Ha como eu Queria q ela Soubesse
Não me recordo como é amar
Não me recordo como é amar,
A doce vertigem de se entregar,
Embriagado por algo tão puro,
Tão intenso… difícil de acalmar, tão duro.
O amor talvez nasça da paixão,
E paixões tive — confesso — um turbilhão.
Mas se meu peito não fosse tão raso,
Talvez durassem além do acaso.
Luta que a gente escolhe viver,
Pois amar é a razão de crescer.
É chama que molda o espírito aflito,
É fogo que purifica o infinito.
Mas ninguém fala da dor da saudade,
Quando o amor ainda arde em verdade.
Só comentam quando tudo esfria,
Quando resta silêncio onde havia poesia.
Entre todos os amores que o tempo levou,
Hoje entendo: só uma vez meu peito amou.
E foi justamente a ela, em meu erro profundo,
Que causei o maior mal deste mundo.
Hoje sofro, agonizo calado,
Carrego o peso de um amor passado.
Mas precisei deixá-la partir,
Pois amar também é saber abrir.
Sua felicidade era grande demais
Para caber nos meus braços frágeis e mortais.
Beleza que ofuscava o pôr do sol,
Aurora viva, meu farol.
Hoje ela segue, encontrou seu caminho,
E eu sigo em oração, sozinho.
Clamando aos céus, com fé e primaveras,
Que ela encontre o que não dei — em outras eras.
E se um dia o amor me visitar,
Que eu saiba, enfim, permanecer e cuidar.
Sem medo, sem fuga, sem dor,
Aprendendo que amar… também é ser melhor.
O que é a vida senão um jogo?
Um jogo que segue como trilha o tempo...
Um jogo que tem como regra as decisões binárias de “Sim ou Não”...
Posso estar parecendo utópico, mas veja bem...
O propósito de um jogo é nos divertir, nos fazer bem... nos reunir
com amigos, etc... mas esse mesmo jogo pode ser frustrante, estressante
e cansativo...
E convenhamos, a vida não é assim?
A vida é uma mistura de um jogo com dados, trilha e estratégia.
É um jogo que não dá para pausar, nem voltar atrás fazendo um “point save”
E as semelhanças neste caso só tem nomes diferentes, dados é o acaso, as coincidências; A trilha é o tempo;
E a estratégia são os planos.
Só lembre que em todos os jogos, a principal função é divertir...Se sua vida não está sendo agradável, é melhor mudar de “estratégia”.
Pense...
"Nosso trabalho como designers instrucionais é facilitar o trabalho do professor, não criar obstáculos visuais."
(PERRONE FILHO, 2022)
"A IA generativa atua como um 'estagiário de luxo' que exige supervisão crítica e ética do DI"
(PERRONE FILHO, 2023)
Bom dia!
Às vezes estamos vivendo naqueles filmes que um dia fizeram sucesso, tal como: "Esqueceram de mim", faz parte do time dos coitadinhos. (Ninguém me ama, nada dá certo pra mim, sou um lazarento etc... e por aí vai. Pensa em coisas agradáveis!
Olha quantas coisas boas têm à sua volta, viva a vida no hoje!
Boa quarta-feira ✨️🌹
Números se repetem na minha frente,
como os erros que carrego na mente.
Acreditei no amor, errei de inocente,
confiei demais… e falhei inconscientemente.
Como você quer passar a eternidade com Deus no céu, se não consegue passa nem 20 minutos com Ele aqui na terra?’’
"Então, lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci"
(Mateus 7:23)
"O silêncio pode dar medo para alguns, pois eles o sentem como imobilidade, como estagnação, como deserto, como vazio. Na verdade, existe silêncio e silêncio. Em linhas gerais, pode-se dizer que existem dois tipos de silêncio: o da morte e o da vida superior. É preciso amar e cultivar em si mesmo o silêncio da vida superior. Este silêncio não é inércia, mas um trabalho intenso que se realiza numa harmonia perfeita. Não é também um vazio, uma ausência, mas uma plenitude comparável a que sentem os seres unidos por um grande amor: eles vivem algo tão profundo, que não podem exprimi-lo através de gestos ou de palavras. Sim, o verdadeiro silêncio é a expressão de uma presença: a presença divina."
Felicidade, pode ser interpretada como um estado de espírito tal - onde acontece uma misteriosa alquimia interna -, que, à moda de Epicuro, "é possível ser feliz apenas dispondo de água fresca e um bocado de pão (estando em igualdade com Zeus)". Em contrapartida, sem a tal alquimia interna, é possível se ter todo o oceano potável do mundo, e ter à nossa disposição toda a panificadora da terra e, se ser, ainda, o mais miserável dos homens..."Mens sana in corpore sano". Que <alquímica> seja nossa felicidade...
