Ha como eu Queria q ela Soubesse
Não vivemos mais em tempos de casamentos arranjados e mulheres submissas como há séculos atrás. Vivemos sim numa época de muito dinamismo, informação, tecnologia e liberdade. E com o amor não tem sido muito diferente. As pessoas escolhem seus parceiros, daqui a pouco trocam, ou são escolhidos, daqui a pouco são trocados, ficam, namoram, casam, separam, ficam, ficam de novo, e os amores e desafetos vão acontecendo neste acelerado campo relacional. Mas eu pergunto, e o coração pra acompanhar esse ritmo? Amores não retribuídos? A rapidez dos vínculos? Uma noite e nada mais? As expectativas não contempladas? Será que todos entendem o cenário atual, e bancam seus desejos e vontades? Prontos pra lidarem com qualquer desfecho? Eu me arrisco em dizer que são poucos. Tenho visto muita lágrima, angústia e confusão por aí. Gente descrente no amor, com receios de confiar e se envolver, e principalmente, medo de sofrer... O sofrer é fundamental para se ter mais maturidade afetiva, é nele que você tem a oportunidade de transcender você mesmo, com o tempo inclusive você vai ficando bom em aprender com o sofrer. O sofrer é inerente a qualquer relação humana, é o risco que se assume para poder estar com pessoas, alguém consegue viver sem um abraço, um beijo, sem amor, sem gente? Mas e o "coração blindado"? Um coração "aberto" para viver e aprender com o que a vida reservar no campo afetivo, bancar as coisas, aprender, sofrer sim, e acima de tudo, viver... Amar é isso, entrega, risco, intensidade, mas penso que pelo amor, vale a pena cada lágrima derramada, não? Não blindem o coração "para o amor", blindem "para amar"...
Mas há amanhã, e a manhã será fria como agora,
Será sim, mas nesse dia não nos importa a hora.
Esperarei por mais tempo naquele mundo
Pra ver o teu suspiro, do sentimento mais profundo.
Há quem viva desejando que a sua vida fosse como os sonhos, mas essas pessoas esquecem-se de que também há sonhos maus.
Imagine sua vida daqui há 60 anos, como se sentiria sabendo que morreria sem deixar nenhum feito notável, nada que influenciasse no bem comum do meio em que vive?
Há muito mais valor em "o que" uma pessoa fala do que "como" é falado. O melindre é inimigo do aprendizado.
Há duas formas de viver bem: ter como maior certeza a morte e a outra é morrer pelas suas outras certezas.
Quem diz que a liberdade não tem preço rotulo como mentiroso, pois há preço. Um preço tão baixo que não se pode calcular e nós somos tão grandes que nunca poderemos enxergar o que possa compra-la.
Não há como viver sem olhar para trás, não existem maneiras de esquecer as lembranças. Boas ou ruins, elas nos acompanharão por nossas vidas até o fim, e caberá somente a nós mesmos fazer as melhores escolhas no futuro, com base nas experiências do nosso passado.
Há dias em que o coração acorda saudoso, como se a neblina do tempo pusesse penumbra pelas frestas da janela. Não há tristeza, tampouco desespero. Há, sim, o mormaço dos momentos vividos transformados em lembranças... há a memória trazendo de volta o que foi bom e deixou pegadas leves no coração.
Hoje estou um pouco estranha, sinto como se estivesse completa, algo que realmente desejei ha tempos. Estou feliz, sem tristeza, como se nada estivesse faltando em minha vida, sem saudades, sem paixões, sem fobias, estou literalmente auto-suficiente, mas isso ainda é estranho para mim. Estou tendo repulso pelos erros sociais, estou centrada naquilo que estou fazendo, resumindo, estou "completa" (jargão infame, eca). Mas uma dúvida me deixa encabulada, deveria me sentir assim? Imaginava me sentir assim somente no fim de minha vida, e não aos 28 anos. Quando foi que superei a mim mesma? Não sinto saudades, porque entendo os tempos que se foram, não sinto como se tivesse muito tempo a frente, minha mente está focada no presente. Quero entender porque o amor, que sempre foi uma utopia em minha vida, agora não passa de um "devaneio tolo". Gosto de ser eu mesma mas nunca fui satisfeita com isso. Espero que enfim consiga alcançar meus objetivos, sem deixar pendências nem desafios inacabados. Nunca tive medo do desconhecido, e não é essa nova "versão" que vai me deixar com medo de mim mesma.
Vou assumir meu nível agora, me sentir bem, sem medo da perfeição, sem medo de me encontrar sendo alguém ruim ou bom demais, se mudei, não percebi, mas se percebesse será que me impediria de mudar?
Qual lagarta se torna borboleta se tiver medo de sair do casulo?
PALAVRAS
Há um bom tempo elas me perseguem como um vulcão em chamas.
Tenho tanto para lhe dizer, porém, o medo de me pronunciar e me iludir é bem maior.
Talvez não seja o momento exato, ou talvez eu nem tenha que dizer nada, mas a questão é: Por quê?
Você me faz tão bem.
Sua companhia me satisfaz, tua voz e teu olhar me transmitem segurança.
Teu abraço me traz conforto.
Seu modo de ser e se expressar me atrai e desperta em mim a curiosidade de descobrir o que há por trás de tanto mistério.
Porém o medo de avançar o sinal vermelho é bem maior
Sei que o silêncio e a paciência são sinônimos de sabedoria, mas é tão difícil manter o silêncio quando o coração grita e arde em chamas querendo expor o que há por trás de uma mente fraca e ingênua. Uma caixa de desejos imensa que por anos parecia não existir.
Busco entre tantas palavras, apenas uma que defina o pulsar acelerado de um coração quando você está por perto. Ou o desejo de te querer sempre por perto... ou o desejo de querer ouvir sua voz sem se cansar... ou a sensação de dormir e acordar com você no pensamento.
