Ha como eu Queria q ela Soubesse
Hoje a memória maltrata
E não há como fugir...
Não se foge da saudade
Não se esconde do sentir.
Mas há um alento guardado
Que ninguém consegue fugir
Se há o que lembrar com afeto,
Há também porque sorrir.
Não tem como semear sem água.
Sem água o que plantamos não cresce.
Sem água na há colheita.
Com isso aprendo, que só crescemos com as tempestades da vida.
Poemas são como flores
Poemas são como flores
não se deve dar para qualquer um
há sempre um espanto de quem recebe
ou um desespero para quem oferece
Não há arte sem presunção, assim como não há gênio sem loucura. Diz Fernando Pessoa: "Enquanto escrevo versos sou um louco, quem sabe amanhã, se vier a calhar, serei um gênio."
"Não há limites para a ignorância humana, como não também para a inteligência criativa... Um paradoxo divino."
Há aqueles que sabem como encantar serpente, o mesmo fazem concernente à poesia: Agitam, com os pés sujos as águas rasas para parecerem profundas...
Sobre crescer e sobreviver
Se desejamos crescer, é preciso romper barreiras.
Não há como florescer na inércia.
Não se cresce abraçado ao vitimismo, nem ancorado na conformidade.
E, sobretudo, não se cresce com medo.
Medo de desagradar, de falhar, de ser mal interpretado —
o medo de não caber na expectativa alheia é uma prisão disfarçada de prudência.
Li, certa vez, que especialistas recomendam um exercício simples, mas profundo:
escrever o que se pensa.
Colocar no papel a imagem de quem queremos nos tornar.
Construir-se em tempo real, com palavras como tijolos e sangue como argamassa.
Eu fiz isso. A vida inteira.
Construi um império de sonho.
Mais de 40 livros.
Cada um deles foi uma escada plantada no escuro.
Sem eles, talvez eu fosse um anônimo completo —
um homem comum, apagado por dentro.
Mas é importante dizer: isso, por si só, não significa sucesso.
Não falo de vitórias públicas.
Falo de sobrevivência.
Escrever foi meu modo de não desaparecer.
Foi minha maneira de resistir ao apagamento interior que ameaça todos os que sentem demais.
Transformei em palavra aquilo que o mundo tentava silenciar em mim.
E isso, por mais que não me tenha dado aplausos ou riqueza, me deu algo ainda mais raro:
consistência.
Quando sentiresque a tua paz
está por um triz,
que tua fécomo um oásis
te faça lembrar
que há motivos pra ser feliz,
pra se amar,
que ainda não é o fim,
que aquele que te guarda
não dorme
e que não há razão pra desistir.
Há lugares que nos passam
um intensa emoção,
assim como deve ser
estando dentro do teu Olhar,
no sabor do teu beijo,
do teu abraço,
no palpitar do teu coração
esquecendo dos embaraços
deixando um pouco de lado a razão.
Há sobriedade numa rosa
com suas pétalas elegantes
que a fazem uma flor formosa
assim como uma linda mulher
que é capaz de deixar a noite esplendorosa .
No íntimo, há a presença do caos,
sentimentos são como tempestades,
fortes, impiedosos e chegam ao qualquer momento,
os pensamentos são semelhantes
a furacões,
desgovernados, inoportunos,
ignoram a realidadeem torno deles,
carregam fardos e provocam diversas emoções.
Felizmente, não é sempre assim,
também existem as ocasiões
de bonança que ajudam a resistir.
Neste "Apê", há um misto de Bem Querer,
Parte de Mim, Parte de Você,
Como um Ninho Acolhedor feito
de Laços Entrelaçados de Cumplicidade e Amor,
Nosso "Apê", Nosso Lar, como um Abraço Apertado,
Que basta Ser Sentido, sem precisar ser explicado.
Assim como há cristãos experientes, sábios ou prudentes, há também aqueles que comem pela mão dos outros! A imaturidade reina na mentalidade deles! Ignorância é sua roupa diária!
