Ha como eu Queria q ela Soubesse
Tudo que vai,volta em revalidação aos acertos da vida
Como a mentira tem pernas curtas, lava-se toda roupa suja extorquida
E quando a casa cai só sobram os entulhos e as lambujas
Seu raciocínio é fraco
Seu autocontrole é como pena
O vento passa e logo te depena.
Não penso ser melhor ou pior que você
Mas meu raciocínio supera suas superações
dentro de suas supostas suposições.
Amor Platônico
Princesa, você me cativou. Não a culpo, porém. Como poderia? Faz parte de tua natureza cativar; ser cativado, da minha. Eu me responsabilizo por esse meu sentimento. Permiti que ele me dominasse. Eu arrisquei gostar de ti mais do que por um mero momento. Acordei com o tempo que a ti me levasse. Mas estou agonizando e quero tê-la antes que a vida passe. Para que padecer com a tua indiferença, se o que sinto talvez seja uma quimera? Não suporto mais tamanho impasse. Primavera? Não. Inverno está sendo minha estação. Será que é tudo em vão? Há tempos atravesso um extenuante deserto. De longe, eu a vi formar-se. Do jardim, és a flor mais bela. Sinto um vento suave carregar o teu perfume, ar que me sustém. O que sinto por ti, sentes por mim também? Eu sigo o teu rastro, em areias escaldantes me arrasto. Naõ quero lançar-me ao precipício. Não. Seria um desperdício e tanto. Eu tenho o meu valor, ainda que eu não seja totalmente santo. Em sua lembrança me inebrio num suspirar ligeiro. Temo que alguém te alcance e te arranque de mim primeiro. A distância percorrida e o tempo que te admiro avaliam o que sinto, que falo e penso, que não minto, o meu sentimento. O tempo da espera e a distância percorrida medem a minha quimera. Cansei de deslumbrar-me. A incerteza uma hora cansa. Ainda distante eu a percebo no apogeu da tua formosura. Estás diferente. Com o vento agora danças. Quisera eu fosse real minha esperança. Quisera eu... Basta! O deserto está me suprimindo. Sem mais demora, vou prosseguir. É chegada a hora.
Saber Amar!
É preciso saber amar...
como se ama um flor.
Saber que é
extremamente
maravilhoso...
Porém delicado!
Despetala!!
Saudade... Saudade... Saudade. Como essa palavra é forte, impactante, que expressa um puro sentimento. Fatos passados que marcaram momentos inesquecíveis em nossas vida. Uma viajem, uma pessoa, o tempo de criança, ou até mesmo um amor inacabado.
Saudade, é mais que uma palavra de três silabas. Ela dói, machuca, faz chorar... Ela emociona, encanta, ela nos da força pra superar a vontade de viver novamente situações marcantes.
E o quanto, às vezes, não faríamos de tudo para reviver esse momento.
Bom seria se pudéssemos voltar no tempo para reviver intensamente aquele momento único, ou corrigir algo que nos faz ficar preso a esse sentimento chamado saudade.
Mas, a realidade nos mostra a cada dia que não é possível mudar o passado, que do tempo vivido a única coisa que se pode fazer é tirar lição e levar como aprendizado, aceitar à mudança e amadurecer com sabedoria para se tornar uma pessoa melhor.
Quem ama o próximo como a si mesmo nunca pode abrigar pensamento baixo ou injurioso, ou ser falto de expressões de generosidade. Ele prefere sofrer mil afrontas a ser culpado de uma, e nunca se considera feliz, a não ser quando um ou outro é beneficiado por ele: a maldade ou a ingratidão dos homens é incapaz de resistir a seu amor; ele passa por alto as injúrias sofridas de outros, vence o mal que deles procede com o bem, e nunca tem em vista qualquer outra vingança contra os seus maiores e mais maldosos inimigos que não seja a de colocar sobre eles todos os favores que lhes puder fazer, quer eles queiram quer não.
Esboçar um projeto através da mente, como uma grande ideia. Eis aí, o início de todo um empenho. Para que enfim, o mesmo tome vida e torne-se concreto. Na comprovação clara e direta, do querer e o poder. Este é decorrente de acreditar e pôr, em prática.
Usar como exercício, a introspecção. Faz com que, uma interiorização seja feita. No intuito de haver um encontro consigo próprio, intimamente. Este em si, faz grande diferença, quando há um Despertar de Consciência".
Seguir um rumo, dentro das expectativas. Como condicionamento existencial e como uma rota pré-definida. Esse processo é válido, quando posto em prática e igualmente, se acredita nele, por completo.
LUTAR
Lutar sozinho
E como resolver palavras cruzadas
Se não conhecer os caminhos
Desejos surtam a beira da estrada
Fechar os olhos !!!
Sentir a bagunça se propagar em casa
A poeira se alastra...
As cores se perdem...
Tomam-se formas acinzentadas
Não há mais vagas nos corações
Exterminados...
Introduzem-se no anonimato.
