Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Como falei nostalgia saudade dogma o vazio que só pode ser preenchido pela presença do Espírito Santo.

⁠Para uma mulher linda e maravilhosa como você, a inovação das palavras é uma obrigação permanente para nós. Não podemos repetir frases iguais para pessoas únicas.

Ser advogado exige coragem e determinação.

O advogado atua como fiscal da lei perante a justiça, zelando para que não ocorra injustiça

⁠Quando a pedra do passado repousa no rio do presente, a sabedoria flui como as águas, moldando um futuro sereno."

Não ter mais um pai é como voltar a ser criança.
Onde a fragilidade toma conta.

Engraçado como nosso maior medo se realiza.
Mesmo estando consciente de que esse seria o fim.
Sabendo que era o melhor.
Como a razão diferente da emoção.
Porque, tudo que eu sinto é saudades de ti.

Sentir tudo e falar pouco, é como viver em dois mundos.
Em um tudo é claro, as emoções fazem sentido e a liberdade.
No outro, tudo é contido e existe apenas a razão, e o que é sentido muitas vezes é em vão e não há compreensão.

Lindo diaa ♥️

Que seu dia seja hoje repleto de alegria ... Que tudo aconteça como deve acontecer ... Sorria pq o dia está cheio de novidades para vc querida 🌹 ... Que Deus te abençoe sempre 🙏🙌 .... Vc é tão incrível e especial ... Te amo 💓🤩 hoje e sempre ...
Vida me surpreenda ! 💐

As consequências das nossas escolhas são como ondas no lago: podem demorar a chegar, mas nunca desaparecem.

O amor verdadeiro é saber priorizar o que realmente importa, como o bem-estar dos filhos!

Um dia, o amor que hoje dói, vai se transformar em uma lembrança de como crescemos juntos, mesmo separados.

A verdade é como um farol, ilumina mesmo nas noites mais escuras.

"Existe um plano onde tudo o que você disse é lei:
Sentimentos são inúteis como ferramentas para consertar um motor.
Perguntas são brechas por onde entra o caos.
E seguir o coração é uma rendição da fortaleza da razão.
Mas a vida não habita nesse plano.
Ela transita no espaço estreito e vasto entre a utilidade e o inútil, a certeza e a pergunta, a razão e o delírio.
O não poeta olha para esse espaço e vê apenas erro e confusão.
O poeta olha para o mesmo espaço e vê a única coisa que vale a pena ser chamada de verdade."

Uma vibração sutil percorreu seu corpo, como se o universo a reconhecesse. Era uma conexão antiga, profunda, que nenhum ser humano havia experimentado em eras.

Um sorriso surgiu em ambos os rostos — um gesto familiar, como se aquele reencontro tivesse sido apenas uma continuação de algo interrompido há milênios. Os lábios se tocaram num beijo breve, elétrico, carregado de reconhecimento.

É noite
É noite no meu coração
Mas a lua imensa brilha
Como um disco prateado
Para além do horizonte
Onde meu amor se esconde...
E diante da sua plenitude
Minha alma se abisma
Tanto mistério no etéreo firmamento
Tanta luz, tanta saudade
Tanta música pela cidade...
E no embalo da melodia
Pés descalços na areia
Absorta em fantasia
Me perco em meus desejos
E esqueço até meus medos...
Óh lua linda, porque não trocas
lugar comigo reles mortal?
E assim, sozinha, desnuda lua
Vagando pela Terra, solitária e fria
Sentirás a minha dor e
Quem sabe se compadeça
Na noite fria me emudeça
E na lápide do tempo
Serei lembrança que se esqueça...

Só mesmo os laços do amor
fazem a vida feliz
num solidário labor
como um eterno aprendiz.


PedrO M

TE AMAR


Te amar é como ouvir uma canção:
faz acelerar meu coração.


Te amar é como coçar a ponta do nariz: um carinho pequeno que me faz feliz.


Te amar é simples, tão natural,
é como uma estrela: surreal.


Te amar é legal,
mas em alguns países pode ser ilegal.


Mas se for crime, eu serei um criminoso, fugitivo do teu amor perigoso.


Se eu for para a prisão,
que seja a do seu coração.

Mais uma vez
Você se foi...
Deixando- me sozinha na noite,
Como se fosse para sempre...
Posso sentir suas lágrimas
Pela noite afora
Mas as enxugue! Estou aqui!
Basta me seguir na noite
Que a iluminarei
Venha, siga-me!
Só mais uma vez...
E será para sempre
Somente você pode
Acender os fogos de artíficios
Que clareiam, explodem e espocam
No ar, na noite
Sua luz irradia
Pelos meus poros
E me resplandeço
Sigo, te buscando
Somente o teu rosto
Ilumina a escuridão
E a luz, esvai pelos meus dedos
Pelos meus olhos
Clareando o amanhã
Com a luz da esperança
Volte! Só mais uma vez...

