Ha como eu Queria q ela Soubesse
um amigo me perguntou sobre a vida, a diversão e o trabalho. como se divertir tendo inúmeras coisas a fazer? bom...sabe o que eu penso? eu penso que o lazer e o aprendizado deveriam ser comumente confundidos, porque até uma folha em branco pode te levar a inúmeras ideias.
"Nem todo dia é igual
nem todo golpe é fatal,
siga como o vento, sem
temer o temporal..."
(JOTA'FS - Eu não sou daqui...)
Musica: A Casa Caiu
Como numa casa em construção
Tijolo por tijolo
Construindo a relação
Como é que eu poderia imaginar
Que estava sendo tolo
Por te amar
Você morando no meu coração
E eu no seu nem tendo onde ficar.
A casa caiu
Seu amor era uma farsa
Seu castelo agora desmorona
A mentira era sua comparsa
Mas a verdade nunca abandona
Quem tá com ela.
De beijo em beijo
Vou reconstruir meu coração
De bar em bar
Nem vou sentir a solidão.
Elas achavam que um homem como Mark as apreciaria mais, porque, por ser chato e feio, as amaria apenas porque elas o amavam. Mas não é assim que funciona; ela sabia disso agora.
Mas por dentro, isso deixa um buraco que arde nas bordas, como um cigarro que tocou no papel, ameaçando queimar cada vez mais, até que não haja mais nada de você.
Assim como uma corrente de metal com pequenos elos entrelaçados pode puxar uma navio, pessoas que se juntam com um objetivo em comum podem mudar o rumo da história.
CERRADO (soneto 2)
O cerrado é como um soneto
arbustivo, tortuoso, melódico
chora a sua aridez, é talódico
diversos como verso irrequieto
Fala do diferente, do exótico
contrastante e muito concreto
vai além de apenas indiscreto
exuberante e também retórico
É prosa narrada é céu sem teto
o cerrado é um insano imódico
e a sua melancolia vira adjeto
É tão sequioso no teu periódico
ádvenas flores, frutos, de ti objeto
d'amor que te quero, és rapsódico
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
09 de julho, 2016 – Cerrado goiano
Ele era o meu príncipe,
Que de encantado não tinha nada,
Seu cavalo era negro como a madrugada,
Seu manto era falso,
Seu cetro a própria iniquidade,
Pior que sapo,
Sapo é bicho,
Não tem consciência,
E ele, sabe o estrago que fez...
Tudo que eu o confiava,
Com suas mãos quebrava,
Assim como meu coração,
Minha inocência,
A nossa aliança que você enganosamente me deu, era só minha,
Casei sozinha,
Você sabia,
Teu dedo da aliança ficou preto,
Da cor da tua alma vazia de engano vasto,
Quem ama, não abandona,
Você foi de longe minha maior vergonha,
Príncipe desencantado,
Me derrubou do cavalo.
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