25.12.2018 10:48 h
Devemos ter sempre diante de nós um homem bom, e fazer tudo como se ele estivesse sempre nos observando.
O ser humano é como um inseto que perturba uma parte do corpo do Universo. Com Sua mão, desfere um tapa e o esmaga. A única coisa que sobra é o sangue espalhado por todos os lados; isto é, a maior evidência de sua gritante fragilidade. Suprimindo-se, com isso, sua INSIGNIFICANTE existência.
12.04.2021 às 05h56
A Medicina, o Médico e a Poesia.
Os instrumentos cirúrgicos de um habilidoso Médico, são como a pena de um delicado escritor que produz o mel da Alma. O delicado Médico, é o Poeta Científico; mas que traz alívio às dores do Corpo, assim como o Poeta Artístico, traz alívio, às dores da Alma!
E o Corpo do Paciente, é o bloco de papel onde o Médico, escreve sua linda poesia.
🪶
Os pensamentos traduzidos em palavras impressas em um bom livro, é como um dialogo bem elaborado com uma grande mente, é uma escada que te eleva a outro mundo, é uma viagem a outra realidade, é uma conversa com alguém que bebeu diretamente na fonte do mundo.
Te am❤r foi como ouvir uma música que me faz sorrir e chorar na mesma nota: doce demais pra esquecer, intensa demais pra não doer😶
Poderíamos dizer que não precisamos de sol e lua, assim como algumas pessoas dizem àqueles que lhe dão bondade: não precisamos disso, e perdem o bem por isso...Imaginemos então se perdêssemos as manhãs e noites, e voltássemos ao puro nada!
Leio poemas como alimento.
Não leio com os olhos,
Nem leio com a liguagem.
Leio com a fome
De quem busca significados.
E isso é sempre arriscado.
Em meio a palavras herméticas,
Entendo como quem conhece.
E tudo flui organicamente.
Se as vejo em um conjunto
De produção e sensibilidade,
Cuidadosamente arquitetadas.
Não sei vocabulário rebuscado.
Mas sei sentir cada palavra:
Um peixe vivo em minhas mãos.
Raramente encontro o retrato fiel
Do que vivo febrilmente.
E por um minuto me sinto compreendida.
Eu que tantas vezes me dei por vencida.
Não sei nomear o que a vida faz de mim,
No momento presente, incoerente.
Cansada que estou
De movimentos lineares.
Reprimo sentimentos viscerais,
Se sou muito nesse mundo,
Que observa e constrói regras.
Sentada longamente não esboço ação,
Mas meu peito corre mundos
E cria realidades imprevessentes.
Como conter impulsos
De um ser que transborda
Dimensões caosmáticas?
Se penso em Deus,
É porque Deus está em mim.
Sem religião, sem plateia.
Apenas uma força
Que sereniza minhas visões.
E me faz tratar o outro
Com a tenulidade que espero.
Estou isolada de todos.
Sei que amo e sou amada
Por amigos caros em
Minhas afetivas lembranças.
Mas preciso estar só,
Para que minha mente
Não se vá por caminhos
Que desconheço e temo.
Solidão ontológica
É o que me resta,
Se não encontro pares
Que eu ouço e me ouvem.
Mas nada lamento.
Se tive o corpo torturado,
Aumentou minha noção de justiça.
Talvez eu seja dócil na aparência,
Velho hábito polido na educação.
O que dizer sobre
O que se passa em minha mente?
Nasci como sou e sou como nasci.
Mas sei conversar calmamente
Como se minha mente não estivesse em
Ebulição, com pensamentos contínuos.
Escrevo essas palavras,
Que ouso chamar de poema.
Se falo tanto de mim,
Não é ferida narcísica.
Tenho consciência da minha
Peculariedade, se não sou
Uma pessoa pragmática.
A maturidade se aproxima,
E faço um restrospecto.
Erros e acertos se entrelaçam.
Sinto vontade de pedir perdão,
Mas palavras não curam sentimentos.
E já não sei mais onde errei ou acertei.
Sinto paz e me aceito com minha
Mente idiossincrática.
E sei sentir afeto duradouro,
Mesmo no descartável do
Nosso tempo veloz.
Sei que estou prolixa
E o poema se demora.
Sem garantias.
Espero que você me leia,
E se sinta capaz de entender,
Sem banalizar minha confissão.
Mas se eu não te interesso mais,
É justo que essas palavras caiam
No esquecimento sem nada dizer.
Minhas palavras são normoses,
E posso disser que sem palavra
Eu fiz um poema.
Sem nenhuma força,
Sem nenhum apoio.
Eu sou resistência plantada
No chão árido.
E estou feliz,
Porque a felicidade mora em mim.
E sorrio sozinha,
Por que minha ternura,
Não conhece opressão humana.
Sigo em frente, olhos abertos,
Navegando no amor
Que vislumbro no horizonte.
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