"Guardar uma paixão por quem não se vê há 15 anos é como tentar se aquecer no brilho de uma estrela que já se apagou: a luz ainda chega aos olhos, mas o calor já não existe mais."
A VIDA É PURA ILUSÃO (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
A vida não tem retrocesso
Não há como voltar atrás
Uma vez feito o passo, não tem volta
A vida é cíclica
Nascer, crescer, maturar e então morrer
O que vem depois é a "gosto do cliente"
Não importa sua crença, cultura, filosofia, ilusão, país, idioma, formação
A vida é pura ilusão
Senão não suportaríamos tanta besteira e canseira
Não conseguiríamos levá-la sem essas tintas ilusórias
Sem essa dose de lirismo, tudo seria chato e decepcionante...
Por isto, peço a Deus não força para caminhar
Peço-lhe "paciência" para suportar até o fim...
Amém!
Cada um sabe onde aperta o calo. Se sentir que não há mais como calçar-me, não irei causar-me mais feridas.
Ao acordar, levante a cabeça, olhe para o céu, assim como também para o chão... entre eles há um horizonte.
O Perfume da Renúncia.
Há gestos que se dissolvem no ar como perfumes invisíveis fragrâncias da alma que ninguém vê, mas que perfumam silenciosamente a atmosfera onde passam. São as oferendas sutis dos que aprenderam a servir em silêncio, flores humanas que, em vez de buscar aplausos, se abrem ao sol do dever e ao orvalho da dor. Assim é a dedicação em renúncia: um cântico mudo da consciência desperta, um perfume espiritual que não exige olfato para ser sentido.
A flor que se doa não questiona a quem se destina o seu aroma. Ela apenas floresce. Assim também o ser que alcançou o verdadeiro autoconhecimento já não indaga sobre o retorno de suas ações, pois compreendeu que servir é o mais puro estado do amor. Sua existência se faz como uma lâmpada acesa em um aposento onde ninguém entra e, mesmo assim, continua a iluminar.
Quantos caminham entre nós nessa silenciosa via-sacra da bondade anônima? São almas que vivem a felicidade não em palavras, mas em gestos; que suportam o esquecimento com serenidade e transformam a própria dor em brisa consoladora. São aquelas criaturas cuja presença acalma, mesmo quando os lábios emudecem; cuja ausência, paradoxalmente, se faz presença no coração dos que aprenderam a sentir com o espírito.
A renúncia verdadeira não é grito, é eco. Não é ausência, é transfiguração. É o ponto onde o ser humano se despede de si mesmo para encontrar-se em sua essência. Nesse instante de lucidez interior, o coração entende que a vida não é palco, mas altar. E que cada ato de humildade é uma prece sem palavras, uma oferenda sem testemunhas, um perfume que sobe, discreto, à eternidade.
Há uma melancolia suave nessa entrega, porque o renunciante contempla a beleza e sabe que dela não fará uso. Ele toca o sublime e, em vez de retê-lo, o devolve à vida. Essa tristeza, porém, não é desespero é maturidade espiritual. É a nostalgia do Espírito que recorda, no silêncio do dever cumprido, o perfume do lar divino de onde partiu.
Quando a flor murcha, não deixa de ter sido flor; quando o perfume se dispersa, não deixa de ter existido. Assim também o amor que se doa em renúncia jamais se perde: ele permanece, invisível, sustentando o mundo em suas raízes mais secretas.
A servidão, quando nasce da consciência iluminada, não é submissão, mas liberdade. É o ato supremo de quem já não precisa ser visto, porque aprendeu a ver. O autoconhecimento, então, torna-se um espelho onde a alma se reflete e reconhece o rosto sereno da paz dentro de si.
E, nesse ponto, o perfume da flor silenciosa se confunde com o hálito da eternidade.
A EMPATIA ENFERMA.
Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.
A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.
É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.
Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.
Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.
E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.
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