Ha como eu Queria q ela Soubesse
O(A) exibido(a), além de carregar a fama de “chato(a)”, pode ser considerado ainda como a pessoa que realiza declarações impróprias e ainda se vangloria em demasia.
Como uma lagrima o tempo não volta atrás, perpetuando toda uma historia, negando uma correção mas nos dando sempre a hipotese de um recomeço, com a sabedoria e experiência, por ele passado. Chorar numca é a solução mas alivia a alma e acalma os pensamentos. Lembre- se de que à vida e muito mais do que viver... Viva- a!
Meu amor.
Tão formosa tu és, como o sol e a lua você veio iluminar meus dias e noites. Como as estrelas lá desse infinito céu você trouxe o brilho em minha vida.
Oh! Formosa Mulher que me mantem prisioneiro de mim mesmo, por que me alimentaste com o amor.
Agora por fim tu ainda és como o sol e a lua, porém como um sol que queima devastando tudo a sua frente e como a lua solitária e fria.
Como a chuva é passageira logo depois de cada tempestade vem o arco íris pois viva a vida cada momento será único cada dia um novo recomeço nunca é tarde pra pegar uma velha história e escrever um novo final
Summer: Seth, você dirige como uma velha.
Seth: Estou a 130 km/h numa estrada de 110.
Summer: Você é tão lento que já fomos ultrapassados por um carro cheio de freiras.
Seth: É, mas elas tem Jesus do lado delas. E eu sou judeu!
A fé não é, ao contrário do que se pensa, algo que pode resultar em bem ou mal, como se fosse a aposta de um jogador. A fé é um ato, uma intenção, um projeto, algo que o faz ir tão longe, que você salta fora do tempo e entra na Eternidade. E esta não é o fim do tempo, mas a inexistência de tempo, o velho Eterno Agora.
Seja o lugar, momento ou situação que for, as melhores pessoas surgem de maneiras inesperadas como o brilho de uma estrela que irá resplandecer e reluzir um caminho que te guiará a felicidade eterna.
Carnaval.
Não lembro, a não ser pelas fotos, como foram meus carnavais na infância em São Paulo na Rua Pamplona, nem no Clube Palmeiras onde me levaram e tinha também o corso pela Avenida Atlântica em Santos onde meu pai tirava as portas traseiras do Chevrolet 1.956 para que pudéssemos entrar e sair rapidamente quando o cordão andava.
Lembro pelas fotos, mas vejo que não adiantou ter sido fantasiado de Zorro, Arlequim ou de Superman porque meus heróis sempre foram e são mais reais, mais pé no chão, mais gente de verdade.
Na juventude, época dos dezoito aos vinte e poucos anos, ensaiei tímidos passos carnavalescos nos salões, do Tênis Clube de Vera Cruz e mais tarde no de Marília, Sempre empurrado pela molecada para ficar o mais perto possível das garotas de shorts e bustiê, pegar na mão de alguma ou colocar o braço nos seus ombros. Isso era o máximo da ousadia.
Tudo isso era feito meio entorpecido pelo rum com Coca-Cola ou pelo wisky Old Eight que o barman despejava sobre pedras de gelo sujas, arrancadas de barras depositadas no chão de qualquer maneira, como era usual na época. Não raro havia séria revolta estomacal na molecada, até mais de uma vez por noite.
Quando eu tinha meus trinta anos meu espírito carnavalesco esteve ainda mais recolhido na época da festa do povo e houve um tempo que eu justificava dizendo que a minha vida era um verdadeiro Carnaval o ano inteiro.
Nesses dias de Carnaval eu montava na minha Honda Setegalo e depois na Honda Gold Wing 1.000cc e fosse no Itararé em São Vicente ou no Castelinho em Ipanema, meu Carnaval e de muitos motoqueiros era paquerar, colocar uma garota na garupa da moto e “arrastar” para o apê...
Não me lembro de ter ido uma única noite num salão mas há uma lembrança generalizada de grandes noitadas.
Em toda e qualquer época para mim os desfiles das escolas de samba poderiam ser mudos e eu surdo, porque a maioria das letras não passam de um amontoado de palavras que algum inculto recolhe nuns livros e tentam, num arremedo nem sempre harmonioso, contar com suor e purpurina a história feita de com sangue, suor e lágrimas.
Mais ainda, no Carnaval pobres de todo o gênero, gastam boa parte do orçamento numa fantasia tosca, para viver numas poucas horas de euforia e um ano inteiro, como diz a letra do Chico, desengano...
Carnaval, desengano
Deixei a dor em casa me esperando
E brinquei e gritei e fui vestido de rei
Quarta-feira sempre desce o pano
Carnaval, desengano
Essa morena me deixou sonhando
Mão na mão, pé no chão
E hoje nem lembra não
Quarta-feira sempre desce o pano
Esse ano meu Carnaval não vai ser muito diferente dos últimos. Ler um pouco, escrever um pouco e refletir muito porque logo chegará a quarta-feira... e qualquer hora, desce o pano!
É o amor, a fonte que nutre toda, uma vida. E também como, o sentimento mais nobre que habita, no íntimo humano.
Como se não bastasse a carência e ignorância ética/moral política de boa parte das classes brasileiras, vê-se a mais poderosa concessão comunicativa nacional, explorar e divulgar a sem-vergonhice pornografica familiar, sem pudores. Doa a quem doer! Pior que fico na dúvida entre o espanto, aplausos ou o praguejar religioso. Hipocrisia ou veracidade?
Não consigo te esquecer!
Autor: Elias Torres
Como é difícil ter que esquecer alguém que só me fez bem. Como é dolorido ter que fingir que nunca senti nada. Como é complicado largar se o nó está feito. Como é duro dizer que entre nós não há mais jeito.
É penoso ter que suportar o que não dá para esconder. Não quero saber se esteve com alguém ao léu. Me da vontade de te mandar pro inferno, mas te amo e te desejo no meu céu.
Fui como Cristo, na vida particular e também no futebol. Já sei que, quando os dirigentes tentam passar os jogadores para trás, eles chiam e dizem: vocês pensam que eu sou um Garrincha? É isso aí, gente boa, virei um símbolo do que não se deve ser na vida.
Eudora
É a boca bonita, o olhar que corta.
Um cheiro gostoso como o sabor da aurora.
Talvez esse mistério que tu deixas no ar
Seja pilar do meu desejo.
Coisas que nos desafiam
São atraentes,
São mais quentes.
O "ter" e não "poder"
O toque sem a intimidade.
Segredos que me agitam,
desejos que em mim, gritam.
Evitar meu próprio pensar
Nunca fez parte da saúde mental que dito,
Nunca fez parte do corpo que abrigo.
Deverei então soprar pra fora
Aquilo que aguça o corpo e a mente...
Aquilo que me faz ser gente
Só porque me assola?
Assim como o medo, também a angustia e a tristeza podem nos levar a Deus, mas quando o amor faz isso, talvez por ser tão raro... Deva ser algo um tanto quanto sobrenatural.
Certas mulheres são como as flores, elas precisam de alguém que queira sentir o seu perfume para exalar toda sua beleza e seu cheiro.
Coletar amizades e como reciclar o que ja existe ,porem com a mesmo formula baseado em conteudos mesmo velhos quase sem uso algum pode ser reutilizado para uso de extrema raridade que nemhum outro produto tenha tanta utilizacao sem fim como o simbolo do infinito ,assim e uma verdadeira amizade
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