Não se sabe o que é pior... a busca pelas palavras certas no momento certo ou a busca pelas respostas de tantos porquês que a vida nos traz...
Considerando que toda ação gera uma reação, é preferível calar por não saber ao certo a reação que pode causar a pronúncia de tantas palavras, mas não posso deixar de descrever o quanto você é especial!
Há um tempo conheci uma moça, seu sorriso era contagiante. Dedicada como poucas. Visitava sempre um parque que ficava perto de sua casa. Certo dia, nesse mesmo parque conheceu um moço. Logo as coisas em comum foram surgindo. Todos os dias estavam ali, naquele mesmo parque. Até que algo brotou daquela amizade. Eles começaram a namorar. Ele era loucamente apaixonado por ela. Ela não conseguia passar sequer um segundo sem pensar nele. Chegava a ser possessivo. Certo dia eles foram fazer um exame de rotina; E descobriram que ele estava com uma doença que era totalmente nova, os médicos ainda não conheciam. As chances de ele morrer eram muitas. E então ele resolveu deixá-la para não ver a moça sofrer. Ela ficou triste, mas teve que aceitar. Afinal, foi à decisão dele. Chorava todos os dias pensando na dor que ele estava sentido, que a causa não era só a doença. Passava pelo parque e via outros casais se conhecendo e lembrava quando foi à vez deles. E resolveu ligar. Uma moça de voz estranha atendeu dizendo que o número não era de quem ela estava procurando. Dias se passaram e ela encontrou uma amiga em comum deles que deu a trágica noticia... Ele não tinha agüentando tamanho sofrimento e tinha falecido. Ela não agüentou ouvir aquela noticia e começou a chorar, ali mesmo. Disse que não suportaria viver sabendo que ele não estava mais entre ela. Resolveu sair da cidade, deixou a seguinte carta: “Eu ainda tento entender por que ele preferiu passar por tamanho sofrimento sozinho. Onde estar agora não sei, já não está entre nós. Não agüentava mais passar por aquele parque. Poderíamos ter passado por esse problema juntos. Eu nunca amei alguém como eu o amo, eu daria minha vida por ele. Ele sabia, e vivia dizendo que ele nunca iria me fazer sofrer. E fez, não por culpa dele. Sabem aqueles meus sorrisos antes de conhecê-lo? Eles nunca existiram. Eu não era feliz. Eu sorria para que ninguém viesse me perguntar o que eu estava sentindo, ou o motivo por qual eu estava triste. Eu sentia que precisava de alguém para dividir os problemas, as alegrias e até mesmo as tristezas (...). Ele me completou como ninguém nunca mais conseguirá completar. Agora vou tentar ser feliz, sem ele. Não tenho outra opção.” Muito tempo passou, ela superou essa dor, mas não esqueceu. Como sempre chega um momento que se cansa de lamentar, de chorar. Essa moça achou que nunca conseguiria superar tamanha dor, mas superou. Preferiu não se envolver em outros relacionamentos. Mas levou isso como um exemplo de vida, que sempre terá que aproveitar os momentos com quem ama. Para não perder ninguém, e ficar sofrendo.
Não tenho a menor idéia de como nos encontraremos,
mas sinto que há um fio,
uma linha que hoje está cruzada,
que me levará até você em linha reta,
e quando nossos olhos se encontrarem,
quando as nossas buscas se reunirem,
talvez na praça perto de casa,
ou naquela viagem distante onde fugi de mim mesmo,
mostrarão o tamanho das nossas necessidades.
Nos entregaremos então,
na volúpia do desejo da alma,
que muito além do prazer da carne ansiosa,
da boca sedenta e sequiosa,
se entrega em doces devaneios,
sonhos de apaixonados em uma tarde qualquer,
de um ano qualquer,
em um ponto do mapa,
onde só os corações que se entregam ao amor sabem onde é.
Eu já sou parte de você,
ainda que você não saiba.
Almas prometidas,
guardadas um para o outro.
Amor além do tempo,
amor de reencontro.
No exato espaço de tempo que chamamos de futuro,
que pode ser extamente agora,
quando nos permitimos viver o amor mais de uma vez.
Por mais que tentamos não há muitos resultados, o preconceito é como um câncer em meio a humanidade, as pessoas dizem não ter preconceito, por medo da opressão, quando na verdade em seus pensamentos vivem uma carnificina.
Então, a amiga que há muito não via, surgiu repentinamente como uma tempestade de areia, mas com a calmaria de um azulado céu que estampa um arco-iris finda uma tempestade tropical.
No encontro de uma Constante - Observando
É sempre verdade
Não há como mudar aquelas palavras
Ou aqueles atos
E até mesmo evitar que você chore
Não há o que fazer.
Olhando sem observar
Com a mente distante
Querendo apenas não pensar
E vendo claramente
Cada impacto é uma ferida camuflada
E não há como avisar ou o que avisar
Mesmo amando irei machucar-te.
Sem erros, sem acertos
Apenas observando para saber
Que nem tudo que se vê
Expressa o sentimento certo.
trecho
Tente não perder o que gosta, de importancia, assim não há como reclamar pra saudade quando haver perdido.
Amor ? Ah o Amor, para ele, não há tempo, não há barreira, não há como não ser. Para o Amor verdadeiro, nunca é tarde demais.
Não sou Maluca!
Escrever um poema para te, há! como poderia? Para isso teria que me afogar em um Aurélio, e selecionar das mais ricas palavras em significados, nada muito comum, pois assim me sentiria lhe menosprezando em sentimentos, então pode esquecer, não me arriscaria colocar tal amizade em jogo, ao escrever um poema em versos sem rima.
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