Ha como eu Queria q ela Soubesse

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O Rito Português, como expressão viva do espírito lusitano e da sua missão espiritual universal, não surge para criar uma nova Maçonaria, mas para renovar a Tradição — actualizando-a com os ideais da Nova Era. João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS

Doce Prisão


Me sinto como uma peneira com blocos de gelo,
tentando não deixar escapar o que sinto
para que você não perceba, porém,
isto é mais fervoroso que o sol de meio-dia.


Tento não alimentar o sentimento que me aprisiona
e, ainda assim,
não resisto ao feitiço que me envolve.


Vivo nesta doce prisão
de esperar que aconteça
aquilo cujas chances são ínfimas.
Tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Tenho medo de virar a maçaneta
e, nessa nova vida,
você não fazer parte dela como eu gostaria.
Assusta-me que meus olhos não brilhem
como brilharam por você naquele dia.


Tenho medo que a felicidade da espera não passe
e você nunca venha.


Tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Tenho medo que esse sentimento nunca suma
e eu me aprisione às lembranças
do que nunca aconteceu.


Tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Tenho medo de partilhar minha vida
Com esse sentimento constante de fuga
correndo desse bicho-papão que me persegue.


Tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Tenho medo das gérberas, pois só queria
te dar três destas flores,
no sentido mais puro de cada uma:
eu amo você.


Tenho medo que você saiba desse sentimento
e nos apartemos de vez.
Tenho medo de você virar apenas uma lembrança
daquilo que aconteceu
e do que poderia ter acontecido.


Tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Tenho medo de nunca retornar
a ter a liberdade da qual gozava
a liberdade de não sentir isso,
de não imaginar nós,
de não desejar que fique,
de não ser você,
o meu primeiro e
o meu último pensamento do dia


Tenho medo, tenho medo, tenho medo


Tenho medo de conseguir
a liberdade que anseio,
e não saber com o que ela fazer,
de remover o pedaço de mim
que é você
e não ser mais completo


tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Você me desarma,
você faz me sentir indefeso
você, você, apenas você


Mas...
mesmo com todo esse medo,
ainda há você em cada canto do meu peito,
e, de algum modo,
não consigo — e talvez não queira — deixar de te querer.

"A sorte da minha vida é ter você como minha mãe. Minha eterna gratidão por tudo o que você é e faz por mim."


--------- Eliana Angel Wolf⁠⁠⁠

A fé de Bento! Como um sopro divino, sobe ao alto, reflete a luz do sol, ecoa através do tempo e acalma minha alma.
São Bento, minha inspiração...

⁠Oportunidade é como o último fio de cabelo. Temos que segurar!

Hoje entenderia como o mundo está, o mundo que nunca voltará para o começo.
Para mesmo onde termina e onde começa, cada dia parece horas ou minutos de vida.
Além do mais quem preza para as nossas emoções? Que está usufruindo para anomalias parecendo "um monstro de sete cabeças" para alguns que nem tem cabeça mais depois que enlouqueceram.
Mesmo assim entendo que está desconfortável descontar tudo o que você sente numa tela de celular porque você está triste, ou deprimido.
Existem pessoas que falam para nos animar por que o mundo acorda do jeito que estamos, feliz radiante, ou triste e chuvoso.

Amor de mãe - (Clay Werley)


Leve como uma brisa...
onda que quebra indomável,
lua que reluz inalcançável...
Tempestade que não me avisa.


Presença que cuida e realiza,
voz que ecoa incontestável,
constrói confiança inabalável,
sem ônus de contrapartida...


Da história és o começo...
Meu espelho de como ser,
dona de todo o meu apreço...


Consciência a resplandecer,
a me moldar desde meu berço!
Farol que guia o meu viver.

Assim como é na abundância que devemos acumular a água para os períodos de seca, é nas épocas de alegria que devemos fortalecer a fé, para que a tenhamos em grande quantidade nos momentos de adversidades.

Nunca estivemos tão tecnologicamente conectadas e tão emocionalmente desconectadas como nessa segunda década do terceiro milênio.

A Solitude do Ser: O Tempo como Espelho e a Maturidade como Realidade
Por: Prof. Me. Yhulds Bueno


A percepção da solidão é uma construção temporal que raramente se revela durante o vigor da juventude. Em nossos anos iniciais, vivemos sob uma espécie de entorpecimento social, cercados por "andarilhos do tempo" figuras efêmeras que transitam por nossas trajetórias, compondo um cenário de aparente plenitude. Nessa fase, a juventude atua como uma lente distorcida, onde o movimento constante de pessoas é confundido com conexão, e a presença física é interpretada como permanência emocional.