Não vale a pena lutar
Quando os sonhos enfraquecem-se
Vasos quebrados não nos levam ao céu
Caímos como paraquedas
Vidros estilhaçam-se
Sem direitos a remendos ou consertos
Lutas sem respostas
Melhor não conhecer
E nem tampouco descobrir
Como um raio estrondoso...
Você dança sobre minha mente
Empurra-me e me puxa nesta louca saudade
Faz barulho na minha cabeça com assiduidade,
Como um raio estrondoso...
Meu mundo cai aos seus pés indevidamente
Iludo-me nestes sonhos que jamais serão efetivados
Fico presa a esta armadilha sem direitos reservados
Quem procura ter uma vida plena e aproveita cada experiência como aprendizado, ao chegar a hora de partir desse plano, rumo a Pátria Espiritual, levará, com certeza, o entendimento de que, as paixões são passageiras e os amores são eternos...
Se faz necessário entender que, quem viveu uma vida plena consegue encarar a morte com serenidade!
Em suma, todo esse aprendizado e bagagem o acompanharão, durante o seu renascimento, seja onde for...
Penso assim...
Pense nas escolhas que fará e esqueça as que não fez. Que as lembranças fique na memória como bonitas verdades e não arrependimentos. O tempo é muito precioso e não se pode perder tempo para o tempo. Vamos gritar! Jogue tudo para o alto, tente. E se não der certo, jogue tudo outra vez. Não reclame a falta de abraços, abrace. Se sentir vontade de beijar, beije. Tenha sempre momentos inesquecíveis. Ligue! Exija menos e fique mais. Dê a volta ao mundo, e se for preciso de meia volta. Tenha coragem para viver seus sonhos. Tenha coragem para vencer seus medos. Só vive de verdade quem se entrega a ousadia.
Pessoas burras têm como caracteristica uma grande falta de fé. Elas costumam desistir nos principais testes que Deus nos dá.
Como tem passado suas noites, tardes, manhãs? As minhas seguem cada vez mais sombrias, impossível definir as noites, tardes, manhãs; tal diferença esqueci.
Minha solidão ao passar do tempo torna-se mais notável. A verdade é que mesmo sabendo que talvez em dias essa escuridão tenha um fim, ela procede de tal forma que o simples sentimento saudade não o sustenta.
CIRO O GRANDE, O PODEROSO REI DA PÉRSIA
Ciro II (Kuruš em persa antigo), mais conhecido como Ciro, o Grande, foi rei da Pérsia entre 559 e 530 a.C., ano em que morreu em batalha com os Massagetas. Pertencente à dinastia dos Aquemênidas, foi sucedido pelo filho, Cambises II. Foi o criador do maior império até então visto na História.
Ciro conduziu de acordo com o mandato de justiça zoroastriano, uma série de guerras de defesa e de conquistas. Em 540 a.C., o rei Aquemenes iniciou o ataque à Babilônia, a última ameaça para a Pérsia no oeste. Organizando parte de seu exército como chamariz, Ciro atraiu o rei corrupto Nabonidus e seu exército para fora da cidade. Então, ele e as forças remanescentes postaram-se diante dos muros da Babilônia. Vagarosamente os portões se abriram e as pessoas acenaram para Ciro entrar. Uma vez lá dentro, o rei da Pérsia caminhou sobre um tapete de folhas perfumadas espalhadas no grande centro onde a poderosa Babilônia se libertou da ditadura injusta de Nabonidus. Rejeitando a imagem de conquistador, Ciro assumiu os títulos tradicionais da monarquia babilônica e aceitou os deuses babilônicos. De acordo com um relato da rendição da Babilônia escrita em um papiro persa: “todos os habitantes curvaram-se diante dele e beijaram seus pés...” Felizes, eles saudaram-no como um mestre cuja ajuda os tinha trazido de volta à vida e evitado o dano e o desastre, e eles louvaram o seu nome. Esse reconhecimento de Ciro como um libertador também foi confirmado pelos que não eram persas. Foi Ciro, o Libertador, que pôs em liberdade os judeus, tirando-os de seu cativeiro babilônico, devolvendo-lhes o que restou de seu ouro e de sua prata confiscados por Nabucodonosor e enviando-os para casa a fim de poderem reconstruir o templo em Jerusalém.
Da Babilônia, Ciro foi para o oeste e para o leste. Sua reputação de tolerante precedia seus exércitos, adicionando ao poderio militar persa a cooperação de elementos dissidentes dentro dos territórios que ele procurava anexar. Em uma geração, ele construiu um império que excedia em tamanho o exército dos egípcios, assírios e babilônios, e cujos limites transpunham os rios Nilo, Indo e o mar Egeu, e que se estendia de norte a sul, da África até a China.
Como um tributo a suas políticas de idealismo e pragmatismo, o império de Ciro não foi apenas grande, foi também estável, porque:
... “os persas perceberam o que nunca tinha acontecido aos assírios e outros poderes imperialistas daquela época: que interesse nacional não tem que se expressar apenas em caráter vingativo, que não é necessariamente prejudicado pelo respeito por interesses nacionais menores e que a tolerância compensa”...
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