que seja por versos sem afagos do nosso ser que a encantar
Mesmo quando penso que não há saída,
Mesmo quando penso que tudo está se perdendo,
Mesmo quando não consigo sorrir sorrir por não achar motivo,
Mesmo quando o mundo diz não ao que eu digo sim.
Mesmo assim você me diz, siga com coragem, eu estou do teu lado.
Não tenha medo de seguir, de viver, de sorrir, de enfrentar os obstáculos.
Eu sou sua força, sua coragem.
Não tenha medo, eu venci a morte.
Eu te amo e estarei contigo sempre.
No meu script não há paixão errada
Coração, é estrada de ninguém
Porteira sem dono...
Sem essa de que esse é meu,
"...ninguém é de ninguém..."
O amor é de todos,
Amar, é direito meu também.
Plástico bolha.
Fora de mim há uma partitura do que sou e sinto.
Nela outro mundo que a música da vida incendeia.
Luzes ofuscadas e generosas doses de absinto
Em delírios escuto tua voz com a concha na orelha.
No guardanapo faço poesia pra não me aborrecer,
Rabisco. Amasso e raivoso rasgo a folha.
Baixo a cabeça dorida sem entender,
Pensativo, destruo imaginárias células de plástico bolha.
Ondas madrugadas de verão me remetem ao paraíso.
A memória alcoolizada e seletiva não apaga.
Ainda vejo amor, areia, sal e sorrisos.
Sol e corpos bronzeados na superfície da água.
NÃO HÁ mais forças políticas mundiais em que uma consciência cristã possa buscar abrigo. Todas são demônios. Estamos sozinhos, nossas forças estão espalhadas e esfareladas pelo mundo, e nossas lideranças estão infestadas de traidores. Mas se você não tem sequer a coragem de enxergar a realidade, como pode ter a pretensão de mudá-la? Este é o primeiro passo: reconhecer que não temos protetores no mundo. Nossa proteção está em Deus e somente n'Ele.
Minha terra, richiamo
Ah! Quem há de gabar, recordação impotente e escrava
O que o presente diz, o que a saudade escreve?
- Cutucas, sangras, pregadas nas lembranças, e, em breve
Olhas, desfeito em espanto, o que te encantava...
Passou, andou, e é num veloz turbilhão, a ilusão forjava;
Ilusões. Um dia na inocência, hoje já não mais serve,
A forma, e a realidade espessa, a lembrança leve,
De pureza, canduras, numa quimera que voava...
Quem a prosa achará pra poetar o conteúdo?
Ai! Quem há de falar as saudades infinitas
Do ontem? e as ruas que omitem e agiganta?
E o suspiro muda! e o olhar surdo! o andar mudo!
E as poesias de outrora que nunca foram ditas?
Se calam nas recordações, e morrem na garganta...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
20 de janeiro, 2019
Araguari, Triângulo Mineiro.
Paráfrase Olavo Bilac
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