Ha como eu Queria q ela Soubesse
Há um vínculo único, incompreensível eu diria entre nós.
Tão antigo quanto verdadeiro.
Quando estamos longe um do outro, em um piscar de olhos, nos permitimos sentir como o outro se sente, por outro conseguimos ler nossas mentes quando estamos juntos.
Podemos nos ver através dos nossos olhos,enxerga parte um do outro, sentir o amor com todas as diversidades, e tudo isso nos unindo ainda mais.
Há aqueles, que quando veem sinal de algo se incendiando, jogam panos molhados para abafar o fogo e assim evitar que alguém (ou algo) se machuque. Assim como há os que sopram as labaredas justamente para atingir o objetivo oposto...
Depois do evento da internet, não há mais gente humana: só pseudo-semideuses.
Duro vai ser quando acordarmos e descobrir que não somos inteiros, mas, apenas semi...
Espinhosa
Desapegada da própria identidade
Polêmica
Envolta em tramas da idade
Não há unidade
Há diversidade
- Não queira me transformar em você!
Excluída
Abandonada
Explorada
Dissidente
- O que posso fazer?
Tecnologia do olhar:
- Cadê a vida?
- Cadê a morte?
- Cadê o tempo?
- Cadê a plateia?
Não reconheço as referências
despejadas sobre mim!
Não mais...
O sentir-se vazio nada mais é que seu eu interior dizendo:
Hei ! há espaço ainda aqui para criar e acrescentar.
Não se limite !
Monólogo do eu.
Porquê?
Nunca, do nunca há satisfação?
Meu eu é implícito no ser...
Tropeço em qualquer distração,
Ímpeto do meu ser,
Só sei que nada sei...
Fazer é meu eu em metáforas,
Incomplexão do incomplexo,
Intrínseco,
Foda.
Né? Mato ou desmato?
No mato!
Incomplexão do ser.
Eu mesmo no mesmo...
Desconexo,
Do ímpeto do ser.
Quem sou eu?
Há tanto tempo me faço a mesma pergunta...
Às vezes penso ser romântica, às vezes perigosa e, nesse caminho, me perco novamente nas curvas do destino.
O silêncio do eu te amo
Há um vazio onde o "eu te amo" morava,
um espaço suspenso, entre um ontem próximo
e um hoje de silêncio, onde as palavras
se desvaneceram como névoa ao sol.
Era uma certeza, doce e frequente,
o som que se repetia em cada manhã,
em cada despedida breve, cada retorno.
Agora é uma ausência, fria, que ecoa.
Às vezes parece que ainda vou ouvir,
como quem espera uma onda que nunca chega,
mas o tempo insiste em seu modo firme
de calar o que antes fluía livre e leve.
No começo, dói fundo e inesperado,
como se o peito se apertasse ao lembrar,
o que antes era simples só um "eu te amo",
agora é uma falta que grita no silêncio.
Mas a realidade se acomoda, lenta e dura,
onde antes havia promessas, constância,
agora há espaço e um eco de saudade,
um aprendizado em caminhar sem palavras.
E seguimos, na vida que insiste em calar
tantos "eu te amo" que julgávamos eternos,
aceitando o silêncio como parte de nós,
um espaço vazio, sem eco, sem voz.
O silêncio do eu te amo II
Há um silêncio que pesa,
um intervalo vazio onde antes cabia o mundo,
onde antes repousavam as palavras doces
como um abrigo onde o coração se aquietava.
O “eu te amo” era certeza, era solo,
ditas sem hesitação, no toque mais leve,
nas despedidas sem drama, na rotina de existir,
como quem respira sem pensar.
Agora, apenas o silêncio se estende,
imenso e frio, como uma noite sem estrelas,
e o vazio, antes inimaginável, se instala
na ausência daquela voz que já foi casa.
Por um tempo, o peito espera, teimoso,
acreditando que o som familiar voltará,
que a falta é breve, que logo se ouvirá
o eco de um amor ainda em espera.
Mas os dias passam, o eco não vem,
e a vida, em sua crueza, ensina
que os "eu te amo" também morrem em silêncio,
que o tempo desbota até o que parecia eterno.
E aceitamos, a contragosto, o vazio deixado,
a voz que se cala e não retorna mais,
como uma despedida que nunca foi dita
e permanece, sussurrada, na alma.
Minha existência interna é multidimensional, maior que a caixa de Pandora.
Há camadas, infinitos e indisciplinados vetores, onde tudo se aflora.
Sou instantes além do relógio, sou sentidos confusos do primórdio e do outrora.
Componho-me e logo reformulo, vários eus numa mesma hora.
Isso é magia de antes, isso é o poder de agora.
Há dentro de mim um espaço muito maior do que o fora.
Não há humano diferente.
TODOS os defeitos, ou qualidades pertencem a esta raça de tolos presos por seus eGos.
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