CARTA I: A Condenação


Eis que a multidão estava tão agitada como as ondas do mar, e exclamavam — homens e mulheres, jovens e idosos — com tom azedo:


— Heeee! Heeee! Matem-no! Matem-no!
— Deem-no de comida aos cães!
— Rebelde! Rebelde! Rebelde! Rebelde!


Então condenaram-me por agir indiferente à multidão. Apedrejavam-me antes mesmo que eu lhes revelasse os seus pecados. Queriam silenciar-me antes que o karma e a justiça testemunhassem por mim.


Houve alguns que se ofereciam como escravos às mãos que tiranizavam a nação; outros reduziam-se a servos daqueles que dissipavam os poucos fragmentos de dignidade ainda existentes entre nós. Por recusar servi-los e por negar-me a participar das suas práticas imundas, sentiram-se confrontados pela minha posição.


Antes que me lançassem à masmorra, arrastaram-me com cordas diante de nomes pomposos. E, no cemitério da minha esperança, apenas tumbas se formavam.
As crianças riam; os velhos zombavam de mim. E os meus próximos… esqueceram que eu existia. Diante deles fui visto como vento: invisível, intangível. Aliás, o vento ainda é perceptível; infelizmente, para mim, ninguém me percebia. A minha presença, para eles, reduzia-se a números, diminuindo pouco a pouco, até que não restasse unidade alguma.


Fui abandonado e entregue pelos meus próprios amigos, vizinhos e parentes, que também vociferavam pela minha sentença ao lado da multidão:


— Condenai-o! Condenai-o!
— Enforquem-no! Enforquem-no!
— Joguem-no ao calabouço! Joguem-no ao calabouço!


Uns até debochavam, dizendo:


— Não és tu o herói? Então por que não ages contra nós? Onde está a tua coragem?


E soltavam gargalhadas em tom agudo:


Hahahahaha! Hahahahaha! Hahahahaha!


Outros cuspiam-me no rosto, enquanto os opressores falavam:


— Não sabes tu que não deves ir contra as leis da sociedade?


Então respondi-lhes:


— De que servem as leis se não visam proteger os fracos dos poderosos? De qualquer maneira, este julgamento não busca a verdade; apenas ratifica a culpa de quem é vítima.


Eles insistiram:


— Todos estamos subordinados às normas da sociedade. O que te dá o direito de desobedecê-las?


E eu respondi:


— Seja qual for a resposta — satisfatória ou não — o resultado será o mesmo: condenação. A lei está ao vosso serviço, não vós ao serviço dela.


Novamente perguntaram:


— Quem pode estar acima das normas? Por acaso não são elas que nos orientam?


Então respondi-lhes:


— As normas não podem estar acima da vida. Somos nós que as criamos; nunca elas que nos criam. Somos nós que as instituímos para que nos orientem.


Furiosos com a minha resposta, disseram:


— Desgraçado! Como te atreves a desrespeitar-nos? Já que não queres submeter-te, far-te-emos arrepender deste dia.


A multidão, cega e incauta de esclarecimento, apoiava veementemente os opressores. Não conseguiam distinguir o certo do errado; o puro do impuro; o joio do trigo; a tartaruga do cágado; o leopardo do guepardo.


E eu olhava para eles como um bando de jumentos sem direção. Então perguntei-lhes:


— Se a lei não condenasse os mais vulneráveis,
vós temeríeis as tropas que vos deviam proteger?
Não ousaríeis confrontar o que vos oprime?
Não teríeis o direito de exigir que vos tratassem com justiça?
Não protestaríeis contra aqueles que vos governam?


Os lordes, temendo que tais perguntas despertassem o povo e que, conscientes da verdade, pudessem rebelar-se, imediatamente ordenaram que me conduzissem à prisão de Kakanda, para que, dentro de dois dias, se realizasse o meu julgamento.


Durante esse intervalo, não comi nem bebi.
Dois dias depois daquela agitação diante dos lordes, organizaram um banquete para celebrar o meu julgamento e rir-se do meu atrevimento. Estavam presentes homens de todas as classes — nobres e plebeus — reunidos para assistir ao meu juízo.


"E, enquanto brindavam à minha sentença, eu era conduzido às trevas do calabouço."


In Cartas de Um Condenado. ✍️