À medida que avançamos, a vida adulta transforma nossa relação com o cronômetro. O tempo deixa de ser um pano de fundo para se tornar um protagonista ambíguo: ora aliado estratégico na construção de legados, ora adversário implacável na gestão das urgências. É um período de alta densidade, onde o fazer muitas vezes camufla o sentir.


Contudo, é ao cruzar o limiar dos 50 anos que a narrativa da existência sofre sua mudança mais profunda. A maturidade nos despe das ilusões coletivas. Surge, então, a consciência de uma solidão intrínseca, que independe do cenário exterior. Percebemos que, mesmo em casas repletas, ambientes de trabalho dinâmicos ou círculos sociais ativos, a essência do ser permanece isolada.


Essa revelação torna-se ainda mais aguda quando o mundo externo começa a silenciar. A rarefação dos convites e a escassez de lembretes funcionam como um termômetro social da nossa suposta "importância". É o momento em que o tempo, nosso algoz e mestre, nos força a encarar o espelho sem adornos.


Nessa fase, compreendemos que a jornada é, em última instância, um monólogo profundo. A maturidade não traz a solidão como um castigo, mas como uma verdade incontornável: a de que a única presença garantida do início ao fim é o encontro de nós com nós mesmos. Aceitar essa condição é o passo final para transformar o peso do isolamento na leveza da solitude.

⁠Que sua existência seja como se fosse palavras escritas no caderno com significados, e que nunca se acabe, apesar do tempo.

O presente é como uma semente plantada em seu coração, você precisa regá-la para dar bons frutos ou "Flores".

Como, quando e onde, nos tornamos tão pobres, diria até, paupérrimos? E não me refiro a posses nem dinheiro.

E então, mais uma vez acredita!
Mas como numa teia,
se emaranha nas contradições,
nas mentiras tão vis.
E já esgotada e tão forjada
Sente q não há mais nada ali
A não ser a "guerra" de ego oculta
Aquelas cartadas do Sr. e Sra Smith
Os blefes tão mais escancarados
Agora por olhos, pouco menos, pra ti
Daquela Poliana, tão errônea e falha
Mas q gritava aos 7 mares o amor
Q era solar e irradiava ao teu lado
E pouco a pouco foi virando pó e carcaça
Pela falta de honradez, cumplicidade e lealdade
Presenciar hj cada gota escorrida
Congelar e apenas observar
Analisar as curvas q faziam
Porque até o caminho destas duvidava
Se pegar TB sendo "reparada"
E agir instintivamente
Onde qse me rendendo
Meu estômago amigo alertou
Ora este q se faz presente tão raramente
E qse de tão ausente já nem era mais lembrado
Imediatamente da Orbita voltei a Terra
E bati com a pá de cal naquela terra ainda fofa
Desci sem desta vez olhar pra trás.
Ouvi: - Amo você (ensaiado e repelido)
Aquele automático preto, teto solar
Rodas brilhantes, permanece apenas reluzindo
Deste xeque...
(Ou melhor seria, do cheque - embaixo da Bíblia - ;))
... não te darei o mate...
Caída talvez, mas atirando.
Num coração alado.

Quando não tenho notícias dele, é como se o ar fosse retirado dos meus pulmões.

Quando você se coloca em primeiro lugar, o resto vem como consequência

A única maneira de alcançar o impossível é agir como se fosse possível

A opinião dos outros é como o vento: passageira. O que importa é o que você constrói

VIDA




A vida é passageira


O amor é passageiro


Viva como se fosse a primeiravez


Tudo é estranho


Nada faz sentido






As vezes vale a pena


As vezes não


Mas não desistimos


Pois sabemos que a vida


Pode ser melhor






Com fé e garra


Vencemos com derrotas


Aprendemos com a vitória


Mas aprendemos mais na perda


Do que no ganho






Eu quero parar


Pois a batalha de todo dia


Me cansa


Eu sei que ceder


Não é uma opção






Não vim para desistir


Pelo contrário vim pra lutar


Com meu sangue










Se você não vem


Problema é seu eu


Pois eu sei que um futuro melhor


Me aguarda


Após mais uma diária

Você luta como um homem mais jovem, sem nada a esconder. Admirável, mas um engano.

Bane
O Cavaleiro das Trevas Renasce (2012)

Cristãos são chamados para o servir não para serem servidos como satanás.